A essa altura do campeonato (ê clichezão) pensei que nada mais me surpreenderia, mas, pelo visto, esses ultimos períodos de Com. Social prometem...
Ontem o coordenador foi ter uma "conversinha" com a gente, ainda sobre aquela confusão com o professor Coração (vide post do dia 08/06 ).
Pois bem, ele começou a falar sobre conduta da instituição, do aluno. Falou também que muitos não estavam dando uma resposta acadêmica e zaz zaz zaz...Quase no final da fala o homem começa a tremer o lábios e a ficar nervoso.
Não, ele não vai chorar, né?! (pensei)
Chorou.
Chorou e mal conseguiu engolir o choro pra continuar a falar.
E a cara do povo?
Assim como eu, todos ficaram pasmos.
Até agora tô tentando lembrar o que de tão grave nós fizemos pra fazer esse homem chorar na sala.
Tadinho!
* Fui falar de choro e fiquei com a música(?) do Bruno e Marrone na cabeça. Virou título, claro.
quarta-feira, junho 21, 2006
terça-feira, junho 20, 2006
Continue a nadar, continue a nadar...
Então...
A linguagem
Eu já sabia que ox manauensex, opa, que os manauenses tinham uma certa tendência a chiar, só não sabia que era mania.
Acho que alguém chegou falando assim e acabou virando moda.
Na rua:
- Porque em doix mil e dois eu não trabalhava lá...
Ahhh, faça-me o favor!
A comida
Peixe, claro! Muito peixe. Peixe fresco e barato. Hummm
Também tinha uma frutinha intrigante que tava em todas: tucumã.
Era suco de tucumã, tucumã frita, sorvete de tucumã e o famoso X-Caboquinho (Cheese Caboquinho), pão, queijo e tucumã.
Sim, eu experimentei. É bonzinho...
Ah, sem esquecer do tal kikão que eu via em todas as placas de lanchonete.
- Prima, o que é kikão?
- Ah, é um cachorro-quente com um montão de coisas. Tem purê, passas, muita verdura...
- Hum. Na minha terra isso ainda continua sendo cachorro-quente.
A bebida
Ahh, o Guaraná Baré. O saudoso Guaraná Baré... Tinha o Real também, mas o Baré é perfeito. Perfeito.
Fora o regionalismo, consumi as porcarias industrializadas do mundo moderno. Muita pizza, sanduíche e milkshake.
abreparênteses O Humberto Werneck falou ontem sobre a importância dos interlocutores pra quem tá começando a escrever. Disse que cada pessoa deveria ter pelo menos três. Lembrei dos meu leitores fiéis. #1, #2 e #3 I love vocês!fechaparênteses
A linguagem
Eu já sabia que ox manauensex, opa, que os manauenses tinham uma certa tendência a chiar, só não sabia que era mania.
Acho que alguém chegou falando assim e acabou virando moda.
Na rua:
- Porque em doix mil e dois eu não trabalhava lá...
Ahhh, faça-me o favor!
A comida
Peixe, claro! Muito peixe. Peixe fresco e barato. Hummm
Também tinha uma frutinha intrigante que tava em todas: tucumã.
Era suco de tucumã, tucumã frita, sorvete de tucumã e o famoso X-Caboquinho (Cheese Caboquinho), pão, queijo e tucumã.
Sim, eu experimentei. É bonzinho...
Ah, sem esquecer do tal kikão que eu via em todas as placas de lanchonete.
- Prima, o que é kikão?
- Ah, é um cachorro-quente com um montão de coisas. Tem purê, passas, muita verdura...
- Hum. Na minha terra isso ainda continua sendo cachorro-quente.
A bebida
Ahh, o Guaraná Baré. O saudoso Guaraná Baré... Tinha o Real também, mas o Baré é perfeito. Perfeito.
Fora o regionalismo, consumi as porcarias industrializadas do mundo moderno. Muita pizza, sanduíche e milkshake.
abreparênteses O Humberto Werneck falou ontem sobre a importância dos interlocutores pra quem tá começando a escrever. Disse que cada pessoa deveria ter pelo menos três. Lembrei dos meu leitores fiéis. #1, #2 e #3 I love vocês!fechaparênteses
segunda-feira, junho 19, 2006
Eu voltei. Aqui é meu lugar!
De volta a Grande Rio Branco.
Viajar é bom demais, hein?! Nem que seja só um pulinho aqui na cidade vizinha.
Passei esses últimos cinco dias em Manaus. Não conhecia a cidade e o único contato que tive com ela foi em 1994, no aeroporto, voltando de Fortaleza.
Quando a gente viaja o senso observador e crítico ficam aguçadíssimos, né?
Primeiras impressões:
Pode-se dizer que é uma cidade grande. Tem cara de cidade grande. Tudo é longe. Tem shoppings, mas falta alguma coisa que eu ainda não descobri o que é.
