Meu cartão não está fazendo compras no débito. Não consta
problema no sistema do BB. Peço outro cartão. Peço pra entregarem no meu
endereço novo. Pedem pra eu refazer a ligação e, na opção 6, alterar endereço.
Pedem uma senha de 4 dígitos. Não tenho essa senha. Pedem para que eu vá a um
caixa eletrônico mais próximo fazer essa senha. Não quero ir. Ligo de novo. Peço para entregarem
na agência. Uma fila de banco não pode ser pior que essa maratona. Peço para
irem à...(mentira. mas eles bem merecem)
sábado, outubro 13, 2012
sábado, setembro 08, 2012
Enganação cinematográfica
Fazia tempo que eu não caía em uma dessas ciladas cinematográficas,
mas era uma manhã de sábado e eu estava com pouca coragem, então, por que não?
Vi a sinopse, o ano, as atores... “É, acho que dá pra
assistir”, pensei. Ryan Reynolds não é lá meu ator preferido, mas apareceu sem
camisa nos primeiros dez minutos de filme. Vamos dar uma chance então...
Número 9 é um filme de 2007, cuja sinopse, segundo o
Telecine Action, era a seguinte:
“Três personagens distintos tem suas vidas alteradas por
enigmáticos fatos. Um ator problemático, uma apresentadora de um programa de
entrevistas e uma consagrada criadora de videogames têm suas vidas cruzadas de
uma maneira misteriosa pelo número 9”.
Não parece tão ruim, não é mesmo? MAS É!
Que me perdoem os amantes do cinema ou aqueles que têm um
grau intelectual maior, mas perdi 99 minutos da minha vida.
Tempo este que poderia ter sido gasto em coisas mais úteis,
como limpar meu banheiro ou organizar meu escritório.
No último segundo do filme, quando você percebe que não tem
mais jeito mesmo, que não dá mais tempo do negócio fazer sentido, você só tem
vontade de saber quem é o trombadinha responsável por isso. E o nome dele é
Jonh August, que eu não quero mais nem saber o que produziu ou irá produxir para o resto da vida.
Passar bem!
Just married
Enquanto isso, no lar doce lar...
Tarde de sábado, a esposa arrumando a casa e o marido vendo filme. Deu-se o diálogo:
- Sabia que os macacos não sabem nadar?
- Sério? E eles sabem arrumar a casa?
-Calmaí, amorrrrr!
:)
Tarde de sábado, a esposa arrumando a casa e o marido vendo filme. Deu-se o diálogo:
- Sabia que os macacos não sabem nadar?
- Sério? E eles sabem arrumar a casa?
-Calmaí, amorrrrr!
:)
terça-feira, agosto 28, 2012
Sobre sonhos
Nunca gostei de frases feitas. Sempre achei pobre se apropriar do pensamento alheio pra seguir a vida.
Hoje penso diferente. Cheguei a uma fase da vida que é preciso um empurrão do outro pra que eu possa continuar
E aí veio o Pinterest, que é outra nova onda social para compartilhar imagens.
E, como eu sou chique, coleciono frases em inglês, só pra achar que my english is not too bad.
E fiz da frase do Lowell Lundstrom (que eu não faço a mínima idéia de quem seja), meu mantra pra vida.
Hoje penso diferente. Cheguei a uma fase da vida que é preciso um empurrão do outro pra que eu possa continuar
E aí veio o Pinterest, que é outra nova onda social para compartilhar imagens.
E, como eu sou chique, coleciono frases em inglês, só pra achar que my english is not too bad.
E fiz da frase do Lowell Lundstrom (que eu não faço a mínima idéia de quem seja), meu mantra pra vida.
segunda-feira, agosto 27, 2012
Pensa
Eu nasci pensa. Sabe como é? É quando você pende pra um lado. É torta, desequilibrada.
A esse desequilíbrio soma-se a desatenção e surge eu. Eu bonita, morena e cheia de hematomas roxos nas canelas.
