quinta-feira, abril 12, 2007
Overmundo (de novo)
Ah, vocês já sabem?
Ah, é...Eu obri...ou melhor, convenci todo mundo a votar, não é?
O texto saiu da fila de votação e agora tá lá na frente.
Valeu!
A propósito, o texto
domingo, abril 08, 2007
Das dúvidas - parte 317
* Que safadinhos!
quinta-feira, abril 05, 2007
Diálogo Santo
- Ôllá
-Oi.
- Te liguei porque não tem nada pra fazer aqui...Quê tu tá fazendo?
- No trabalho, não necessariamente trabalhando.
- Tá, o negócio é o seguinte: meu pai quer ir comer peixe lá no Bujari e eu queria o peixe molhadinho, porque eu não gosto de peixe seco. Preciso do seu apoio nisso.
- Tudo bem, tudo bem...
- Beijo e vem logo pra casa!
- Beijo e tchau!
*É claro que é a Lombinho.
Das vontades
* Será isso um miniconto?
quarta-feira, abril 04, 2007
sexta-feira, março 30, 2007
Clube da De...Mafalda
- Vamos, tome a sopa. Quem não toma sopa não cresce!
-Fica sempre criança. Nunca se torna gente grande!
- Como este mundo seria tranquilo se Marx não tivesse tomado sopa!
Fonte: Clube da Mafalda
* Hermington diz que pareço com ela.
quarta-feira, março 28, 2007
nome do usuário
Ver as pessoas lendo o jornal da faculdade, com o meu nome estampado na matéria cheia de errinhos, me dá um medo danado. Tive vontade de tomar da mão de todo mundo e jogar tudo no lixo, como se fosse uma matéria escandalosa.
Não, não é perfeccionismo, mas se tivesse saído com menos erros eu agradeceria...
Agora já foi...É esperar o segundo filho.
Fabiana diz que meu blog é muito pessoal.
Verdade.
Só falta o cabeçalho "Meu querido diário".
Fabiana diz que eu preciso ler coisas sérias.
Mas eu bem gosto de comentar bobagem...E eu bem sei que ela gosta de ler...
Jux chegou ontem. Cabelos novos, sacolas barulhentas, presentinhos, mas a gueri gueri de sempre.
segunda-feira, março 26, 2007
Essas mulheres...
O que mais se lê nos jornais é sobre a ascensão das mulheres no mercado de trabalho, ocupando cargos que antes eram exclusivos dos homens e zaz zaz zaz
Tanto orgulho pra nada.
O que me incomoda é essa necessidade de aparecer.
Ontem, por exemplo, tava indo à sorveteria e ia uma moça na minha frente, com mais ou menos a minha idade, e meu porte físico. A menina com uma bolsa Puma maceta e a chave do carro na mão. Agora me digam, pra quê isso? Parece que precisa gritar ao mundo "Ei, eu sou mulher, mas dirijo!"
Ela comprou a ficha com a chave na mão, tomou o sorvete com a chave na mão e saiu toda orgulhosa de si.
Que vergonha, companheiras!
Em consultório médico é a mesma coisa.
Antes era chave do carro na mão e celular na outra, mas como hoje em dia até seringueiro tem celular, só a chave faz "efeito".
Não sei onde pensam que vão chegar, se nem o complexo de inferiorade conseguem vencer...
Eu, hein!
terça-feira, março 20, 2007
Yes, nós temos cultura!
Não sei se isso acontece por aí, até porque, aqui a cidade é pequena, mas em certos tipos de eventos a gente sempre encontra as mesmas caras. É batata!
Um showzinho hoje, uma mostra de vídeo amanhã, uma exposição no fim de semana e lá estão eles. Se eu os conheço? Não. Só sei quem são. Fico pensando se eles sabem que eu sou a Deda ou sou apenas menina magricela que de vez em sempre aparece...
quarta-feira, março 14, 2007
aiai...
Sofro por antecipação.
Fico nevosa, as mãos geladas, o coração rápido, os olhos cheio d'água e o problema ainda nem existe (de fato). Mas eu já criei, encenei as falas, as frustações, decepções e tudo que pode acontecer.
Com sorte, não passará disso.
terça-feira, março 13, 2007
puxando...(90% concluído)
Quando aquelas pessoas que não têm noção de internet falam "Tu pode puxar isso na internet pra mim?"
Não entendo que relação é essa entre puxar e internet. Fica parecendo um trabalho braçal, que requer um esforço monstro, quando é só clicar "enter".
Dia desses...(mentira, faz um tempo) eu tava em uma lan house e chega uma senhora com cara de quem sabia o que estava dizendo.
Aí ela começou a falar que tava muito feliz porque esse negócio abriu perto da casa dela, que ia ser muito útil pro filho dela, e a perguntar preços...Até o moço da lan explicar que aquilo não era um curso de informática. Ela fez cara de quem entendeu e depois soltou "Ah, então aqui dá pra você puxar o meu processo não sei de onde ?"
Inclusão digital é um serviço puxado...
quarta-feira, março 07, 2007
LUTO

*Querida Tutti nos deixou ontem. Ela já tava velhinha...14 anos na cara.
Pra quem não lembra, eis a História de Tutti
quinta-feira, março 01, 2007
Overmundo
O diferencial da matéria é a belíssima foto que eu tirei (hohoho)
Minha família sentada no sofá da casa da Dona Alzira, assistindo ao Jornal Nacional (que voltou ao horário normal e o boa noite faz sentido).
Vai lá dar uma olhadinha:
Fusão horário de verão coloca o Acre lá no Japão
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Do gosto musical
Então tava tudo bem...Enquanto ele dirigia, ficava sintonizado na rádio ou colocavámos um CD ao nosso eclético gosto musical.
O ambiente harmônico acabou desde que um filho de Deus, amigo do meu pai, gravou uma série de cd's, com mais ou menos 386.000 mil(exagero, claro) mp3 só de músicas antigas.
Eu gosto de músicas antigas. Sempre gostei. Cresci ouvindo ABBA, clássicos internacionais dos anos 80, Renato e seus Blue Caps, Fevers...Mas sempre existe exceção, né?
Acredito que gravar um CD pra outra pessoa, que vai tocar no carro dela, exige muita responsabilidade, sabe?
Eu sempre lembro do John Cusack falando algo assim no filme Alta Fidelidade (eu sei que o filme é baseado no livro com o mesmo nome, do Nick Hornby- que eu tenho- mas eu quero referenciar o filme, oras ). Na verdade, eu acho que no filme deu certo porque ele gravava uma fita e como tem pouco espaço, a seleção é mais rígida.
No CD não, o cara pode jogar umas 200 mp3 sem o mínimo critério nem piedade e tá bom. Um CD pra você ouvir o dia todinho...
Foi aí que ele pecou.
Começou bem...
Gravou as melhores do Demis Roussos, que até traz lembranças recentes, pois suas músicas tocaram bastante nas últimas Olímpiadas, já que o cara é grego.
De repente, não mais que de repente, ele deu uma quebrada brusca e passou para os maiores sucessos do Roberto Carlos. Tá, eu sei, o cara é "O Rei". Não tiro os créditos. De jeito nenhum. Mas convenhamos, não é o som mais aprazível para se ouvir durante nove quilômetros a caminho da universidade.
Então ele veio com o pior, o som mais temido: Jerry Adriani.
Me dá náuseas. Sério.
Eu peguei um abuso da voz daquele homem, que não sei o que teria feito se tivesse vivido naquela época. Que voz mais asquerosa! Aquela voz que quer fazer tipo, sabe?
Não aguento. Não aguento mesmo.
É nessa hora que viro a cara e me teletransporto para um lugar melhor, ao som de qualquer outra coisa menos ruim que aquilo.
Até que o alívio chega...
Saio do carro e vou pra aula.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Ela de novo
- Mana, assim ó: os déspostas se...
- Ham?
- Os déspostas...
- Os déspotas?
- Como é?
- Déspotas
- Déspostas.
- Não, menina, dés-po-tas!
- Mas e o acento?
- O acento continua no mesmo lugar, oras...O problema é esse "s" que tu enfiou depois do "o". Ele não existe.
- Ah, ta...E como é mesmo?
- Déspota.
- Ah, tá...Então assim ó, eu queria dizer que os dés-po-tas concordavam com as características do Iluminismo, menos uma. Como eu digo isso sem usar "menos"?
- Exceto?
- Ahhh, é! E como escreve isso?
- Não, tu quer me matar, né? Diz logo...
sábado, fevereiro 17, 2007
Sobre rinite...ou não
Há mais ou menos um ano eu acordo espirrando todos os dias, passo a manhã com a voz de gripe e fico horrível.