Tudo o que é diferente chama logo atenção. O asfalto, por exemplo. Qualquer bequinho, ruela, atalho tem asfalto. É um asfalto preto demais rs. Nunca tinha visto um asfalto tão preto. Parece constantemente novo. E os buracos? Senti falta dos buracos...Lá os buracos não são como os que tem no campus da Ufac. São falhas no asfalto. Aquelas depressões que ficam quando o o asfalto é novo e passa muita coisa pesada em cima, sabe?
Mas mudando de assunto. Os ônibus. Onde eu fiquei passava uma penca deles, e olha que nem era um rua central.
Uma noite resolvemos ir de ônibus ao Amazonas Shopping. A parada (ou ponto) ficava bem perto e o nosso número era o 123.
Entrei e a passagem custava R$ 1,80. Paguei a minha e a da minha irmã e ficou faltando 0,10 centavos de troco.
Sentei e continuei observando. O ônibus cortava o bairro Santo Agostinho por ruas de todos tipos. Ruas estreitas por onde passavam dois ônibus de uma só vez. A gente só faltava entrar na casa do vizinho. Numa dessas vi uma casa com uma Vectra, um sofá e uma TV no mesmo espaço. Um espécie de garagem/sala. Povo econômico.
No metade da viagem...
- Moço, o sr. já tem meus 10 centavos?
- Não.
Não? Como não? pensei.
Ou aqui tem moeda de 0,80 centavos ou todo mundo usa vale, ou ainda, o cara quer me enrolar nos 0,10 centavos.
Quando estávamos parando:
- Cadê moço?
- Táqui, maninha. Deus me livre!
- Não é nem pelos 0,10 centav0s, moço...Mas eu não entraria aqui com 1,70, entraria? (a velha máxima)
Acreano pode se enganado no Acre, mas na casa alheia, nunca!
Paramos em frente ao shopping, passeamos, lanchamos e chegou a hora de voltar pra casa. A parada tava lotada, a chuva caia e eu gripada até o último. E lá vem o 456, o 122, 213, o 567 e nada, nada daquele povo ir embora.
- Meu Deus, aqui não tem aquele "Ônibus da Galera", não? Tipo o Calafate, Sobral. Aquele que esvazia a parada?
E passava um, e mais um e outro e a parada dando cria. Gente, gente, muita gente e gay, quantos gays (depois conto mais sobre isso).
Lá vem o umdoistrês. Levanto e muitos levantam também. Era o que eu o temia: o umdoitrês era um dos Ônibus da Galera.
Lotado até o talo.
Mais de meia hora de viagem.
O mesmo cobrador.
Mas o troco tava certo.
To be continued...
Viajar é bom demais, hein?! Nem que seja só um pulinho aqui na cidade vizinha.
Passei esses últimos cinco dias em Manaus. Não conhecia a cidade e o único contato que tive com ela foi em 1994, no aeroporto, voltando de Fortaleza.
Quando a gente viaja o senso observador e crítico ficam aguçadíssimos, né?
Primeiras impressões:
Pode-se dizer que é uma cidade grande. Tem cara de cidade grande. Tudo é longe. Tem shoppings, mas falta alguma coisa que eu ainda não descobri o que é.
Tudo o que é diferente chama logo atenção. O asfalto, por exemplo. Qualquer bequinho, ruela, atalho tem asfalto. É um asfalto preto demais rs. Nunca tinha visto um asfalto tão preto. Parece constantemente novo. E os buracos? Senti falta dos buracos...Lá os buracos não são como os que tem no campus da Ufac. São falhas no asfalto. Aquelas depressões que ficam quando o o asfalto é novo e passa muita coisa pesada em cima, sabe?
Mas mudando de assunto. Os ônibus. Onde eu fiquei passava uma penca deles, e olha que nem era um rua central.
Uma noite resolvemos ir de ônibus ao Amazonas Shopping. A parada (ou ponto) ficava bem perto e o nosso número era o 123.
Entrei e a passagem custava R$ 1,80. Paguei a minha e a da minha irmã e ficou faltando 0,10 centavos de troco.
Sentei e continuei observando. O ônibus cortava o bairro Santo Agostinho por ruas de todos tipos. Ruas estreitas por onde passavam dois ônibus de uma só vez. A gente só faltava entrar na casa do vizinho. Numa dessas vi uma casa com uma Vectra, um sofá e uma TV no mesmo espaço. Um espécie de garagem/sala. Povo econômico.
No metade da viagem...
- Moço, o sr. já tem meus 10 centavos?
- Não.
Não? Como não? pensei.
Ou aqui tem moeda de 0,80 centavos ou todo mundo usa vale, ou ainda, o cara quer me enrolar nos 0,10 centavos.
Quando estávamos parando:
- Cadê moço?
- Táqui, maninha. Deus me livre!
- Não é nem pelos 0,10 centav0s, moço...Mas eu não entraria aqui com 1,70, entraria? (a velha máxima)
Acreano pode se enganado no Acre, mas na casa alheia, nunca!
Paramos em frente ao shopping, passeamos, lanchamos e chegou a hora de voltar pra casa. A parada tava lotada, a chuva caia e eu gripada até o último. E lá vem o 456, o 122, 213, o 567 e nada, nada daquele povo ir embora.
