domingo, junho 26, 2011

Ahhh, o amor!

Depois de produzida para um casamento, o noivo diz:

-Ahh, então é isso que a maquiagem faz...Deixa a pele lisinha com o Lightroom.
- Isso não é coisa que se diga!

sexta-feira, junho 17, 2011

Fotobiografia “Pelas trilhas que andei”

 
Hoje, sexta-feira (17), às 19h no auditório da Biblioteca da Floresta, em Rio Branco/AC, o PIUM Fotoclube realiza mais uma apresentação da série de fotobiografias. “Pelas trilhas que andei”, vai apresentar através da fotografia, memórias e aventuras das andanças do biólogo Lisandro Juno. A apresentação, além de belas fotos, enfocará também aspectos dos locais visitados.

Cruzeiro do Sul, Rio Grande do Norte, rio Chuchi-chá, Penísula Antártica e Suíça, são algumas das trilhas percorridas por Lisandro. O biólogo, que iniciou seus registros fotográficos com uma câmera “Xereta”, também vai abordar sua experiência com as mudanças tecnológicas, falando das dificuldades e facilidades que obtinha com equipamentos diferentes.

Lisandro Juno é graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos. Atua como docente na Universidade Federal do Acre – UFAC, desde 2000. Sua pesquisa é centrada em ecologia de peixes e ecossistemas aquáticos. Lisandro aproveita suas viagens de trabalho de pesquisa para exercitar o prazer de fotografar.

PIUM é uma associação aberta a fotógrafos, amadores, profissionais e entusiastas, que tenham interesse em compartilhar a fotografia e seus temas transversais. As atividades do PIUM são guiadas pela apreciação, produção e discussão da fotografia. Para mais informações sobre o PIUM, acesse o site: www.piumfotoclube.com.br

 
Serviço
Fotobiobrafia “Pelas trilhas que andei”, por Lisandro Juno
Data:  Hoje, sexta-feira, 17 de junho de 2011
Horário: 19h
Local: Auditório da Biblioteca da Floresta, Rio Branco, Acre
Entrada Gratuita
Realização: PIUM Fotoclube

terça-feira, maio 17, 2011

Diálogos

- Eu tenho uma vó clássica e uma que grita.
- E qual eu sou?
- A que grita.

*Afilhado de 5 anos e a avó (que grita).

domingo, maio 08, 2011

E assim a gente se comunica...

À la "Voz das Selvas".

Tchuras da colocação Rio Branco e do território do Rio de Janeiro,
D. Jamilsa Melo, do Grande Seringal Manaus, informa que vossa amiga D. Juliana passou por uma cirurgia no pé da barriga, no dia de ontem, mas esta já passa bem, só ainda não pode comer carne de caça, por que esta é reimosa. D. Juliana ainda não sabe o dia de seu regresso, mas a mesma diz que assim sabendo, informará e pede para  que suas amigas a esperem na boca do ramal a ser combinado.

segunda-feira, maio 02, 2011

Espelho, espelho meu!


Funciona assim: você compra um espelho grande - desses que dá pra se ver toda gata linda – e instala.
Daí, se em dois meses ou um ano (no meu caso) você decide levar esse espelho para outro lugar, aí ferrou, neguinho!
Nenhuma vidraçaria dessa cidade faz o serviço. E não é favor não, é querendo pagar mesmo.

-Sabe que o que é...É que corre o risco de quebrar...

Jesus Cristo, claro que eu sei que corre o risco de quebrar! Por isso mesmo eu queria contratar uma empresa que tem um carro que leva vidro e espelho o dia inteiro, mas não tem coragem de levar o meu.

Será que ela acha que eu não quero transportar esse espelho por pura preguiça?

Mas retomando, se conhecerem alguém que faça isso, AVISEM-ME!.

quinta-feira, abril 28, 2011

Sobre amizade, apenas três considerações:




Não nasce da noite para o dia;
Não deve gerar muitas discussões (porque pra brigar a gente já tem pai, mãe, irmã e marido);
Pode ser cultivada à distância.

sexta-feira, abril 15, 2011

Bullying


Já pratiquei e fui vítima de bullying em uma época em que isso nem nome tinha. Aliás, a primeira vez que eu ouvir falar nessa expressão foi em 2009, quando viajei pra João Pessoa e conheci uma jornalista lá que me contou a história de como foi fazer uma matéria sobre assunto.

Agora parece que o negócio pegou e em tempos de loucos invadindo escolas e matando crianças, todo cuidado é pouco.