Já fui ao médico, tomei o que ele receitou e nada...Agora resolvi apelar para homeopatia.
Hj todo mundo aqui em casa acordou bem cedo. Destino: loja do *Dr. Raiz
Chegamos e ele nos atendeu super bem...Minha mãe pediu lá o que ela queria e chegou minha vez.
- Tem alguma coisa pra rinite?
- Tem sim, moça...Qual o seu nome?
- Nattércia
- Meu Deus, que nome feio! Uma moça tão bonita com um nome tão feio!
e olhando pro meu pai disse:
-O sr. já viu um nome desses?
- Já. Fui eu mesmo que coloquei.
- Nunca ouvi falar...
- Se um dia o senhor tiver oportunidade de ler Camões vai descobrir.
- Ah, sim...como é que escreve, hein?
- [êni] [a] [tê] [tê]...
- Assim?
- Não, não...Deixa que eu escrevo!
- Ahhh sim. Bonito nome, hein?
- O_o
- Mas sim, Nattérchi, tem esse mel aqui pra rinite...
-O_o
Meu pai:
- Ô Nattérchi vê se escolhe logo o que tu vai levar... (com cara de gozação)
*Dr. Raiz é um senhor que tem uma loja de produtos naturais lá no Mercado Velho. Ficou super amigo da Cristiane Torloni e vai aparecer na última fase da minissérie Amazônia. Guardem bem aquele rosto... rs
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
domingo, fevereiro 11, 2007
Dúvidas que não me deixam dormir
Ex: Ô, pai, não faz isso... (quando o menino tá se danando por aí...)
E por que, conforme a idade vai passando, e nosso pais vão envelhecendo, voltamos a chamá-los de "mamãe" e "papai"?
Minha mãe sempre vai lá na casa da mamãe.
Será que daqui uns anos eu também irei visitar a mamãe e não a mãe?
O_o
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Apelo
Não, não precisa ser fatal, não...
Só um sumiço assim de três dias (tempo sufuciente pra mídia esquecer)
Ou então uma declaração oficial de que vão abandonar a carreira por motivos pessoais...
O que eu não aguento, meus leitores, é ouvir esse CD. Eu já não suporto mais, entendem?
Que eles cantem 10 músicas dos outros e uma ou duas deles, não me importa. Todo mundo faz isso mesmo.
Também não é o estilo que me incomoda (muito). Eu até ouço sem problemas...
O que não dá pra engolir é essa modinha (de viola) que apareceu da noite pro dia e agora todo mundo quer ser "o caipira".
O que me irrita é a playboyzada ouvindo o CD no último volume dos carros dos pais e tomando tereré em plena floresta amazônica. Não entra, sabe?
E o que me não me entra mais ainda é ter que aturar meus dois vizinhos ouvindo este bendito álbum o fim de semana inteiro, atrapalhando meu sossego.
Chega de anjo, leilão e esperar na janela. Chega!
Sem mais...
segunda-feira, janeiro 22, 2007
"É no pagode...É no pagode...lêlêlê"
Pois é, fui parar num pagode sexta à noite. E eu que pensei que seria um fim de semana comum, dormindo cedo, matando a aula de sábado por conta do cansaço...Não!
Não é o gênero em sim que não me atrai (quer dizer, também), mas o local era de dar medo. Meu primo de Manaus chegou aqui e fomos instruídos por nossas mães a dar uma volta com o garoto. A velha política da boa vizinhança...
Como não tinha nada na cidade além do famigerado pagode, foi lá mesmo. Entrei no lugar já certa de que era a primeira e última vez que a minha pessoa frequentaria o espaço. Primeira impressão: calor! Pelamodedeus, que calor! O teto é baixo e o ambiente não-climatizado.
Aí começou...só pagodão mesmo, daqueles que eu não fazia idéia de quem eram.
O povo começou a suar. Eu comecei a suar. As pessoas começaram a passar pela gente fazendo contato físico.Um doido segurou minha mão. Eu saí gritando. Uma mulher caiu perto de mim. Eu dancei com meu primo uma música do exxx-pagodeiro Belo.
Encontrei um ventilador! Salvação!
Passei o resto da noite encarando o ventilador. O pé da minha prima começou a doer por causa do salto. Ela se cansou. Fomos embora. 2 horas da manhã em casa, com cheiro de macaco e epiderme grudenta.
Nunca mais!
terça-feira, janeiro 16, 2007
revelação
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Das palavras feias (parte II)
Porém, o post também serviu para descobrir a palavra mais odiada pela minha irmã: lombinho, que está sendo muito bem utilizada como objeto de tortura e chantagem.
É só eu falar "lombinho" e ela sai correndo pela casa com as mãos no ouvido.
Gratificante!
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Das palavras feias
Esse últimos dias, pensando no assunto, descobri a palavra mais odiosa da vida inteira: mongolóide.
Não, vocês já pararam pra pensar?
A palavra é tão estúpida quanto seu próprio significado, que é um total desrespeito.
Ter que pronunciá-la é o próprio xingamento. Não por se tratar de uma forma ordinária de se referir a uma doença genética, mas pelos próprios fonemas, me entendem?
Não! Não vai...Não passa!
E se torna pior ainda quando abreviada
"Seu mongol"
Arghhhh
quinta-feira, janeiro 04, 2007
Extra! Extra!
Um amigo (leia-se #2 leitor fiel) indicou um site que tava vendendo uma máquina bacaninha, com um preço bom e frete grátis.
Chego em casa, compro o bichinho em suadas 12 prestações sem juros no cartão e espero...Espero...
Ligam lá em casa e dizem que o cartão não tem crédito. A Bem (senhora minha mãe) gastou quase tudo com as compras de natal e não havia saldo suficiente. Bené (senhor meu pai) paga a fatura adiantado para a minha felicidade. Pronto! Resolvido!
Mentira...
Agora eu uso meu tempo ligando pra loja e decorando a simpática música deles:
"Um sorriso EXTRA, um encontro EXTRA, um presente EXTRA é bom demais. Um carinho EXTRA, um abraço EXTRA, nunca é demais! Seja com carinho, seja com amor, seja EXTRA, seja como for! Seja bem-vindo, entre nessa festa, mais barato, mais barato, mais barato EXTRA! "
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Pra comemorar
Parabéns pra você, nessa data queridaaaa, muitas felicididadessss, muitos anos de vidaaaa.
1 ano de Sugestível.
* Aquele bolinho "só pra não passar em branco".
quarta-feira, dezembro 20, 2006
justificativa sem muita importância
É quase um recesso natalino da blogosfera.
Mas eu volto!
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Minha vida de (quase) repórter
Legal mesmo é quando sua principal fonte de informação já tem um certa (boa) idade. Aí quando você pergunta pelo fulano de tal, ele começa a falar de Mensagem a Garcia, de Elbert Hubbard, sendo que o fulano se chamava Djalma.
Você agradece pela contribuição, tenta de todas as maneiras retomar o assunto, mas ele voltar a contar o que você já sabe.
Quando ele decide finalmente responder o que foi perguntado, troca a biografia de Djalma pela de João, que era senador e não médico.
Por fim, o Google resolve o problema.
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Os tempos mudaram (rápido demais)
Semana passada houve uma exposição de quadros na escola da minha prima. Até aí tudo estaria normal para um escolinha infantil. Tela, tinha guache e o Abaporu. Abaporu? Isso mesmo, meus caros. A exposição era de reproduções fidedignas das obras da Tarsila do Amaral.
Minha prima de 5 anos, que estuda o Pré II, sabia o nome de todas elas. "Operários" "O Pescador" "A Feira" "Chapéu Azul" e "O Ovo", que ela reproduziu.
Só falta agora ela querer conversar comigo sobre o Movimento Antropofágico e a Semana de Arte Moderna.
Aí eu desmaio...
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Ah, o Natal...
Ontem à noite em um programa de rádio:
Locutor: E você que tá afim de faturar duas caixinhas de cerveja é só ligar aqui e dizer o que o Natal significa pra você!
Ouvinte na linha. Alô! Quem fala?
Ouvinte: é a Francisca.
Locutor: Boa noite, Francisca! E aí, o que significa o Natal pra vc?
Francisca: Ah, o espríto de Natal é época das pessoa se contra...cronfa...Ai, não sei...
Locutor: Pode se expressar, Francisca!
Francisca: É a época das pessoa fazer as paz.
Locutor: É isso aí, Francisca...
* Tudo isso por causa dela, a cachaça.