A esse desequilíbrio soma-se a desatenção e surge eu. Eu bonita, morena e cheia de hematomas roxos nas canelas.
quarta-feira, abril 18, 2012
Este blog não morreu!
Apesar dos boatos, da desatualização, dos comentários pornográficos. Apesar das redes, das novidades tecnológicas e de tudo mais. Ele ainda vive. Vive na intenção de ser alimentado e respira com a ajuda de aparelhos.
Intenção é algo que não me falta. Eu sempre tenho vontade de escrever, mesmo que não agrade.
O que falta é exercitação, porque escrever exige tanta disciplina quanto malhar e, para essas duas atividades, sou uma à toa na vida.
Vou, mas volto.
sexta-feira, janeiro 13, 2012
Pagando de DJ
E só quando a gente entra no carro que lembra “Putz, não gravamos um novo CD”. Porque o carro é movido a gasolina, que é movido por mim, que sou movida por música (não necessariamente boa).
A ressalva é que sofro de uma espécie de Surto de Incoerência Musical e volta e meia faço umas misturas sem sentido.
Ainda não estabeleci um critério para a gravação dos meus CDs do carro e isso irrita muito a Lombinho.
É claro que existem os clássicos “Músicas para ouvir indo para Capixaba - 2009” ou “O melhor de setembro de 2008”, mas eles nunca mantêm um padrão musical.
Então de repente você está aqui ouvindo Gun’s e pula para Victor & Léo, que volta para Shakira, seguindo uma linearidade que não segue nada.
Mas daí hoje, numa sexta-feira 13, quando o céu amanheceu cinza, mas o dia acordou feliz, achei uma pasta em um desses CDs que me fez pensar que eu ainda tenho jeito.
Uma playlist recheada de Boas Canções Para se Ouvir Indo Para o Trabalho numa Sexta-feira que nem eu acreditei que tinha feito.
Um excelente repertório com a presença de Elvis Presley, Rolling Stones, Eagles, Creedence, A-HA e muito twist. Deu até orgulho de mim.
terça-feira, janeiro 10, 2012
O problema é...
Esses dias descobri porque o mundo anda assim, maluco. Foi preciso muita reflexão, falta do que fazer e balanço de rede, mas descobri. O problema é (lá vai): não se colocar no lugar do outro. Isso mesmo. Só isso. O problema é bem simples.
A gente não se coloca no lugar do outro, por isso a dificuldade em resolver as coisas.
Por isso as pessoas estacionam nas vagas prioritárias, dirigem bêbadas, furam filas e atrapalham a vida alheia.
E é por isso também que o vizinho quebra a nossa a telha e não se importa muito com isso, porque não foi a telha dele que quebrou e não é o sofá dele que molha quando chove.
Ele só entenderia se eu fosse à casa dele e jogasse um balde de água no sofá, mas isso eu não posso fazer, né? Não posso ajudar as pessoas a entenderam coisas simples. Porque, afinal, não é o sofá dele que tá molhando.
Depois da descoberta, ando tentando exercitar, sabe? Não atrapalhar tanto a vida dos outros, mesmo que eles tornem a minha um inferno.
É um exercício diário de paciência, amor ao próximo...Porra, custa arrumar a telha?
terça-feira, novembro 22, 2011
É comigo?
Já não basta o mundo ser empestado de pessoas sem noção. Não, elas também têm que ser melindrosas.
Aquelas com melindre, sabe? A tal “facilidade em se ofender”. E, nesse caso, o ditado popular “Se a carapuça serve” é regra. Pra esse tipo de gente, ela sempre serve.
Estão sempre falando com ela, dela, pra ela. Digam-me vocês se isso não é um problema?
É uma síndrome que afeta o sistema racional do cidadão e ele se torna incapaz de interpretar coisas simples, do dia-a-dia.
E não é coisa de pobre não. É de todo mundo. Do analfabeto ao mais instruído (o que é pior).
Aí você respira, conta até 10 e volta, porque não tem outro mundo pra viver mesmo...
terça-feira, novembro 01, 2011
Eu desejo...