Revendo minha vida escolar, lembrei de umas...

Quando eu tava na quarta série, na hora de um recreio qualquer, nós (eu e uma turma de crianças desocupadas) decidimos que iríamos irritar o Benedito – um garoto da terceira série. Como o Benedito era gordinho, começamos a chamá-lo de baleia e a correr pelo pátio. Numa dessas corridas eu perdi meu fôlego e tava recuperando o ar, encostada na coluna.  Foi nessa hora que o Benedito me pegou desprevenida, veio correndo e me deu um soco no estômago. Se eu ainda sou magra hoje, vocês imaginem aos 9 anos. E imaginem o que isso me rendeu.

De amarela eu fiquei roxa, azul e todas as cores de uma pessoa sem ar. Não consegui respirar e tive que ir pra enfermaria nos braços da Dona Elvira.  Claro que aprendi. Nunca mais chamei nenhum Benedito de baleia.

O mais irônico é que vez ou outra eu ainda o encontro por aí. Mas aposto que só eu me lembro dessa história. E acho até que isso não gerou grandes problemas. Ele me parece um rapaz tranqüilo e maduro, que não anda mais esmurrando garotas ‘pafrentes’ e sem intenção de se vingar. Assim espero.

Um ano depois veio o troco. Na quinta série, quando as pessoas pouco confundiam meu nome e até faziam trocadilhos com ele, os meninos da minha sala resolveram me aborrecer me chamando de Natesta. Mais que isso. Eles decidiram passar um recreio inteiro correndo ao meu redor, me chamando de Natesta e dando um tapa na testa - que nem é assim tão grande. Quando a testinha ficou vermelha e minha paciência foi embora, levei todo mundo pra diretoria e os meninos passaram um tempão sem falar comigo.

Acho que isso também foi superado na época de escola. Hoje em dia a maior parte do meu tempo é dedicado a esclarecer como escrever meu nome corretamente e não pretendo matar ninguém por isso.

quinta-feira, abril 14, 2011

Kit sobrevivência

Três coisas que deveriam vender na farmácia (ou no açougue mais próximo da sua casa):

Paciência (porque "o mundo vai girando cada vez mais veloz, a gente espera do mundo e o mundo espera de nós um pouco mais de paciência");
Noção (em doses generosas e a preço de banana);
Filtro (porque vomitar tudo que pensa nem sempre é prudente).

terça-feira, abril 12, 2011

Mais do trânsito


Não sei o que faz as pessoas acharem que às 20h de sábado à noite os faróis não precisam ser mais obedecidos e saem furando tudo.
Aí a gente tenta encontrar alguma justificativa pra isso, começa a falar que é cultural, que é do acreano...
Cultural é comer baixaria no Mercado do Bosque e coisa de acreano é chamar bola de gude de peteca. Furar sinal vermelho é outra coisa. É imprudência, irresponsabilidade, e, no mínimo, falta de educação.
A gente tem mania de querer justificar o injustificável. Se ainda morássemos em um lugar que é perigoso parar no sinal, porque você corre o risco de ser assaltado, mas não. A gente para porque tem que parar. Porque naquele lance de signo, significado e significância, o vermelho é pare e o verde é siga.
Mas quem liga pra isso num sábado à noite, não é mesmo?
O que me dana a vida é que se a gente bate no carro de um indivíduo desses ou até mata um motoqueiro malucão, a gente é ruim, não?

domingo, março 27, 2011

Pode isso, Arnaldo?

A impressão que dá é que um belo dia as pessoas acordaram e disseram “Ah, tem aquele artista, o Romero Britto. Vamos usar a obra dele como ‘referência’!”.

E assim nasceu a identidade visual do Carnaval 2011 e a capa de um edital da Lei de Incentivo à Cultura.

Não sei vocês, mas eu imagino que, se o Romero não estiver ciente disso e não ganhou nada pra emprestar suas obras, ficaria muuuito chateado, né não? Eu ficaria.

Mas eu também imagino que deva estar tudo certinho, porque as pessoas que trabalham com isso não seriam irresponsáveis em usar a técnica de um artista assim na maior, só porque a gente mora no Acre e ninguém nunca iria descobrir, não é mesmo?

Como eu disse, é só a impressão que dá...