- Meu Deus, aqui não tem aquele "Ônibus da Galera", não? Tipo o Calafate, Sobral. Aquele que esvazia a parada?
E passava um, e mais um e outro e a parada dando cria. Gente, gente, muita gente e gay, quantos gays (depois conto mais sobre isso).
Lá vem o umdoistrês. Levanto e muitos levantam também. Era o que eu o temia: o umdoitrês era um dos Ônibus da Galera.
Lotado até o talo.
Mais de meia hora de viagem.
O mesmo cobrador.
Mas o troco tava certo.
To be continued...
terça-feira, junho 13, 2006
Aos 21
Aos 21 eu pretendo viver mais, aprender mais, estudar mais, chorar menos, errar menos, sofrer mesmo.
Aos 2.1 eu quero ser forte, potente, inteligente e dirigir melhor.
Aos 20+1 eu me desejo saúde, felicidade e todos aqueles clichês de aniversáio.
Hoje, hoje eu só quero que essa gripe nojenja e essa tosse cachorrenta se mandem pra bem longe daqui e que o Brasil ganhe de 3x2, pra eu faturar o bolão da sala.
Aos 2.1 eu quero ser forte, potente, inteligente e dirigir melhor.
Aos 20+1 eu me desejo saúde, felicidade e todos aqueles clichês de aniversáio.
Hoje, hoje eu só quero que essa gripe nojenja e essa tosse cachorrenta se mandem pra bem longe daqui e que o Brasil ganhe de 3x2, pra eu faturar o bolão da sala.
segunda-feira, junho 12, 2006
A verdade
O Dia dos Namorados é apenas uma data que precede o dia mais importante do ano: meu aniversário.
Vivas!
Vivas!
sexta-feira, junho 09, 2006
Vocês perderam, meus leitores fiéis!
Ontem foi a visita do MEC. A tão adiada visita do MEC.
Dois senhores bondosos e simpáticos nos perguntavam como anda o Curso de Jornalismo da Ufac.
A princípio poucos se manifestaram, mas depois a conversa fluiu.
Ela ainda não havia chegado e eu estava dando graças a Deus por isso. Sem ela, a conversa teria 50% de chance de dar certo.
Então ela chega e eu penso, "vai dar merda!"
Ela se mantém calada e até aí tudo bem.
Ela levanta a mão e eu baixo a cabeça.
"Não, porque na MINHA turma os professores NUNCA apresentaram o plano de curso"
Já pensaram que duas palavras mais traiçoeiras essas?!
Como é que a criatura abre a boca e fala com toda a propriedade do mundo, se apossando de uma turma de quase 30 alunos?
Como é possível que em 6 semestres, com mais de 40 disciplinas, um professor nunca, never, jamás apresentou um plano de curso?
Que ela não pensou/pensa antes de falar é fato. Agora que eu ia falar alguma coisa depois disso era novidade.
Depois da reunião eu chamei ela no canto, perguntei quem ela pensava que era pra falar aquilo, puxei-a pelos cabelos negros, bati a cabeça dela na coluna, saimos rolando pela grama, mas eu ganhei a briga!
* O parágrafo acima é fictício. Foi só pra animar um pouco.
Eu apenas falei "Quando tu quiser falar essas merdas que tu fala dentro de sala, não coloca todo mundo no meio não, sua babaca!"
Mentira. Isso aí eu só pensei. O que eu falei foi:
"Vc tem o direito de expor sua opinião, mas, por favor, quando fizer isso, não fale pela turma, porque não é verdade."
"Ahh, só pq vcs querem mascarar o curso eu tenho que fazer o mesmo?!"
* Nessa hora a Loira G já tava "Ai, papai! Me segura!"
"Eu só disse que pra vc não generalizar, porque isso é sério"
"Amiga (travei os dentes qnd ouvi essa), ninguém, além da Graça, deu plano de aula até hoje"
A gente discutiu mais um pouco até o fim do corredor aí eu lembei com quem tava falando e resolvi fazer algo útil: poupar minha paciência e ir pra casa.
E olha que o semestre tá só começando...
Dois senhores bondosos e simpáticos nos perguntavam como anda o Curso de Jornalismo da Ufac.
A princípio poucos se manifestaram, mas depois a conversa fluiu.
Ela ainda não havia chegado e eu estava dando graças a Deus por isso. Sem ela, a conversa teria 50% de chance de dar certo.
Então ela chega e eu penso, "vai dar merda!"
Ela se mantém calada e até aí tudo bem.
Ela levanta a mão e eu baixo a cabeça.
"Não, porque na MINHA turma os professores NUNCA apresentaram o plano de curso"
Já pensaram que duas palavras mais traiçoeiras essas?!
Como é que a criatura abre a boca e fala com toda a propriedade do mundo, se apossando de uma turma de quase 30 alunos?
Como é possível que em 6 semestres, com mais de 40 disciplinas, um professor nunca, never, jamás apresentou um plano de curso?