Isso pede um sonoro "É por isso que eu bebo" (registrado por Helder Júnior)
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Da utilidade dos posts
Ontem fui ao Sempre um Papo assistir à palestra da jornalista Maria Dolores sobre o livro "Travessia: a vida de Milton Nascimento" e tive a sorte de ganhar um livro logo que cheguei. Porém a Caroline (minha amiga) ficou sem.
Durante o evento eles resolveram presentar alguns livros para as pessoas que acertassem as perguntas sobre a vida do "Bituca".
Dou um doce pra quem acerta o que perguntaram...
Isso mesmo!
Qual a música que foi feita em homenagem ao Ayrton Senna e que é muito conhecida?
A-haaa
- Canção da América, Carol!
- Canção da América!
"Amigo é coisa pra se guardar, debaixo de sete chaves..." (Carol que o diga.)
quarta-feira, novembro 29, 2006
Da banalização
E um dia você aprende que não se deve repassar uma mensagem tão significativa de William Shakespeare numa corrente de e-mail, ao ponto dela virar legenda de foto no orkut.
Aprende que, apesar da líndíssima letra de "Canção da América", ela sempre lembra a morte do Senna.
Aprende que todas essas palavras perderam a originalidade e estão entregues ao mundo imoral da internet.
Triste isso.
quarta-feira, novembro 22, 2006
De manhã
Assim, sem mais nem menos. Só lembra e fala.
Bem que eu tava afim de ir pra Suécia...
segunda-feira, novembro 20, 2006
Da série "Diálogos"
Depois do almoço meu pai pegou um doce e o rapaz veio anotar em uma guia improvisada. Ele sai e meu pai fala:
- Não quero mais.
- Por que, pai?
Ele empurra o papel e eu leio "dosse"
- Tô me tremendo todo. Como é que pode o cara não saber escrever "doce"? Se ainda fosse uma palavra difícil, mas é "doce"! O rapaz é até bonitão, mas como é que vai arrumar uma namorada se não sabe nem escrever "doce"!
*Meu pai é professor de Português. E mesmo que não fosse, é doce, cara! Doce!
Acabou
Esse fim de semana tive umas tarefinhas difíceis da faculdade. Antes eu reclamava das resenhas, seminários e textos, mas esse foi muito pior: pensar.
Pensar em coisas úteis é difícil pra caramba. Ter idéias para uma programa de rádio, um programa de TV, um formato para o jornal.
Pensar, pensar, pensar.
E pensar em tudo, porque não adianta ter "aquela" idéia sem ter condições de executar.
Por isso mesmo não saiu nada :D
Coluna (Social)
* Hoje é aniversário da Fabiana. Parabéns!
* Renata Ingrata irá escrever um ótima matéria para o jornal laboratório "Memórias Póstumas de Cantores Acreanos".
* Hermington detesta esperar na fila.
quinta-feira, novembro 16, 2006
Da indignação
Não é bairrismo não, é apenas racionalidade. Afinal, alguém tem que pensar nessa história. Vejamos: eu estudo na sede. Estou no 7º período de Comunicação Social, prestes a me formar. Não tenho laboratório adequado e o quadro de professores ta melhorando agora. Já estivemos pior, admito, mas como criar uma “filial” se nem a matriz tem estrutura? Não faz sentido.
Suponhamos que essa idéia absurda se concretize. Quem serão os professores? Os meus!
Os professores que ministram cerca de três disciplinas por semestre, para atender quatro períodos, ficarão fora por no mínimo 15 dias pra dar uma disciplina em outro município.
Eu provavelmente ficarei sem aula esses dias e quando eles voltarem, retomarão a disciplina como se nada tivesse acontecido. Passarão trabalhos, atropelarão conteúdos, até que outra viagem chegue. Aí ficaremos eu e o Juruá sem qualidade de ensino.
A coordenação nos deve três disciplinas que não foram dadas até hoje por falta de professores.
O ensino superior tem que ser levado a sério pelo menos uma vez na vida. Os estudantes também não deveriam se contentar com uma formaçãozinha “barrela”, como se diz por essas bandas. Comunicação Social/Jornalismo não é aprender a tirar uma fotinha ali, filmar uma coisinha aqui e escrever um textinho para publicar no jornal. Não é pegar emprestado o laboratório de rádio e TV da emissora local, pra suprir a necessidade das aulas práticas. É coisa séria, rapá!
Não tiro crédito de quem aprendeu na prática. Existem bons jornalistas que não são formados. Agora o que não pode é criar um cursinho com cara de técnico, mas com ar superior e sair vendendo diploma por aí, só porque o mercado e legislação estão mais exigentes. Isso é desrespeito! Desrespeito a quem vai passar quatro anos na universidade pra obter o mesmo diploma. É injusto!
Eu só espero que bom senso prevaleça. Caso não, eles vão conhecer uma baixinha muito brava!
segunda-feira, novembro 13, 2006
Dos sentidos às sensações
Marro, por exemplo...Marro é Fortaleza! Lembro que meu pai usava esse perfume quando viajamos pra lá em 1994. É só eu sentir o cheiro que volto automaticamente para a Pousada dos Turistas, próxima a Praia de Iracema.
Outra coisa que me faz voltar ao Ceará é Catedral, da Zélia Duncan. Nessa época a música estourou nas rádios e eu me vejo sentada na barraca América do Sol, comendo carne de sol com baião de dois, ao som de Catedral e contemplando a maravilhosa Praia do Futuro.
De perfumes e viagens, o próximo da lista é Ops!, d’ O Boticário. Ganhei um estojo com a miniatura dos três, no natal de 1997 e levei pra Florianópolis no verão de 1998. Florianópolis com certeza lembra Ops! Mas também lembra Gabriel O Pensador. É só ouvir Cachimbo da Paz que eu tô lá na Barra da Lagoa, tomando café da manhã em uma birosquinha que tinha em frente da casa que alugamos e que vendia o nescau mais quente que eu já tomei na vida.
E Claudinho e Buchecha? "Quero te encontrar, quero te amarr". Nessa hora eu tava no ônibus, vindo do Beto Carreiro World, pegando no sono depois de um dia perfeito, mas foi só ouvir a música na rádio que eu e meu primo despertamos. Era um sucesso!
Depois disso veio Guarapari. Praia do Morro, verão de 2001, eu e o Bruno, do Biquini Cavadão, cantando "Vento, Ventania, me leve sem destinoooo"
Infelizmente a qualidade de lembranças musicais foi baixando o nível, pois Guarapari também me lembra "Morto Muito Louco", mais um desses funks que invadiram o verão e que eu fiz questão de aprender a coreografia durante um agradável dia em um parque aquático de Guarapari.
Nesse mesmo verão segui viagem rumo ao Sul. Fui rever a paradisíaca Florianópolis, porém, depois da última desilusão musical, não quis nenhuma lembrança.
Aí veio Manaus, mas só o que eu consigo lembrar é o forró que tocava no carro da minha prima "Você não vale nada, mas eu gosto de você", vez ou outra trocado pelas músicas da Jovem Pan.
De Brasília, a música que eu mais lembro é a da abertura da novela Cobras&Lagartos, que eu vivia cantarolando não sei porquê diabos, já que música é nojentinha. Outra música que virou quase um hino foi "We are the Champions", do Queen. Era lembrava toda vez que a eu a Rafaela conseguíamos pegar o ônibus certo pra ir pra casa da tia dela.
Das viagens, acaba aqui, mas sobrou o gosto. Essa é a lembrança mais forte e a que vai mais longe. Sprite! (ispraite mesmo, não isplaite). Basta um gole do Sprite de garrafa que eu volto lá pra Escola Abelhinha, da Tia Toinha, onde fui alfabetizada. Volto na melhor hora: a hora do recreio. Lá tô eu, possivelmente com um daqueles modelitos vergonhosos dos anos 80, tomando Sprite e comendo bolo de milho que nunca encontrei igual. Por isso, resta apenas o Sprite.
sexta-feira, novembro 10, 2006
Saí do trabalho apressada pra ir à Marisa trocar uma roupa. Depois de hooooras procurando outra coisa, minuuuutos esperando na fila...
"Desculpe, mas os sistema está fora do ar"
Espera-se o tal sistema voltar e nada. Pego a peça inútil de volta e agora só segunda-feira.
Bom, pelo menos vou pegar minhas fotos...
"Ah, moça, a rede tava fora e as fotos só ficam prontas amanhã. Me desculpe!"
"Ahhh, meu ovo!" (eu só pensei)
E pra completar a sexta-feira maravilhosa, meu sistema imunológico também tava fora e a rinite atacou pesada.
Pior que isso, só se fosse segunda...