Dizem que se a gente conta o pedido, ele não acontece. Mas e quando ele não acontece mesmo a gente mantendo segredo?
Há pelos menos 17 aniversários peço para ser menos desastrada. É sério, eu peço.
Desastres nunca são bons. Atrapalham o ciclo natural das coisas, tiram nossa paz, sujam nossa roupa e nosso carro.
Hoje eu estava incumbida de trazer o Nescau do café da manhã (sim, Nescau mesmo. Não ganho nada da Nestlé, mas não uso outro achocolatado, uso Nescau, ora bolas).
Deste Nescau, 56% derramou no carro, 30% na sacola do supermercado, 4% no elevador do trabalho e 10% em nossos três copos.
Logo, não adianta apertar os olhos em frente às velas e pedir menos desastre. O negócio é não trazer mais Nescau para o trabalho.
quarta-feira, setembro 21, 2011
Eu e o telefone
-Alô.
-Oi, Natécinha?
- Oi.
- A mãe vai demorar...
- Tá bom, mãe. Beijo.
- A mãe ta aqui na vó.
- Tá bom, mãe. Beijo.
- Tá a fulana, a sicrana, a...
- Tá bom, mãe. Beijo.
- Tá ouvindo?
- Tô, mãe. Já entendi. Um beijo.
domingo, setembro 18, 2011
mudar = transtornar
Transtorno
s.m. Ato ou efeito de transtornar.
Contrariedade; contratempo.
Desarranjo.
Perturbação mental.
Transtorno também pode ser conhecido quando seu vizinho resolve construir uma nova casa próxima ao seu muro e precisa mudar a sua antena da Sky de lugar.
Mudar
v.t. Remover, pôr em outro lugar, deslocar.
Alterar, modificar, transformar, converter.
Trocar, substituir.
V.i.. e v.pr. Transferir a residência, trocar de domicílio.
Alterar, modificar, transformar, converter.
Trocar, substituir.
V.i.. e v.pr. Transferir a residência, trocar de domicílio.
O que acontece é que quando se trata de coisas feitas na minha casa, “mudar e transtornar” se tornam intimamente ligados.
Mudar a antena de lugar é praticamente invocar a Teoria do Caos.
“Uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto.”
Fonte: Mundo Estranho
Logo, o que era pra ser uma troca de antena, uma reprogramação do sinal e ponto final, se transformou em cinco dias seguidos de ligação para Sky, cinco números de protocolo, cinco dias sem sinal, quatro agendamentos de reinstalação, uma solicitação de reinstalação particular, desembolso de um serviço que deveria ter sido realizado gratuitamente, horas de irritação, dias de cão e um futuro processo.
Viu?
Não é só trocar a antena de lugar. É O CAOS!
Aos dias
O domingo é da impaciência. Dela que traz consigo a angústia, a falta de esperança, o ‘não vai dar certo’.
Segunda, pode chegar.
E venha sem pena.
quarta-feira, agosto 31, 2011
Eu (meio que) voltei!
Talvez se eu escrevesse tudo de uma vez, compensaria os 317 dias de ausência.
É que esse mundo de ‘to share’ tudo que se faz nessa vida acabou criando muitos espaços e, na confusão, me acomodei aos 140 caracteres do Twitter.
Seguindo a linha “Meu querido diário”, o que tenho a dizer é que “Estou bem, obrigada”.
Seguindo a linha “Sugestível”, digo que ando fazendo muita coisa interessante. O problema é que eu me esqueço de contar aqui, mas to sempre por aqui e por aqui.
Um beijo e não me liga (continuo não curtindo telefone)
Shame on you
Ando tomada por uma síndrome aterrorizante: a Síndrome da Vergonha Alheia.
É aquela situação que você sabe que a pessoa vai passar vergonha e você começa a sentir isso por ela.
Dá vontade de sair correndo do lugar, porque parece que coisa está acontecendo contigo e todos vão te olhar.