Que ela não pensou/pensa antes de falar é fato. Agora que eu ia falar alguma coisa depois disso era novidade.
Depois da reunião eu chamei ela no canto, perguntei quem ela pensava que era pra falar aquilo, puxei-a pelos cabelos negros, bati a cabeça dela na coluna, saimos rolando pela grama, mas eu ganhei a briga!
* O parágrafo acima é fictício. Foi só pra animar um pouco.
Eu apenas falei "Quando tu quiser falar essas merdas que tu fala dentro de sala, não coloca todo mundo no meio não, sua babaca!"
Mentira. Isso aí eu só pensei. O que eu falei foi:
"Vc tem o direito de expor sua opinião, mas, por favor, quando fizer isso, não fale pela turma, porque não é verdade."
"Ahh, só pq vcs querem mascarar o curso eu tenho que fazer o mesmo?!"
* Nessa hora a Loira G já tava "Ai, papai! Me segura!"
"Eu só disse que pra vc não generalizar, porque isso é sério"
"Amiga (travei os dentes qnd ouvi essa), ninguém, além da Graça, deu plano de aula até hoje"
A gente discutiu mais um pouco até o fim do corredor aí eu lembei com quem tava falando e resolvi fazer algo útil: poupar minha paciência e ir pra casa.
E olha que o semestre tá só começando...
quinta-feira, junho 08, 2006
Eu não disse?!
Esses dias o Heldinho (leia-se Indice Principal) comentou que tava sem assunto pra escrever e eu disse a ele que o nosso 6º período de Comunicação Social/Jornalismo prometia...
Dito e feito!
Ontem, primeira aula do professor Coração (nome fictício, pq pelo ego daquele homem ele deve fazer pesquisas diárias no Google com o nome dele) e já teve showzinho.
Ele saiu da sala, chamou o coordenador e abandonou a disciplina.
Eu já imaginava que isso iria acontecer, mas não tão rápido.
O Coração é aquele tipo de professor que não aceita ser questionado.[ironia] É um homem culto, viajado e que trabalha na universidade há anosss[/ironia].
Sempre entra na sala com uma pilha de livros, deixando claro que ele é o filósofo e vc é o aluno.
O que eu acho mais engraçado no Coração, é que nem ser odiado ele consegue. Ele é apenas motivo de chacota. É tão ridículo que chega a ser hilário.
Na outra disciplina que ele misnistrou na nossa sala nós tivemos uma "pequena" discussão e acabou deixando nossa "relação estremecida", já que ele conhecia meu pai e nunnca, nuunnnca esperava tal atitude de mim.
O que eu fiz?
Tava copiando uma xerox de outra disciplina na hora da aula dele.
O que a outra moça fez ontem?
Perguntou pelo plano de aula.
Só isso!
Se ele volta?
Aposto que sim.
Dito e feito!
Ontem, primeira aula do professor Coração (nome fictício, pq pelo ego daquele homem ele deve fazer pesquisas diárias no Google com o nome dele) e já teve showzinho.
Ele saiu da sala, chamou o coordenador e abandonou a disciplina.
Eu já imaginava que isso iria acontecer, mas não tão rápido.
O Coração é aquele tipo de professor que não aceita ser questionado.[ironia] É um homem culto, viajado e que trabalha na universidade há anosss[/ironia].
Sempre entra na sala com uma pilha de livros, deixando claro que ele é o filósofo e vc é o aluno.
O que eu acho mais engraçado no Coração, é que nem ser odiado ele consegue. Ele é apenas motivo de chacota. É tão ridículo que chega a ser hilário.
Na outra disciplina que ele misnistrou na nossa sala nós tivemos uma "pequena" discussão e acabou deixando nossa "relação estremecida", já que ele conhecia meu pai e nunnca, nuunnnca esperava tal atitude de mim.
O que eu fiz?
Tava copiando uma xerox de outra disciplina na hora da aula dele.
O que a outra moça fez ontem?
Perguntou pelo plano de aula.
Só isso!
Se ele volta?
Aposto que sim.
terça-feira, junho 06, 2006
Reforma
Lá em casa tá uma bagunça. Minha mãe teve a brilhante idéia de reformar e redecorar o quarto da minha irmã e viva a poeira!
O melhor de tudo e ter que aturar o capinteiro/pedreiro/pintor/encanador/cara mais mala do mundo: Chinha.
Minha irmã diz:
- Chinha, eu posso pintar com esse pincel?
- Menina, tu pode pintar até com teu nariz, só não me perturba mais não, pelo amor de Deus!
Comigo o tratamento é de primeira:
- Ô amarela, o que é pra fazer aqui no teu quarto, hein?
E assim caminha a humanidade...
* 06/06/06 Booooo!
O melhor de tudo e ter que aturar o capinteiro/pedreiro/pintor/encanador/cara mais mala do mundo: Chinha.
Minha irmã diz:
- Chinha, eu posso pintar com esse pincel?