*Se alguém já me falou alguma dessas frases, sinta-se totalmente creditado.
quinta-feira, novembro 09, 2006
fuc fuc
Começa a primeira das 15 canções da noite. Uma música meio tropicália, que me lembrou logo Morena Tropicana, do Alceu Valença.
A noite foi seguindo...Vários estilos, performances e exageros. Algumas canções meio forçadas, com cara de dissertação com um arranjo mais ou menos e uma rima pobre. Aquelas com letras óbvias, falando das desigualdades sociais, lamentações do mundo moderno e indignação.
A maioria do compositores executavam sua obra e quem quisesse podia cantar junto, pois em cada cadeira estava a programação e a letra de todas as músicas concorrentes.
Foi aí que eu comecei a prestar a atenção no público. Há aqueles que lêem a letra como poesia mesmo, interpretando, dando uma boa analisada. Há os que acompanham o som com a cabeça, fazendo um ar de aprovação ou reprovação a cada estrofe, e existem aqueles, a maioria, que aplaudem tudo. Tudo mesmo.
O público universitário é o público - desculpe a expressão - mais sacana que eu já vi. Ele empolga e ilude o cantor, aplaude com fervor, mesmo estando na cara que é só chacota. E não é falta de senso musical ou uma aceitação mútua, é apenas solidariedade. Afinal, não é qualquer um que tem coragem de subir em um palco, soltar a voz e se expor dessa maneira à comunidade acadêmica.
Uma salva de palmas para eles.
Totalmente inoperante
Tô parada. Sedentária em todos os sentidos. Não produzo mais nada. Não leio coisas que gosto e preciso, não escrevo, não inovo, não experimento, não meto a cara.
Não quero mudar o mundo, só o meu mundo. Esse contidianozinho de meia tigela que que eu tenho. Essa rotina de trabalho/casa/universidade. Não quero sair pra balada, nem me embriagar por ai. Quero me divertir trabalhando!
...
...
...
* Bom, meu amigos, eu gostaria de terminar esse desabafo, mas minha irmã acabou de colocar o DVD "É o tchan - 10 anos" e não há cristão que consiga concluir um raciocínio.
Eu vou é dançar!
sexta-feira, novembro 03, 2006
Eu quero mudar!
Esqueci, claro!
E só lembrei quando a dor começou.
* Preciso mudar meus hábitos alimentares antes que eu morra pela boca (inédita essa).
Preciso parar de tomar refrigerante, café, suco de frutas cítricas, comer pizza, sanduíche, salgadinho...
É, vai ser difícil continuar vivendo.
segunda-feira, outubro 30, 2006
feliz período novo
Que esse não venha cheio de emoções, que professores não abandonem as disciplinas e, principalmente, que eu não seja processada.
Amém!
segunda-feira, outubro 23, 2006
história triste
Ôôôiiiii
- Mas no programa de hoje eu vou contar uma história triste.
- Música triste, por favor!
*Toca My Immortal – Evanescence
Era uma vez uma gatinha. Era uma vez uma gatinha chamada Tutti. Não, não, ela ainda não se chamava Tutti. Ela era apenas uma gata.
Tudo isso começou quando a Xuxa, a gata siamesa da vizinha, se engraçou por um gato de rua. Do romance nasceram vários gatinhos, inclusive a que um dia viria a se chamar Tutti.
Dias depois do parto, Xuxa foi covardemente seqüestrada e nunca mais se soube dela. Seus filhotes tiveram uma vida difícil e um deles foi procurar abrigo lá em casa (aí sim ela se tornou Tutti). A Tutti é aquele tipo de gato que se apossa da casa da gente, sabe? Ninguém deu, não pegamos pra criar, ela apenas chegou e ficou. E já que estava ali, tinha que ter pelo menos um nome, não é?
Uma gata fria e calculista, que sempre teve a vida baseada em interesses. Nunca teve horário fixo em casa, chegava a saía a hora que bem entendia. Nunca nos deu nenhuma justificativa de seus romances, mas às vezes dava uma de boa moça e namorava em frente de casa, com a luz acesa. Depois veio o pico da juventude. Namorados, muitos namorados. Cada gatinho...
Minha vizinha, a mais “observadora” da rua, diz que ela pegava todos, mas gostava mesmo era do preto. De fato ele era um gatão!
Foram intermináveis noites de gemidos no forro de casa. E não só no de casa. No outro dia os vizinhos comentavam que ela era audaciosa. Queria fazer em todos os lugares.
Devassa! Como se já não bastasse a ingratidão, agora sujava o nome da família.
Os anos foram passando e nada de Tutti ser mãe. Pensamos que quando isso acontecesse ela ficaria mais ajuizada e responsável, afinal, os filhos sempre mudam os hábitos de vida. Isso nunca aconteceu. Tutti era estéril, só podia ser.
Daí a fama e conquista de tantos namorados “Uma gatinha linda, branca com manchas pretas, e que nunca engravida não iria comprometer o futuro de nenhum gato. Não haveria responsabilidades, só um case”.
Tutti foi perdendo o seu vigor e a saúde já não era mesma. Começaram a aparecer uns caroços na barriga de Tutti. Uma espécie de tumor que crescia e diminuía constantemente. Ainda chegamos a falar com o veterinário, mas o tratamento era caro e ela não merecia. Nunca nos deu nenhuma demonstração de carinho, nenhuma carícia de leve, nenhum miado manhoso, nenhum motivo de orgulho - como caçar catitas - só sabia exigir! E exigia comida boa. Nada de rações desconhecidas, apenas Whiskas. E tinha que encher a tigela, pois era para ela para o macho. Cretina!
Mas não pensem que Tutti morreu. Não ainda. Isso é apenas um prenúncio de morte. Um óbvio pressentimento, mas não o fim de Tutti.
Hoje seu estado de saúde requer cuidado. Creio que Tutti adquiriu Hanseníase. Não seria difícil imaginar essa possibilidade. Foram anos de uma vida promíscua, sem critérios na escolha do parceiro.
Ela ainda aparece lá em casa pra comer, sempre acompanhada de seu novo namorado, Jack. Um simpático gato siamês estrábico. Vai ver descobriu o amor verdadeiro. Jack parece um gato sério, disposto a cuidar dela nesses últimos momentos de vida.
Enquanto isso, Chinha (o Super Pedreiro/Pintor/Encanador/Mala/Faz-Tudo) foi escalado para mais uma missão: dar um fim à pobre Tutti. Não sacrifício, apenas um novo lar. Apesar de tudo, é duro demais vê-la definhando. Adeus, querida Tutti!
sexta-feira, outubro 20, 2006
+1sexta
Porque ninguém é de ferro, né?!
Dá licença...
quarta-feira, outubro 18, 2006
E aí, novidades?
Eu só trabalho, passo a tarde na internet e durmo. Agora que estou "meio de férias" o cotidiano se tornou ainda mais monótono. Não que eu esteja reclamando da folga, longe de mim, mas uma novidade cairia bem.
Ouço as mesmas músicas, vejo os mesmos programas e assisto a alguns filmes repetidos. Converso com as mesmas pessoas, conto as mesmas histórias e apago os mesmos scraps diários de como emagrecer dormindo.
Aí eu penso "Como eu vou alimentar meu filho?". Geralmente o que escrevo aqui é baseado no que vejo, leio ou passo. E se não acontece nada, como vai ser? (É só continuar postando esses diálogos bestas, pensa o leitor). É uma alternativa. Porém ando tão chata, que até pra conversar eu tô sem paciência. E eu também não sou de falar sobre a paz mundial, as mazelas da sociedade ou minhas impressões sobre sentimentos. Simplesmente não rola. É uma espécie de bloqueio. E já que eu não consigo me estender mais que isso, segue mais um diálogo super legal!
- Mana, deixa eu te mostrar o que eu aprendi a escrever na calculadora?
* Esperei ela pegar a máquina na bolsa, clicar no on com aquele ar de "coisa inédita" e soltei:
- BELOS SEIOS?
- Ahhhh, pôxa vida :/
* A criatura tem 15 anos e não sabia que esse maravilhoso truque surgiu lá pelo ano de 456 d.C
terça-feira, outubro 17, 2006
Why?
- Dedinha, vai passar um filme muito bom hj na Tela-Quente ó
-Ah, é? Qual o nome?
- Não lembro...
- E a história?
- Também não lembro...
- Com quem é, pelo menos?
- E com aquele cara que trabalhou naquele filme...Como é mesmo o nome dele, meu Deus?!
* Resta confiar...
segunda-feira, outubro 16, 2006
Sempre pode piorar
R: Uma regravação de Rebelde na versão calypso.
