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quarta-feira, setembro 21, 2011

Eu e o telefone


-Alô.
-Oi, Natécinha?
- Oi.
- A mãe vai demorar...
- Tá bom, mãe. Beijo.
- A mãe ta aqui na vó.
- Tá bom, mãe. Beijo.
- Tá a fulana, a sicrana, a...
- Tá bom, mãe. Beijo.
- Tá ouvindo?
- Tô, mãe. Já entendi. Um beijo.

sexta-feira, julho 15, 2011

Já chega!


Duas coisas que tenho que parar de ser/fazer:

1ª - Deixar de ser burra que corta o cabelo;
2ª - Fingir entender coisas importantes ao telefone só para me livrar logo da ligação.

A moça me ligou e tentou de verdade explicar algo do meu interesse. Acontece que depois de alguns segundos de ligação o meu cérebro passa a funcionar no piloto automático e eu só consigo dar respostas afirmativas, a fim de me livrar logo da conversa.
Eu sei que ela queria dizer algo importante, só que demorou muito e quanto mais ela falava, menos eu ouvia.
Agora eu vou ter que dar meu jeito para saber o que era e acabar com essa farsa telefônica.