- Menina, tu pode pintar até com teu nariz, só não me perturba mais não, pelo amor de Deus!
Comigo o tratamento é de primeira:
- Ô amarela, o que é pra fazer aqui no teu quarto, hein?
E assim caminha a humanidade...
* 06/06/06 Booooo!
quinta-feira, junho 01, 2006
A conspiração
Começo a acreditar que existe uma conspiração com o objativo de me fazer passar por situações constrangedoras.
Incrível como eu passo vergonha na rua!
Lá vinha eu linda e morena pelas calçadas de White River, nas proximidades da Secretaria de Comunicação, quando avisto um "Seu Zé" com a perna machucada, uma muleta e apenas um par de dentes na boca.
Ao me aproximar ele diz:
-Eu só quero um beijinho no rosto...
- Não.
Tento ultrapassar pela esquerda e ele impede a passagem com a muleta.
-É só um beijinho.
- Nãão!
Tento a saída pela direita e ele não deixa eu passar.
A calçada já não tinha mais espaço. Havia uma arbusto impedindo a fuga e um carro estacionado atrapalhando.
Lá vem ele com tudo e eu saio correndo pela rua
- Nãããããooooo!
Ele sai resmungando:
- Tudo bem, tudo bem, eu não sou o Latino, mas eu sei latir: au au au!
Valei-me!
* Minha mãe diz que eu tenho um cupido pobre.
Incrível como eu passo vergonha na rua!
Lá vinha eu linda e morena pelas calçadas de White River, nas proximidades da Secretaria de Comunicação, quando avisto um "Seu Zé" com a perna machucada, uma muleta e apenas um par de dentes na boca.
Ao me aproximar ele diz:
-Eu só quero um beijinho no rosto...
- Não.
Tento ultrapassar pela esquerda e ele impede a passagem com a muleta.
-É só um beijinho.
- Nãão!
Tento a saída pela direita e ele não deixa eu passar.
A calçada já não tinha mais espaço. Havia uma arbusto impedindo a fuga e um carro estacionado atrapalhando.
Lá vem ele com tudo e eu saio correndo pela rua
- Nãããããooooo!
Ele sai resmungando:
- Tudo bem, tudo bem, eu não sou o Latino, mas eu sei latir: au au au!
Valei-me!
* Minha mãe diz que eu tenho um cupido pobre.
quarta-feira, maio 31, 2006
Ahh o poder público...
Mandei revelar umas fotos pela internet. Paguei o boleto. Recebi confirmação de envio. Acompanhei a situação do pedido pelo site e quando chega na Grande Rio Branco, o que acontece?
O número não existe, informa os Correios (ou seria Correio? Não sei.)
Vou aos Correios (Correios mesmo, porque eu fui em váaarias agências)
Começa a operação resgate da encomenda.
Liga ali, procura na outra caixa, repete o nome, o endereço, fala com o carteiro, liga pra empresa, volta pra agência. Fim.
A encomenda voltou pra empresa, que fica bem ali, no Rio Grande do Sul.
A empresa: a sra. terá que pagar o frete novamente pra ter suas fotos.
A destinatária entra num estado de fúria. Liga para os Correios, esculhamba o carteiro e termina com boa e velha frase "Eu vou processar vocês!"
O problema vira uma bola de neve. A destinatária não tem mais um endereço. Ela não sabe onde mora.
Liga pra prefeitura, explica o drama e pergunta qual o nome registrado da rua.
- A sra. está com seu IPTU em mãos?
- Não, moço. Eu tô no trabalho.
- O número de sua rua está no IPTU.
- Certo. E o nome que está registrado nos Correios é o mesmo?
- Infelizmente nós não temos esse elo.
- Como não? Então qual o endereço eu uso?
- Boa pergunta...
Considerações:
* Segunda-feira foi uma dia maravilhoso comparado a hoje.
* Ah sim, eu sou reclamona. Muito.
O número não existe, informa os Correios (ou seria Correio? Não sei.)
Vou aos Correios (Correios mesmo, porque eu fui em váaarias agências)
Começa a operação resgate da encomenda.
Liga ali, procura na outra caixa, repete o nome, o endereço, fala com o carteiro, liga pra empresa, volta pra agência. Fim.
A encomenda voltou pra empresa, que fica bem ali, no Rio Grande do Sul.
A empresa: a sra. terá que pagar o frete novamente pra ter suas fotos.
A destinatária entra num estado de fúria. Liga para os Correios, esculhamba o carteiro e termina com boa e velha frase "Eu vou processar vocês!"
O problema vira uma bola de neve. A destinatária não tem mais um endereço. Ela não sabe onde mora.
Liga pra prefeitura, explica o drama e pergunta qual o nome registrado da rua.
- A sra. está com seu IPTU em mãos?
- Não, moço. Eu tô no trabalho.
- O número de sua rua está no IPTU.
- Certo. E o nome que está registrado nos Correios é o mesmo?
- Infelizmente nós não temos esse elo.
- Como não? Então qual o endereço eu uso?
- Boa pergunta...