* Eu já ouvi, mas felizmente esqueci qual era a música.
sábado, outubro 14, 2006
quinta-feira, outubro 12, 2006
Dia das Crianças
Depois da escola era hora de ganhar o presente dos pais. Lembro de uma vez que ganhei uma boneca e não gostei. Foi o maior desgosto da minha vida. Era a mesma coisa que ganhar uma roupa. A boneca que eu queria era aquele “Meu Bebê”, um bonecão bem grande, que eu mal poderia segurar, mesmo assim eu queria. Ao invés disso, ganhei uma boneca pequenininha, que tinha até o vestido bonitinho, mas era de plástico e não de borracha como a que eu queria.
Passei o dia emburrada e ouvindo o sermão da minha mãe, dizendo que muitas crianças não tinham condições de ganhar nem uma boneca daquelas e eu estava fazendo pouco do presente. Eu fingi que compreendi, mas ela ficou largada por um bom tempo em cima do guarda-roupa.
Mas não é só de traumas o meu Dia das Crianças. Eu já ganhei o presente mais legal do mundo, aquele que eu realmente queria: um pogobol. Passei um bom tempo pulando aqui na área de casa e apesar da limitada função dele, é um brinquedo que não se enjoa tão fácil. Prova disso é que o tenho até hoje. Pasmem:
quarta-feira, outubro 11, 2006
Eles voltaram
Manga eu encontrei hj...Saindo de onde? Casa Lotérica, claro! Foi fazer a fézinha do meio-dia e disse que meu carro tá garantido.
segunda-feira, outubro 09, 2006
Eleições no Acre
No Acre, quase toda discussão acaba envolvendo os candidatos a governo do Estado.
Meses antes das eleições os cabos eleitorais se articulam à procura do melhor candidato. Alguns já são conhecidos por terem ajudado a eleger muita gente e esses passam a ser disputados, e ganha quem apresentar a proposta mais, digamos, economicamente interessante... A partir daí começa a convocação de um verdadeiro exército de pessoas dispostas a trabalhar sem horário fixo, de sol a sol, defendendo sua bandeira nas esquinas, no interior do Estado e procurando faturar uma “graninha”.
Depois vem a mudança editorial dos jornais locais. Uns passam a funcionar como folhetins políticos e fica difícil encontrar outras notícias. As três primeiras páginas são destinadas à publicação dos releases dos candidatos e o restante fica com os comentários sobre a campanha de cada um, além do espaço reservado para publicação de santinhos.
Aí vem o horário eleitoral gratuito, garantido por lei. Aquela horinha antes do Jornal Nacional, dedicada aos candidatos e suas propostas e que muita gente só pára pra ver o desastroso desempenho de alguns candidatos frente às câmeras. Outros com mais recursos tecnológicos fazem aquele programa bonito de ser ver, com imagens em câmera lenta e uma música tão emotiva que faz o leitor apertar o “confirma” sem nem pensar muito.
Passada a novidade, chegam os resultados das pesquisas. Uma nova pauta para os jornais e o momento decisivo para a mudança de estratégias. É chegada a hora de reagir e mudar os números!
Enquanto isso, os campeões do marketing político fazem o seu papel: santinhos com foto, nome e número do candidato e aquela frase de efeito, geralmente usando a velha tática de alusão ao Acre. Sim, ACREdite! E, é claro, os famosos jingles, aquelas sonoras composições, fáceis de aprender e que não saem da cabeça do eleitor de jeito nenhum, compõem o arsenal de quem quer uma vaga na Assembléia, no Senado ou qualquer outro posto político.
Tá chegando a hora... Faltam três dias para eleição e esse é o último dia para fazer bandeiraço, comício, adesivagem e manifestações. É hora de usar tudo, o quase tudo que tem e consolidar alguns votos.
Um dia antes da votação, a novidade: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga o que pode o que não pode ser feito. Broche, boné, camiseta, tudo liberado! Mas sem aglomeração! Só você pode se manifestar. Nada de boca de urna, de carregar eleitor e fazer campanha de última hora.
Chegou o grande dia! Os cabos eleitorais exaustos, mas confiantes, as seções lotadas e a fila anda devagar. Os idosos têm preferência, o que retarda o movimento, mas paciência! São cinco lugares importantes e que devem ser preenchidos com calma. Primeiro vem o Deputado Federal, depois Deputado Estadual, em seguida escolhe-se o Senador, Governador e finalmente o Presidente. Pronto, tudo confirmado e seja o que Deus quiser!
À noitinha começa a apuração. Alegria de alguns e tristeza de tantos outros. É muita gente para pouca vaga. Os números vão saindo e a balsa vai sendo ocupada. A Balsa? Uma grande brincadeira do povo acreano e conhecida em todo o Estado. Uma simbologia inventada há muitos anos e que abriga os candidatos que perderam, rumo ao município de Manacapuru, no Amazonas.Na segunda-feira é dia de ler o jornal, limpar a sujeira e a vida continua...
quarta-feira, outubro 04, 2006
Maracujina já!
Teve um estrondo aqui no meu trabalho, o alarme de incêndio diparou, todo mundo saiu do prédio e descobriu-se que foi o ar-condicionado que deu um problema.
Todos já voltaram para as suas mesas, continuaram o trabalho, mas meu coração ainda tá pra sair pela boca.
Ai, papai!
quarta-feira, setembro 27, 2006
Doces Santos...
Ganhei um saquinho com balinhas, bombons e pirulitos :D
terça-feira, setembro 26, 2006
pontinhos
- E numa cidade que respira política, eu só queria que acabasse a minissérie.
- Lembrei do Manga ao ler essa notíca:
Caminhão da Sorte fará sorteios na capital
O Caminhão da Sorte chegou ontem a Rio Branco para realizar o sorteio dos concursos acumulados da Megassena, da Lotofácil, da Quina, da Lotomania e da Dupla-Sena, prêmios que chegam a R$ 36,4 milhões...
Fonte: Jornal A Tribuna
segunda-feira, setembro 25, 2006
Good Morning, Vietnam
* Mentira. Antes disso eu passei ali no laboratório pra colher sangue e levei duas agulhadas super gostosas. A moça passou 10h32min procurando a veia e furou no lugar errado. Pra completar, ela ficou brincando com a agulha, já perfurada em minha pobre epiderme, e não encontrou a bendita. Aí veio outro moço e "cavucou" mais um poquinho e nada. "É, aqui não vai dar...Vamos para o outro braço"
- O_0 (Essa é pra vc, Helder)
Bom dia, segunda-feira!
quinta-feira, setembro 21, 2006
terça-feira, setembro 19, 2006
quinta-feira, setembro 14, 2006
Folkcomunicação

"Amo você, Osvanilson"
"Burra! Esse é o banheiro das mulheres, ele nunca verá!!!! Acho q vc é loira hahaha"
"Ela estava apenas desabafando sua estúpida!!"
"Aqui não é ombro, amiga! É só ela arranjar um diário"
"Ai! Calem a boca, vocês cansam minha beleza com tanta besteira!!! Puta que pariu!"
Fonte: Banheiro feminino da Ufac rs
segunda-feira, setembro 11, 2006
turistas
home sweet home
- Vó, e se cair?
- Psiuuuuuuu
sexta-feira, setembro 01, 2006
quinta-feira, agosto 31, 2006
Mais respeito com os leitores, senhores
E como podem falar de perseguição, liberdade de expressão e ética se desrespeitam o leitor e o privam de ler uma matéria de qualidade? Que egoísmo!
É certo que nessa época política um “ai” dito pelo adversário rende um direito de resposta. Só que de jornalista espera-se, pelo menos, bom senso. E nem vou entrar no grau de insultos, porque foram baixos. E aí se forma aquele ciclo em que um fala, outro responde, outro repassa e vem o repeteco, como aquelas desagradáveis correntes de e-mail e o leitor que paga R$ 1,50 para ler algo que se aproveite, gasta dinheiro à toa.
quarta-feira, agosto 30, 2006
Diálogos
-Dedinha, aprendi uma brincadeira muito legal lá na minha escola. Vamos brincar?
-Vamos.
Ela segura a minha mão:
- "Atirei o pau no gatô-tô, mas o gatô-tô..."
-O_o
*Escolinha Meninos Jesus sempre com brincadeiras inéditas...
Manga, pintor, viciado em jogo.
- Tu já olhou o resultado da quina pra mim?
- A página tá fora do ar.
- Essa menina com má vontade, eu já posso tá rico e tô aqui pintando a tua casa.