Ah, e pra quem não conhece o trabalho do Romero Britto, aqui vai o site oficial

Um abraço...do Romero Britto



sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Inté

Aos amigos, leitores e psicopatas, aviso que estarei ausente por uns dias.
Tenho um encontro marcado com o mar. Ele sente saudades e eu também.
Beijos.
Hasta.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Golpe baixo

Olha, eu vou dizer uma coisa pra vocês...O que a publicidade anda fazendo esses últimos tempos tá acabando comigo em tempos de TPM.

Não sei se eles dão algum nome pra isso, se é mesmo uma tendência atual ou já praticada há algum tempo, o que eu sei é que essa história de humanizar comerciais tem dado super certo comigo. Se eu tivesse grana, compraria tudo que me oferecessem...

O comercial a seguir foi uma dica da amiga e jornalista Rafaela Schuindt, via Facebook.

Golpe baixo, hein Pantene?!

domingo, fevereiro 13, 2011

3° Festival do Júri Popular

Imagine um festival de cinema que você de espectador vira júri?
Está pertinho disso acontecer.
De 14 a 20 de fevereiro, Rio Branco recebe pela segunda vez a terceira edição do evento
cinematográfico mais abrangente do Brasil, o Festival do Júri Popular,
Festival de curtas-metragens, sem Júri Oficial, onde você decide todas
as categorias, incluindo melhor filme, roteiro, direção, montagem, atriz/ator etc.
O evento ocorre simultaneamente em 21 estados do país, nas cinco regiões
e apresenta uma oportunidade única do público refletir e opinar sobre o que vê
e ter acesso a mais recente produção brasileira de curtas-metragens.

Em Rio Branco, a edição acontece na Filmoteca Acreana, na Biblioteca Pública,
De 14 a 20 de fevereiro, as 19h. Toda programação é GRATUITA.

A realização do evento é da Sobretudo Produções e Tela Brasilis,
Produção Local: Associação Samaúma Cinema e Vídeo, apoio local:
Governo do Estado do Acre, TV Aldeia e Biblioteca Pública.

Convoquem os amigos para as sessões.

Programação de Estréia


Dia 14 de fevereiro (segunda -feira), as 19h.


Competitiva 1 (14 anos) – 93'


- Angeli 24h, de Beth Formaggini, 25’, RJ, doc.

Sinopse: Documentário sobre o cartunista Angeli e as transformações em suaobra.O filme é centrado na sua obsessão pelo trabalho e na crise entre ser um artista da cultura pop, produzindo diariamente novas chargese tirinhas para várias mídias, e ao mesmo tempo exigir de si mesmoradicalidade e capacidade de se renovar, sempre botando o dedo na ferida.


- A Dama do Peixoto, de Douglas Soares e Allan Ribeiro, 12’, RJ, doc.

Sinopse: Ela está aqui, está ali, e os invisíveis são os outros



- Amigos Bizarros do Ricadinho, de Augusto Canani, 20’, Rs, fic.

Sinopse: Amigos Bizarros do Ricardinho conta a história de um rapaz levado ao limite da tensão em um ambiente corporativo. Quando essa crise torna-se insustentável, ele desenvolve uma reação estranha: narra aos seus colegas as pequenas e insólitas histórias de seus amigos e familiares na cidade satélite de Viamão, na grande Porto Alegre.



- Só mais um filme de amor, de Aurélio Aragão, 19’, RJ, Doc.

Sinopse: Entre Janeiro e Julho de 2009, Emanuel e Gabriela estiveram separados. Ela em Paris. Ele no Rio de Janeiro. Durante esse período trocaram dezenas de vídeos que para eles funcionaram com cartas de amor. Ao longo dos 19 minutos do filme eles tentam recontar essa história.


- Contagem, de Gabriel Martins e Maurilio Martins, 18’, MG, fic.

Sinopse: Um acontecimento, quatro pessoas e a cidade de Contagem.

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Sim, (ainda) é uma GARAGEM!

Eu havia decidido me tornar uma pessoa mais tranqüila, paciente, de bem e do bem. E estava conseguindo. Até hoje.

Até hoje quando eu chego do yôga, toda trabalhada na swásthya e na respiração equilibrada e vejo uma moto do Satanás estacionada na minha rua. E, pasmem, atrapalhando a entrada da minha garagem.

Esse assunto já rolou por aqui e até rendeu intriga com vizinho. O tempo passou, a placa ruiu e eu até voltei a cumprimentá-lo. O problema mesmo nunca parou.

Isso porque nós bem sabemos que 98,7% do mundo é habitado por pessoas sem noção e, a maioria delas, adora freqüentar a minha rua.