Considerações:
- Eu sempre morei difícil, admito, mas as coisas sempre chegaram.
- O carteiro é novato, inexperiente e burro, diga-se de passagem.
- Depois dessa, provavelmente a minha travessa terá um nome.
- Eu realmente vou processar os Correios.
- Alguém me empresta o dinheiro do frete?
* Segunda-feira foi uma dia maravilhoso comparado a hoje.
* Ah sim, eu sou reclamona. Muito.
segunda-feira, maio 29, 2006
MONDAY MONDAY, SO GOOD TO ME
O gato gordo odeia segundas-feiras, todos os problemas aparecem na segunda, o sono da segunda de manhã é mais pesado e a preguiça também, e lá me vem o The Mama's & The Papa's com Segunda-feira, tão bom pra mim...Segunda-feira, não vá embora...Segunda-feira, esteja aqui para ficar.
Só se for feriado!
Só se for feriado!
terça-feira, maio 23, 2006
Ontem tive prova. Pior que prova, só prova de Introd. à Economia no frio.
Ai, aqueles textos, nomes, termos do economês...
Fiz como nos velhos tempos. Uma folha A4 dobrada ao meio com os principais assuntos dos textos escritos a lápis (não era cola). Sempre utilizava esse recurso pra estudar e, geralmente, dava certo.
Eu só não contava com uma coisa naquela noite: o branco. O famoso branco que fora mencionado poucos minutos antes da prova e que acaba com a vidade qualquer um.
Ao dar uma primeira lida na prova eu vi que tinha estudado tudo, estava tudinho na folhinha mágica.
Tranquilidade.
Confiança.
Bic preta na mão.
Um risco, um rabisco, uma resposta
O BRANCO
Qual era mesmo a resposta da 2?
Meu Deus do céu, acabei de ler isso. Eu vi isso agorinha. Como pude esquecer?!
Fechei os olhos e visualizei minha folhinha branca com as letrinhas pequenas e tortinhas. Apertava os olhos pra ver se conseguia ler. Buscava de todas as formas um zoom na minha memória fotográfica. Quando estava quase conseguindo...Ouço um barulhinho.
Meu Deus, o Helder já ta rabiscando a prova dele! - pensei.
Pronto, todo o raciocício foi embora...Agora nem psicografia dava jeito.
Aí veio a questão 3, a dissertação da 4 e eu entreguei a prova.
Meu único consolo é que VAI DAR CERTO! SEMPRE DÁ!
Ai, aqueles textos, nomes, termos do economês...
Fiz como nos velhos tempos. Uma folha A4 dobrada ao meio com os principais assuntos dos textos escritos a lápis (não era cola). Sempre utilizava esse recurso pra estudar e, geralmente, dava certo.
Eu só não contava com uma coisa naquela noite: o branco. O famoso branco que fora mencionado poucos minutos antes da prova e que acaba com a vidade qualquer um.
Ao dar uma primeira lida na prova eu vi que tinha estudado tudo, estava tudinho na folhinha mágica.
Tranquilidade.
Confiança.
Bic preta na mão.
Um risco, um rabisco, uma resposta
O BRANCO
Qual era mesmo a resposta da 2?
Meu Deus do céu, acabei de ler isso. Eu vi isso agorinha. Como pude esquecer?!
Fechei os olhos e visualizei minha folhinha branca com as letrinhas pequenas e tortinhas. Apertava os olhos pra ver se conseguia ler. Buscava de todas as formas um zoom na minha memória fotográfica. Quando estava quase conseguindo...Ouço um barulhinho.
Meu Deus, o Helder já ta rabiscando a prova dele! - pensei.
Pronto, todo o raciocício foi embora...Agora nem psicografia dava jeito.
Aí veio a questão 3, a dissertação da 4 e eu entreguei a prova.
Meu único consolo é que VAI DAR CERTO! SEMPRE DÁ!
sexta-feira, maio 19, 2006
Que dia compriiiido!
Uma maravilhosa manhã de sexta-feira, precedendo um sábado ainda melhor e o tempo insiste em se arrastar... E eu aqui no trabalho fazendo especificamente nada!
Bem que eu poderia fazer nada em outro lugar, não é?!
Na verdade, lá fora eu tenho um mundo de coisas para fazer, mas tô eu aqui acompanhando cada minuto do relógio e esperando as benditas 11 horas do dia.
Uma maravilhosa manhã de sexta-feira, precedendo um sábado ainda melhor e o tempo insiste em se arrastar... E eu aqui no trabalho fazendo especificamente nada!
Bem que eu poderia fazer nada em outro lugar, não é?!
Na verdade, lá fora eu tenho um mundo de coisas para fazer, mas tô eu aqui acompanhando cada minuto do relógio e esperando as benditas 11 horas do dia.
quarta-feira, maio 17, 2006
terça-feira, maio 16, 2006
Ê lerê...
Tô sentido que hj o post vai ser estilo "Meu querido diário", mas nessa fase que eu tô passando não há como fugir disso.