- Com certeza, Manga!
sexta-feira, agosto 25, 2006
Dos brinquedos
A infinidade de modelos, lançamentos, funções era de pirar qualquer criança. A cada intervalo de Carrossel, Show da Xuxa e desenhos a TV mostrava todos os brinquedos legais que uma criança deveria ter.
Nada de Americanas, Submarino...O bom mesmo era ir à Banho de Cheiro, ali nos altos da Galeria Meta. Lá vendia cama, mesa e banho e, é claro, as últimas novidades da Estrela. Um mundo encantando que durava enquanto a mãe fazia as compras, porque se não fosse Dia das Crianças ou alguma data do gênero, com certeza você iria sair de mãos vazias.
quarta-feira, agosto 23, 2006
Dos pintores
Chinha foi substituído por Manga, que me conhece desde criança, mas nunca aprendeu o meu nome. É sempre Natasha.
O Manga fala rápido pra caramba, mas é um pintor de mão cheia.
Diz que eu tenho a vida mansa e só quero saber de dormir (um elogio comparado aos comentários de Chinha).
A casa será laranja.
* Espero que Chinha e Manga não me processem.
terça-feira, agosto 22, 2006
Também odeio
sexta-feira, agosto 18, 2006
quinta-feira, agosto 17, 2006
Teoria

Após anos de pesquisas, coletas e entrevistas, está empiricamente comprovado:
o misto quente feito fora de casa é muito mais gostoso!
Eu não conseguia aceitar que uma pessoa pagasse R$ 2,oo por um misto quente em uma lanchonete qualquer, se com pouco mais que isso ela poderia comprar os ingredientes pra fazer uns dez mistos daqueles.
Eu não podia entender como uma coisa tão fácil, rápida e prática de se fazer poderia se tornar tão mais saborosa feita na sanduicheira alheia.
Pois bem, meus amigos, eu provei e aprovei. É muito mais gostoso e não tem explicação, porque é o mesmo pão de forma com queijo e presunto.
O fato é que agora passarei a fazer meus mistos na casa da vizinha.
domingo, agosto 13, 2006
estude, minha filha!
Falando em universidade, esse semana tivemos o primeiro jornalista formado pela Universidade Federal do Acre hohoho. Senti-me formada com ele e vi bem o que me espera.
Nesse mesmo dia marcante, soube que roubaram a cantina lá do nosso bloco. Agora o mais interessante é o que robaram: R$ 0,25
Juro!
O cara se deu ao trabalho de arromabar a porta pra roubar os R$ 0,25 que tinha no caixa.
Diga se não merece uma surra um ladrão desses?
Tinha caixas de chocolate, big big, pirulito, bala e ele não levou nadinha.
Tinha até um sanduicheira novinha e ele também deixou.
Olha, eu não tenho experiência com roubos, mas eu certamente levaria a sanduicheira pelo menos pra vender ou trocar por alguma coisa, ou até pela honra mesmo. Sei lá...
Já não se fazem mais ladrões com antigamente...tsc tsc tsc
quinta-feira, agosto 10, 2006
Lá vem o sol, tchururururu
Chego em casa com a marca da blusa e o rosto parecendo um pimentão.
E não há filtro solar que dê jeito...
segunda-feira, agosto 07, 2006
Odeio
Pois bem, depois dessa resolvi substituir por "detesto". O problema é que tenho que falar pelo menos uns três "detesto" pra compensar o "odeio".
Tem certas coisas que não dá só pra detestar, repugnar, ter aversão a...
É uma relação muito pessoal, por exemplo:
Eu odeio copo e prato molhados. Eu me recuso a comer em um prato recém-lavado e que não foi enxuto.
O mesmo para pessoas. Odeio quando a criatura lava as mãos e não enxuga E quando sai do banho com aquelas gotinhas de água nas costas? Arghhh
Também odeio tomar injeção.
Odeio que me belisquem. Eu prefiro mil vezes uma mordida, cócegas até ficar sem ar, um pisão no pé a um beliscão.
Agora eu sou incapaz de odiá-lo pelo resto dos meus dias se você não comentar aqui.
Simples assim. Nada muito odioso.
sexta-feira, agosto 04, 2006
quarta-feira, agosto 02, 2006
Ah Wilson vai...

Estava eu a caminho do Parque de Exposições, para o último dia de Expoacre 2006 ouvindo a 93.3 FM
- E vc que está no carro, a caminho da Expoacre e quer ganhar um kit do O Boticário não pode deixar de participar da nossa promoção. Eu vou falar uma palavra-chave e o primeiro que chegar aqui no stand da 93 e falar a palavra, fatura o prêmio.
- Olhaíii, amor!
- A palavra-chave é: caubói!
- Caubói, amor, caubói! Não esquece!
- Tá...
- Tá esperando o quê? Aceleraaa.
O trânsito tava bom, estacionamos perto da entrada e eu saí puxando o namorado pelo estacionamento.
Cheguei no tal stand, bati na porta...
-Caubói! Alguém já falou?
- Não, não. Vc foi a primeira!
- \o/
- Aguarda um minutinho que a gente tá no ar. Eu já te levo lá.
- Tudo bem! (sorriso de orelha a orelha)
Nesse meio tempo fiquei pensando no sonhado prêmio..."Será um perfume? Não, né?! Um perfume é muito caro...E um hidratante? Um hidratante seria uma boa, eu tô mesmo precisando de um, mas se bem que pode ser tbm alguns sabonetinhos que eles vendem lá...ou até um batom..."
-E aí, vamos?
- Vamos!
* No meio do caminho eu tentei ligar pra minha casa, mas a Juliana Mala estava no telefone desde a hora que eu saí e ninguém ouviu meus minutos de fama na rádio. :(
Chegando lá...
-Adriana, essa é a moça que ganhou a MAQUIAGEM da promoção da rádio.
Quando eu ouvi o nome maquiagem meu coração quase parou.
Meu histórico de maquiagem não me traz boas lembranças...Há alguns meses, na Semana de Saúde aqui a empresa, eu ganhei uma tal maquiagem d'O Boticário. Fiquei toda animada, já me imaginando na próxima capa da revista NOVA.
Enquanto a moça passava os produtos caríssimos vinha um e dizia:
- Nossa, tá linda!
- Poxa, ela está destacando seus olhos.
E o meu ego subindo, subindo.
Ela terminou. Eu desci doi andares, onde ficava o banheiro e quase tenho um infarto. Eu era praticamente "Priscila, a Rainha do Deserto". Tava ridículo!
Daí surgiu o trauma.
Sentei na cadeira, fechei os olhos e pensei "Agora foi-se! Certeamente ela vai fazer outra maquiagem de travesti, eu não vou ter onde lavar o rosto, vou ter que tirar foto e ainda andar pela feira desse jeito. Aiai..."
- Pronto, terminei!
Abri os olhos e tcharammmm
- Ficou boa. Obrigada!
E não é que ficou mesmo? Super discreta, sem exagero nem apelação.
Ainda dei entrevista e deixei recadinho para os ouvintes.
Depois disso quebrei o meu tabu de não ganhar nem galinha de arraial. Agora a sorte tá comigo. Eu posso senti-la!
sexta-feira, julho 28, 2006
Demorô, demorô!
Devo confessar ainda que, surpreendentemente, eu sabia cantar boa parte das músicas, sem ter comprado nenhum cd e baixado nenhuma mp3.
Confesso que aprendi aquela jogada de cabelo que só a Joelma sabe fazer.
Calypsoooo!
* O engraçado (ou trágico, se preferirem) desse tipo de música é que eu nunca sei quando elas terminam, porque o ritmo é o mesmo. Quando você se dá conta, já está no refrão de outra música.
quinta-feira, julho 27, 2006
Minha irmã é uma mala
"Sei que vai nascer uma menina", dizia o bilhetinho escrito pela irmã ansiosa.
Eu só não imaginava que esses nossos seis anos de diferença iriam trazer tantos transtornos.
Quando ela nasceu eu perdi o reinado, claro. Isso é até aceitável, eu já tinha perdido graça e provavelmente estava banguela.
Ela foi crescendo e destruindo tudo. Destruiu todos os meu brinquedos, arrasou com minhas barbies, meus brinquedos de massinha, meus jogos preferidos.
Cresceu mais um pouco e tentou quebrar o cadeado do meu diário, pra saber o que diabos tinha ali, mesmo sem saber ler ainda.
Agora ela tem 15 anos e a última dela pra me irritar é ficar jogando counter strike a tarde innnteira e ainda colocar em um volume bem alto. Não aguento mais ouvir tiros! Sem contar que ela se diverte na TV da sala e ninguém mais usa a sky.