Você não sabe se olha pra baixo, pro lado e começa a visualizar um buraco imaginário, onde você pode se esconder e ficar bem segura lá.
Essa síndrome também dá uma vontade extraordinária de tentar salvar a vítima. “Não faz isso não, vâmo ali comigo tomar um sorvete e esquece essa história”.
Mas não, a pessoa insiste em ficar, se expor e te expor ao ridículo, porque é assim que você se sente: ela!
Lombinho, sempre ela.
-Não posso ir, porque tenho que encapar 10 mil albinhos.
-Mana, mesmo eu e a mãe te ajudando, tu nunca vai conseguir encapar isso tudo.
-Não, mas não são 10, são 3.
-Mesmo assim, mana, 3 mil é muito. Tu não vai conseguir.
-Menina burra, tu nunca ouviu falar em figura de linguagem não? São só TRÊS álbuns.
-Mana, mesmo eu e a mãe te ajudando, tu nunca vai conseguir encapar isso tudo.
-Não, mas não são 10, são 3.
-Mesmo assim, mana, 3 mil é muito. Tu não vai conseguir.
-Menina burra, tu nunca ouviu falar em figura de linguagem não? São só TRÊS álbuns.
quarta-feira, julho 27, 2011
(mais) conversinhas
*E toca o DVD da Paula Fernandes...
Mãe: Qualquer dia desses posso trazer um gatinho aqui pra dançar essas músicas comigo?
Eu: Oi?
Mãe: É, um dia em que você não estiver aqui...
Eu: Eu sou a mãe, é?
Mãe: hahahahaha
Mãe: Qualquer dia desses posso trazer um gatinho aqui pra dançar essas músicas comigo?
Eu: Oi?
Mãe: É, um dia em que você não estiver aqui...
Eu: Eu sou a mãe, é?
Mãe: hahahahaha
segunda-feira, julho 18, 2011
How I wish...
Uma lente 24-70mm
317 mil dólares
Ir a São Paulo ainda esse ano
Aprender scrapbooking
Um monopé
Um poster do Romero Britto
Uma casa pra chamar de minha
Voltar a estudar inglês
Disciplina
Uma Polaroid
Lucidez
Caminhar na praia com o chinelo na mão
Mais lucidez.
Mais sorrisos
sexta-feira, julho 15, 2011
Já chega!
Duas coisas que tenho que parar de ser/fazer:
1ª - Deixar de ser burra que corta o cabelo;
2ª - Fingir entender coisas importantes ao telefone só para me livrar logo da ligação.
A moça me ligou e tentou de verdade explicar algo do meu interesse. Acontece que depois de alguns segundos de ligação o meu cérebro passa a funcionar no piloto automático e eu só consigo dar respostas afirmativas, a fim de me livrar logo da conversa.
Eu sei que ela queria dizer algo importante, só que demorou muito e quanto mais ela falava, menos eu ouvia.
Agora eu vou ter que dar meu jeito para saber o que era e acabar com essa farsa telefônica.
terça-feira, julho 05, 2011
Conversinhas
- Eu gosto do significado do meu nome. Combina comigo. Renata – Renascida
- O meu não tem significado, mas tem aquela história de amor super bonita do poeta que escrevia seus poemas proibidos para Natércia, que é anagrama de Caterina, a moça por quem ele era apaixonado.
-Ah, meu também tem a história daquela moça que usou um vestido rosa na faculdade e foi vaiada no prédio inteiro... (Essa é a Geisy, que não é Arruda).
Nesse mesmo dia...
- Pô, mas eu gosto da banda. O último show não foi lá muito bom, mas os caras têm história...
-Ah, eu também gosto muito. Adorei o último show!
- Taí, acho que gente poderia montar...
(pausa)
(...) uma empresa!
-Ufa, cara! Achei que tu ia querer montar uma banda de garagem a essa altura da vida!
- Eu também fiquei com medo.
*Diálogos fruto dos Encontros Tchurísticos Dominicais entre eu, Geisy e Renata.
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