Preapare-se para ler, porque hoje eu vou sentar no divã e falar tudo que tá incomodando.
Tô (bem) mais chata, triste, indecisa, chata, deprimida, chata. Um verdadeiro trapo humano. Um fracasso da humanidade. Um nada!
Minha rinite tá atacada e minha gastrite nem se fala...
Os pensamentos não dão trégua e vejo que a intenção deles é me enlouquecer de vez.
Durmo mal, acordo pior, passo o dia mais ou menos e lá vem a noite de novo.
Converso, conto, despejo, leio e ouço conselhos e nada disso vai embora...
Decido parar de pensar, mas volta e meia o tormento retorna.
Ô praga desgraçada!
Xô urucubaca!
Essas crises de adolescente aos (quase) 21 anos um dia ainda me matam de desgoto...aff!
Tô sentido que hj o post vai ser estilo "Meu querido diário", mas nessa fase que eu tô passando não há como fugir disso.
Preapare-se para ler, porque hoje eu vou sentar no divã e falar tudo que tá incomodando.
Tô (bem) mais chata, triste, indecisa, chata, deprimida, chata. Um verdadeiro trapo humano. Um fracasso da humanidade. Um nada!
Minha rinite tá atacada e minha gastrite nem se fala...
Os pensamentos não dão trégua e vejo que a intenção deles é me enlouquecer de vez.
Durmo mal, acordo pior, passo o dia mais ou menos e lá vem a noite de novo.
Converso, conto, despejo, leio e ouço conselhos e nada disso vai embora...
Decido parar de pensar, mas volta e meia o tormento retorna.
Ô praga desgraçada!
Xô urucubaca!
Essas crises de adolescente aos (quase) 21 anos um dia ainda me matam de desgoto...aff!
quinta-feira, maio 11, 2006
As versões para o acidente que vitimou o geólogo da USP:
Minha primeira fonte (mãe) derrubou a passarela, matou o “engenheiro” da USP e quebrou a perna de mais dois.
Meu colega de trabalho disse que o negócio foi o seguinte “Um operário (qualquer) estava trabalhando em umas das pilastras da passarela, se desequilibou, caiu e foi espetado pelos ferros da ponte. O corpo já ta até no IML”.
Uma amiga do meu tio jurou que a passarela tremeu, sacudiu e balançou, fazendo com o que as tábuas caíssem na cabeça do engenheiro.
Os jornais dizem isso:
http://www.jornalatribuna.com.br/geral_01.htm
Isso:
http://www.oriobranco.com.br/geral_1.htm
E ainda isso:
http://www.agazeta-acre.com.br/cidades.htm
Eu?
Eu e meus fiéis leitores ficamos com a hipótese de suicídio.
Afinal, como diria o nosso amigo Aurélio:
morrer . [Do lat. vulg. morrere, por mori.] V. int. (...): abotoar o paletó, apagar, apitar, assentar o cabelo, bafuntar, bater a alcatra na terra ingrata, bater as botas, bater a caçoleta, bater a canastra, bater a pacuera, bater com a cola na cerca, bater o pacau, bater o prego, bater o trinta-e-um, bater o trinta-e-um-de-roda, botar o bloco na rua, comer capim pela raiz, dar a alma ao Criador, dar à casca, dar à espinha, dar a lonca, dar a ossada, dar com o rabo na cerca, dar o couro às varas, dar o último alento, defuntar, desaparecer, descansar, descer à cova, descer à terra, descer ao túmulo, desencarnar, desinfetar o beco, desocupar o beco, desviver, dizer adeus ao mundo, embarcar, embarcar deste mundo para um melhor, empacotar, entregar a alma a Deus, entregar a alma ao Diabo, entregar a rapadura, espichar, espichar a canela, esticar, esticar a canela, esticar o cambito, esticar o pernil, estuporar(-se), expirar, fazer ablativo de partida, fazer ablativo de viagem, fazer passagem, fechar o paletó, fechar os olhos, fenecer, finar(-se), fincar as aspas no inferno, ir para a Cacuia, ir para a cidade dos pés juntos, ir para a Cucuia, ir para bom lugar, ir para o Acre, ir para o beleléu, ir para o outro mundo, ir(-se), ir(-se) desta para melhor, largar a casca, passar, passar desta para melhor, passar desta para melhor vida, pifar, pitar macaia, quebrar a tira, render a alma ao Criador, render o espírito, vestir o paletó de madeira, vestir o pijama de madeira, virar presunto.]
Minha primeira fonte (mãe) derrubou a passarela, matou o “engenheiro” da USP e quebrou a perna de mais dois.
Meu colega de trabalho disse que o negócio foi o seguinte “Um operário (qualquer) estava trabalhando em umas das pilastras da passarela, se desequilibou, caiu e foi espetado pelos ferros da ponte. O corpo já ta até no IML”.
Uma amiga do meu tio jurou que a passarela tremeu, sacudiu e balançou, fazendo com o que as tábuas caíssem na cabeça do engenheiro.