Eu mereço...Eu mereço!
segunda-feira, julho 24, 2006
trocinho

Nunca fui muito ligada às inovações do mercado, mas essa aí me conquistou.
Que coisinha mais útil!
Declaro todo o meu amor de consideração a esse companheiro fiel, que diariamente me acompanha na saída do trabalho e me faz esquecer o sol de 40º sobre a minha cabeça e o barulho infernal do trânsito.
Esse que guarda meu documentos com todo zelo e facilita a minha vida.
E, finalmente, esse que grava as minhas entrevistas e salva essa mente desmemoriada.
"Oh, thank God!"
* E um obrigada especial ao namorado, que presenteou com tal mimo.
sexta-feira, julho 21, 2006
Desastrada, eu?!
- Cadê, mãe?
- Tá aqui, menina! Amanhã, assim que vc acordar, me chame viu?
- Mas mãe...
- Me chame! Não se atreva a colocar o pé fora da cama antes de eu tirar esse balde daqui.
- Tá bom, mãe...
quarta-feira, julho 19, 2006
Que ó-de-o
Escrevi um texto lindo! Cinco parágrafos com coesão e coerência, espaçamento 1,5, fonte Time News Roman 12 e na hora de enviar...Perdi!
Já procurei e nada.
É claro que eu não vou escrever de novo!
Oh raios e trovões!
* Alguém aceita Skiny?
segunda-feira, julho 17, 2006
quarta-feira, julho 12, 2006
E ontem...
Claro!
Colégio Batista, 7ª série, 1998, terça-feira à tarde, na quadra.
Eu sempre detestei Ed. Física, mas um dos poucos esportes com o qual eu tinha afinidade era o handebol. Não vou dizer que sabiiia jogar, mas eu gostava.
Era uma das primeiras aulas de Ed. Física em um colégio novo e com gente que eu nunca tinha visto na vida. A recepção não foi das melhores, mas também não fui discriminada como naqueles típicos filminhos das escolas americanas.
Fiquei em um time e sabia muito bem a minha função: marcar. E assim o fiz. O que eu não contava é que a dita cuja (moça que não me era estranha) ia querer embaçar comigo. E não é que a desgraçada me empurrou e eu bati o joelho bonito no chão da quadra? Quando eu levantei e vi as marcas roxas, parti pra cima dela e dei um empurrão naquela seca (bem mais que eu).
Quem me conhece sabe que meu porte físico não ameaça, mas quando a baixinha fica braba. Ai, papai! Me segura!
Houve uma precipitação de briga, aqueles empurrões ombro a ombro, insultos femininos mais conhecidos e acabou.
Cheguei em casa com duas duas bolonas roxas nos joelhos e claro que levei uma bronca da minha mãe.
"Eu não disse?! Foi sair do colégio aqui pertinho de casa, que estudou a vida inteira, pra brigar por aí..."
* Certamente aquela moça não lembra de mim, mas ela que não estranhe quando levar um empurrão por aí.
Rapidinhas (ando lendo muito a Coluna Social, meu Deus! Misericórdia)
- Ontem, durante uma importante aula de Comunicação Visual, a CELL (Comissão Especializada em Leitura Labial) chegou a conclusão de que o cara falou pro Zidane:
- Seu bobão, cabeça de melão!
Não tem quem não fique putinho com uma dessa, né?! E dá-lhe cabeçada nele. (Tinha que fazer um comentário sobre isso, antes que o assunto sature mais ainda).
- #1 e #2, Ele é gay, ele é gay que eu sei! (piada interna)
- Descobri que o Prof. Coração (vide post de 08/06/2006 ) nutre o ódio ferrenho por mim. E olha que eu nem me esforcei...
- E para completar essa manhã maravilhosa, uma notícia super gostosa:
http://www.jornalatribuna.com.br/geral_01.htm
Que eu não estude quatro anos (reconhecidos ou não) pra escrever uma matéria dessa. Deus queira, Deus queira...
segunda-feira, julho 10, 2006
novinho
Alguém me empresta um assunto?
Porque falar mal das segundas já está virando rotina...
quarta-feira, julho 05, 2006
fiu fiu
terça-feira, julho 04, 2006
merchan e amizade (não necessariamente nessa mesma ordem)
Eu, imitona como sou, quis um também. Após noites em claro, vigílias, correntes, eis que surgiu sugestível.
Um blog para um só leitor: o leitor fiel.
Heldinho acompanhou os primeiras histórias e causos e pacientemente comentou. A coisa evoluiu de tal forma que ele não conseguia conter suas impressões e passou a comentar com Herm, que viria a ser o segundo leitor fiel.
Já que eu tinha dois leitores, porque não mais um?
E através de um rigoroso processo licitação o Esnaider tornou-se o terceiro leitor fiel.
Com vocês, os três leitores fiéis:
\o/ \o/ \o/
#1
Índice Principal
#2
Um apelido
#3
Experimente...É grátis
* É CA-LA-RO que eu não poderia deixar de citar a contribuição dos visitantes fiéis como o Tiago do Without a Trace, a fêssora Aleta, a Princesa, o Cristiano Contreiras, a Niveamel- que eu encontrei ontem- e vc que só passa o pano (prefiro pensar que existe um 'vc').
segunda-feira, julho 03, 2006
acabou
sexta-feira, junho 30, 2006
aiai...
* Será isso um mini-conto?
Não sei, mas que eu tô "podhy em vida", isso é verdade.
quinta-feira, junho 29, 2006
Nemteconto
Dois gêneros singulaaares.
terça-feira, junho 27, 2006
injusto
sexta-feira, junho 23, 2006
Quase fim de semana
A caminhada de 14min33s parece menos demorada, apesar da vontade de andar pra trás.
quinta-feira, junho 22, 2006
Copa
BrasilxJapão
Preparados?
Aguennnta coração! (Todos os direitos reservados a Galvão Bueno. Leia na mesma tonalidade)
2x0 de novo?
3x0 pela lógica?
Façam suas apostas.
quarta-feira, junho 21, 2006
lágrimas, palavras da almaaa
Ontem o coordenador foi ter uma "conversinha" com a gente, ainda sobre aquela confusão com o professor Coração (vide post do dia 08/06 ).
Pois bem, ele começou a falar sobre conduta da instituição, do aluno. Falou também que muitos não estavam dando uma resposta acadêmica e zaz zaz zaz...Quase no final da fala o homem começa a tremer o lábios e a ficar nervoso.
Não, ele não vai chorar, né?! (pensei)
Chorou.
Chorou e mal conseguiu engolir o choro pra continuar a falar.
E a cara do povo?
Assim como eu, todos ficaram pasmos.
Até agora tô tentando lembrar o que de tão grave nós fizemos pra fazer esse homem chorar na sala.
Tadinho!
* Fui falar de choro e fiquei com a música(?) do Bruno e Marrone na cabeça. Virou título, claro.
terça-feira, junho 20, 2006
Continue a nadar, continue a nadar...
A linguagem
Eu já sabia que ox manauensex, opa, que os manauenses tinham uma certa tendência a chiar, só não sabia que era mania.
Acho que alguém chegou falando assim e acabou virando moda.
Na rua:
- Porque em doix mil e dois eu não trabalhava lá...
Ahhh, faça-me o favor!
A comida
Peixe, claro! Muito peixe. Peixe fresco e barato. Hummm
Também tinha uma frutinha intrigante que tava em todas: tucumã.
Era suco de tucumã, tucumã frita, sorvete de tucumã e o famoso X-Caboquinho (Cheese Caboquinho), pão, queijo e tucumã.
Sim, eu experimentei. É bonzinho...
Ah, sem esquecer do tal kikão que eu via em todas as placas de lanchonete.
- Prima, o que é kikão?
- Ah, é um cachorro-quente com um montão de coisas. Tem purê, passas, muita verdura...
- Hum. Na minha terra isso ainda continua sendo cachorro-quente.
A bebida
Ahh, o Guaraná Baré. O saudoso Guaraná Baré... Tinha o Real também, mas o Baré é perfeito. Perfeito.
Fora o regionalismo, consumi as porcarias industrializadas do mundo moderno. Muita pizza, sanduíche e milkshake.
abreparênteses O Humberto Werneck falou ontem sobre a importância dos interlocutores pra quem tá começando a escrever. Disse que cada pessoa deveria ter pelo menos três. Lembrei dos meu leitores fiéis. #1, #2 e #3 I love vocês!fechaparênteses
segunda-feira, junho 19, 2006
Eu voltei. Aqui é meu lugar!
Viajar é bom demais, hein?! Nem que seja só um pulinho aqui na cidade vizinha.