Agora decidi explicar o problema a fundo, para que vocês entendam que parte dele pode até ser antipatia e incompetência minha, mas a maior parcela é puro karma e uma falta de sorte desgraçada.

A minha é aquela rua estreita. Aquela que deve ter começado como um varadouro, ascendeu a beco e, finalmente, a uma travessa estreita e sem nome.

É uma pacata ladeirinha de tijolos com seis casas, 13 cachorros e sete carros . A minha é a segunda à esquerda e o meu carro é comprido. Loooogo, eu tenho que fazer um girão pra poder entrar na garagem, compreende? Não? (para os que não me entendem, fiz um desenho explicativo).

Então, agora me entendem? Compreendem-me e me apóiam?

Vocês entendem que, por mais que o portão da minha garagem seja largo o suficiente pra passar um caminhão, eu preciso de espaço pra manobrar?

Qualquer motorista entende isso (menos os tapados que estacionam aqui).

Isso vem se repetindo pelo menos uma vez por semana. Ultimamente eu tava dando uma buzinadinha de leve, pedindo gentilmente para a visita do vizinho descer com o carro pra eu poder entrar e sempre mantendo um sorriso no rosto. Isso tudo porque eu estava em uma campanha pessoal desde o início do ano de deixar essa rua sem nenhum inimigo. Ir para uma casa nova, começar uma nova vida, com uma rua larga, uma garagem grande e nenhuma amizade. Mas aí vem o cão e atenta.

E se eu coloco uma placa no meu portão - que é mais do que justo, já que as pessoas não entendem mesmo que um buraco deste tamanho seja uma garagem- os vizinhos encaram como afronta, má educação e falta de bons costumes.

Então peço a ajuda de vocês para elaborar uma placa fina, elegante e sincera. Vamos às sugestões:

1ª “Repita comigo: GA-RA-GEM”

2ª “Garagem, porra!”

3ª “Garagem. Cuidado! Motorista brava!”

Conversa séria

-Deda, eu posso ter uma conversa séria com você?
-Pode.
-Você tem algum amigo que você goste?
-Er...tenho alguns...
-Quem?
-Ah, um bocado...
-Mas...E EU?
- Você é o meu afilhado mais lindo do mundo!

*Ganha abração.


- Esse aqui é o seu quarto?
-Sim
-E você dorme com o seu marido aqui?
- Não, ele não é meu marido ainda. Ele dorme na casa dele. Quando eu casar vou pra uma outra casa morar com ele.
-E você não vai ficar mais aqui comigo?
- Não, mas eu vou vir aqui te visitar.
-Quem disse?


*Aflhado tá crescendo e fazendo umas perguntas complicadas...

domingo, fevereiro 06, 2011

Cliques


O que eu queria mesmo era ser com a Allison do Yes Man (2008). Linda, atleta e fotógrafa.
No filme, ela e um grupo de pessoas se reúnem pra correr e fotografar ao mesmo tempo. Não é genial? Eu acho.
Enquanto não encontro parceiros de corrida fotográfica, eu os companheiros do Pium Fotoclube nos reunimos para uma saída fotográfica comum.
Aqui tem algumas fotos.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

No trânsito

Querido diário, hoje uma putinha motoqueira furou o sinal e quase bateu no meu carro. Será, querido diário, que ela tem noção de que numa dessas eu poderia até me machucar, mas dela não sobraria nem a alma?

Oremos.

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Então eu choro...

Minha mãe disse que quando eu nasci o médico teve que dar uma palmada pra eu chorar. Hoje, com muito menos que isso, me acabo em lágrimas.
Sinto mesmo que foi aquela palmada que desencadeou, 25 anos depois, esse choro frouxo (seja de alegria ou de tristeza).

sexta-feira, janeiro 28, 2011

1ª Saída Fotográfica - Pium Fotoclube


Amanhã (29) rola a 1ª Saída Fotográfica do Pium Fotoclube. Não sabe o que é isso? Seguinte: é um encontro de pessoas que gostam de fotografar. Se você tem uma câmera fotográfica (não importa qual) e a mesma paixão, é só se encontrar com a gente lá na 4ª Ponte (aquela ponte nova e bonita. se bem que tem um monte de ponte nova, mas é aquela mais nova, sabe? que chamam de viaduto rs), do lado do Segundo Distrito, às 16h.

Pra conhecer um pouco do Pium Fotoclube, dá uma olhada no nosso perfil do Facebook.

Te espero lá! (E pode falar comigo que eu não sou antipática. Juro)