Os jornais dizem isso:
http://www.jornalatribuna.com.br/geral_01.htm
Isso:
http://www.oriobranco.com.br/geral_1.htm
E ainda isso:
http://www.agazeta-acre.com.br/cidades.htm
Eu?
Eu e meus fiéis leitores ficamos com a hipótese de suicídio.
Afinal, como diria o nosso amigo Aurélio:
morrer . [Do lat. vulg. morrere, por mori.] V. int. (...): abotoar o paletó, apagar, apitar, assentar o cabelo, bafuntar, bater a alcatra na terra ingrata, bater as botas, bater a caçoleta, bater a canastra, bater a pacuera, bater com a cola na cerca, bater o pacau, bater o prego, bater o trinta-e-um, bater o trinta-e-um-de-roda, botar o bloco na rua, comer capim pela raiz, dar a alma ao Criador, dar à casca, dar à espinha, dar a lonca, dar a ossada, dar com o rabo na cerca, dar o couro às varas, dar o último alento, defuntar, desaparecer, descansar, descer à cova, descer à terra, descer ao túmulo, desencarnar, desinfetar o beco, desocupar o beco, desviver, dizer adeus ao mundo, embarcar, embarcar deste mundo para um melhor, empacotar, entregar a alma a Deus, entregar a alma ao Diabo, entregar a rapadura, espichar, espichar a canela, esticar, esticar a canela, esticar o cambito, esticar o pernil, estuporar(-se), expirar, fazer ablativo de partida, fazer ablativo de viagem, fazer passagem, fechar o paletó, fechar os olhos, fenecer, finar(-se), fincar as aspas no inferno, ir para a Cacuia, ir para a cidade dos pés juntos, ir para a Cucuia, ir para bom lugar, ir para o Acre, ir para o beleléu, ir para o outro mundo, ir(-se), ir(-se) desta para melhor, largar a casca, passar, passar desta para melhor, passar desta para melhor vida, pifar, pitar macaia, quebrar a tira, render a alma ao Criador, render o espírito, vestir o paletó de madeira, vestir o pijama de madeira, virar presunto.]
segunda-feira, maio 08, 2006
A Era do Gelo ( esse é o título)
E lá vem ela com sua rasteirinha brilhante, calça capri e blusinha de alça. Chega na portaria, pega a chave, os jornais, sobe os 32 degraus, passa pela porta de vidro e pronto: é o outro tempo.
Agora ela tira no armário/guarda-roupa os casacos estrategicamente guardados e o par de meias.
Senta na poltrona, se acomoda, aquece as mãos, os pés e o trabalho começa. E todo santo dia é assim, faça chuva ou faça sol.
* Porque tenho saudades da época em que eu tinha liberdade pra desligar o ar-condicionado com um simples "tic". Só me resta a conformação de sentir vento polar que sai do teto.
E lá vem ela com sua rasteirinha brilhante, calça capri e blusinha de alça. Chega na portaria, pega a chave, os jornais, sobe os 32 degraus, passa pela porta de vidro e pronto: é o outro tempo.
Agora ela tira no armário/guarda-roupa os casacos estrategicamente guardados e o par de meias.
Senta na poltrona, se acomoda, aquece as mãos, os pés e o trabalho começa. E todo santo dia é assim, faça chuva ou faça sol.
* Porque tenho saudades da época em que eu tinha liberdade pra desligar o ar-condicionado com um simples "tic". Só me resta a conformação de sentir vento polar que sai do teto.
sexta-feira, maio 05, 2006
Sonho: [do latim somniu] – Efeito da emancipação da alma durante o sono. Quando os sentidos ficam entorpecidos, os laços que unem o corpo ea alma se afrouxam. Esta, tornando-se mais livre, recupera em parte suas faculdades de Espírito e entra mais facilmente em comunicação com os seres do mundo incorpóreo. A recordação que ela conserva ao despertar, do que viu em outros lugares e em outros mundos, ou em suas existências passadas, constitui o sonho propriamente dito...
Pra mim, só mais um momento de loucura.
Noite passada sonhei que uma amiga (já casada, dois filhos e professora de inglês) se apaixonava pelo Francisco Cuoco (ator global que um dia foi galã) numa roda de Capoeira.
Pra piorar, o marido dela (médico, estrangeiro e nem tão novo assim) descobria o "case" dela e entrava na capoeira pra tentar reconquistá-la.
Minha escova de dentes também quebrou no sonho.
Aí eu acordei...
* Acabou o jejum, fiéis leitores.
Pra mim, só mais um momento de loucura.
Noite passada sonhei que uma amiga (já casada, dois filhos e professora de inglês) se apaixonava pelo Francisco Cuoco (ator global que um dia foi galã) numa roda de Capoeira.
Pra piorar, o marido dela (médico, estrangeiro e nem tão novo assim) descobria o "case" dela e entrava na capoeira pra tentar reconquistá-la.
Minha escova de dentes também quebrou no sonho.
Aí eu acordei...
* Acabou o jejum, fiéis leitores.
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