Passei esses últimos cinco dias em Manaus. Não conhecia a cidade e o único contato que tive com ela foi em 1994, no aeroporto, voltando de Fortaleza.
Quando a gente viaja o senso observador e crítico ficam aguçadíssimos, né?
Primeiras impressões:
Pode-se dizer que é uma cidade grande. Tem cara de cidade grande. Tudo é longe. Tem shoppings, mas falta alguma coisa que eu ainda não descobri o que é.
Tudo o que é diferente chama logo atenção. O asfalto, por exemplo. Qualquer bequinho, ruela, atalho tem asfalto. É um asfalto preto demais rs. Nunca tinha visto um asfalto tão preto. Parece constantemente novo. E os buracos? Senti falta dos buracos...Lá os buracos não são como os que tem no campus da Ufac. São falhas no asfalto. Aquelas depressões que ficam quando o o asfalto é novo e passa muita coisa pesada em cima, sabe?
Mas mudando de assunto. Os ônibus. Onde eu fiquei passava uma penca deles, e olha que nem era um rua central.
Uma noite resolvemos ir de ônibus ao Amazonas Shopping. A parada (ou ponto) ficava bem perto e o nosso número era o 123.
Entrei e a passagem custava R$ 1,80. Paguei a minha e a da minha irmã e ficou faltando 0,10 centavos de troco.
Sentei e continuei observando. O ônibus cortava o bairro Santo Agostinho por ruas de todos tipos. Ruas estreitas por onde passavam dois ônibus de uma só vez. A gente só faltava entrar na casa do vizinho. Numa dessas vi uma casa com uma Vectra, um sofá e uma TV no mesmo espaço. Um espécie de garagem/sala. Povo econômico.
No metade da viagem...
- Moço, o sr. já tem meus 10 centavos?
- Não.
Não? Como não? pensei.
Ou aqui tem moeda de 0,80 centavos ou todo mundo usa vale, ou ainda, o cara quer me enrolar nos 0,10 centavos.
Quando estávamos parando:
- Cadê moço?
- Táqui, maninha. Deus me livre!
- Não é nem pelos 0,10 centav0s, moço...Mas eu não entraria aqui com 1,70, entraria? (a velha máxima)
Acreano pode se enganado no Acre, mas na casa alheia, nunca!
Paramos em frente ao shopping, passeamos, lanchamos e chegou a hora de voltar pra casa. A parada tava lotada, a chuva caia e eu gripada até o último. E lá vem o 456, o 122, 213, o 567 e nada, nada daquele povo ir embora.
- Meu Deus, aqui não tem aquele "Ônibus da Galera", não? Tipo o Calafate, Sobral. Aquele que esvazia a parada?
E passava um, e mais um e outro e a parada dando cria. Gente, gente, muita gente e gay, quantos gays (depois conto mais sobre isso).
Lá vem o umdoistrês. Levanto e muitos levantam também. Era o que eu o temia: o umdoitrês era um dos Ônibus da Galera.
Lotado até o talo.
Mais de meia hora de viagem.
O mesmo cobrador.
Mas o troco tava certo.
To be continued...
terça-feira, junho 13, 2006
Aos 21
Aos 2.1 eu quero ser forte, potente, inteligente e dirigir melhor.
Aos 20+1 eu me desejo saúde, felicidade e todos aqueles clichês de aniversáio.
Hoje, hoje eu só quero que essa gripe nojenja e essa tosse cachorrenta se mandem pra bem longe daqui e que o Brasil ganhe de 3x2, pra eu faturar o bolão da sala.
segunda-feira, junho 12, 2006
A verdade
Vivas!
sexta-feira, junho 09, 2006
Vocês perderam, meus leitores fiéis!
Dois senhores bondosos e simpáticos nos perguntavam como anda o Curso de Jornalismo da Ufac.
A princípio poucos se manifestaram, mas depois a conversa fluiu.
Ela ainda não havia chegado e eu estava dando graças a Deus por isso. Sem ela, a conversa teria 50% de chance de dar certo.
Então ela chega e eu penso, "vai dar merda!"
Ela se mantém calada e até aí tudo bem.
Ela levanta a mão e eu baixo a cabeça.
"Não, porque na MINHA turma os professores NUNCA apresentaram o plano de curso"
Já pensaram que duas palavras mais traiçoeiras essas?!
Como é que a criatura abre a boca e fala com toda a propriedade do mundo, se apossando de uma turma de quase 30 alunos?
Como é possível que em 6 semestres, com mais de 40 disciplinas, um professor nunca, never, jamás apresentou um plano de curso?
Que ela não pensou/pensa antes de falar é fato. Agora que eu ia falar alguma coisa depois disso era novidade.
Depois da reunião eu chamei ela no canto, perguntei quem ela pensava que era pra falar aquilo, puxei-a pelos cabelos negros, bati a cabeça dela na coluna, saimos rolando pela grama, mas eu ganhei a briga!
* O parágrafo acima é fictício. Foi só pra animar um pouco.
Eu apenas falei "Quando tu quiser falar essas merdas que tu fala dentro de sala, não coloca todo mundo no meio não, sua babaca!"
Mentira. Isso aí eu só pensei. O que eu falei foi:
"Vc tem o direito de expor sua opinião, mas, por favor, quando fizer isso, não fale pela turma, porque não é verdade."
"Ahh, só pq vcs querem mascarar o curso eu tenho que fazer o mesmo?!"
* Nessa hora a Loira G já tava "Ai, papai! Me segura!"
"Eu só disse que pra vc não generalizar, porque isso é sério"
"Amiga (travei os dentes qnd ouvi essa), ninguém, além da Graça, deu plano de aula até hoje"
A gente discutiu mais um pouco até o fim do corredor aí eu lembei com quem tava falando e resolvi fazer algo útil: poupar minha paciência e ir pra casa.
E olha que o semestre tá só começando...
quinta-feira, junho 08, 2006
Eu não disse?!
Dito e feito!
Ontem, primeira aula do professor Coração (nome fictício, pq pelo ego daquele homem ele deve fazer pesquisas diárias no Google com o nome dele) e já teve showzinho.
Ele saiu da sala, chamou o coordenador e abandonou a disciplina.
Eu já imaginava que isso iria acontecer, mas não tão rápido.
O Coração é aquele tipo de professor que não aceita ser questionado.[ironia] É um homem culto, viajado e que trabalha na universidade há anosss[/ironia].
Sempre entra na sala com uma pilha de livros, deixando claro que ele é o filósofo e vc é o aluno.
O que eu acho mais engraçado no Coração, é que nem ser odiado ele consegue. Ele é apenas motivo de chacota. É tão ridículo que chega a ser hilário.
Na outra disciplina que ele misnistrou na nossa sala nós tivemos uma "pequena" discussão e acabou deixando nossa "relação estremecida", já que ele conhecia meu pai e nunnca, nuunnnca esperava tal atitude de mim.
O que eu fiz?
Tava copiando uma xerox de outra disciplina na hora da aula dele.
O que a outra moça fez ontem?
Perguntou pelo plano de aula.
Só isso!
Se ele volta?
Aposto que sim.
terça-feira, junho 06, 2006
Reforma
O melhor de tudo e ter que aturar o capinteiro/pedreiro/pintor/encanador/cara mais mala do mundo: Chinha.
Minha irmã diz:
- Chinha, eu posso pintar com esse pincel?
- Menina, tu pode pintar até com teu nariz, só não me perturba mais não, pelo amor de Deus!
Comigo o tratamento é de primeira:
- Ô amarela, o que é pra fazer aqui no teu quarto, hein?
E assim caminha a humanidade...
* 06/06/06 Booooo!
quinta-feira, junho 01, 2006
A conspiração
Incrível como eu passo vergonha na rua!
Lá vinha eu linda e morena pelas calçadas de White River, nas proximidades da Secretaria de Comunicação, quando avisto um "Seu Zé" com a perna machucada, uma muleta e apenas um par de dentes na boca.
Ao me aproximar ele diz:
-Eu só quero um beijinho no rosto...
- Não.
Tento ultrapassar pela esquerda e ele impede a passagem com a muleta.
-É só um beijinho.
- Nãão!
Tento a saída pela direita e ele não deixa eu passar.
A calçada já não tinha mais espaço. Havia uma arbusto impedindo a fuga e um carro estacionado atrapalhando.
Lá vem ele com tudo e eu saio correndo pela rua
- Nãããããooooo!
Ele sai resmungando:
- Tudo bem, tudo bem, eu não sou o Latino, mas eu sei latir: au au au!
Valei-me!
* Minha mãe diz que eu tenho um cupido pobre.







