sexta-feira, julho 15, 2011

Já chega!


Duas coisas que tenho que parar de ser/fazer:

1ª - Deixar de ser burra que corta o cabelo;
2ª - Fingir entender coisas importantes ao telefone só para me livrar logo da ligação.

A moça me ligou e tentou de verdade explicar algo do meu interesse. Acontece que depois de alguns segundos de ligação o meu cérebro passa a funcionar no piloto automático e eu só consigo dar respostas afirmativas, a fim de me livrar logo da conversa.
Eu sei que ela queria dizer algo importante, só que demorou muito e quanto mais ela falava, menos eu ouvia.
Agora eu vou ter que dar meu jeito para saber o que era e acabar com essa farsa telefônica.

terça-feira, julho 05, 2011

Conversinhas


- Eu gosto do significado do meu nome. Combina comigo. Renata – Renascida

- O meu não tem significado, mas tem aquela história de amor super bonita do poeta que escrevia seus poemas proibidos para Natércia, que é anagrama de Caterina, a moça por quem ele era apaixonado.

-Ah, meu também tem a história daquela moça que usou um vestido rosa na faculdade e foi vaiada no prédio inteiro... (Essa é a Geisy, que não é Arruda).


Nesse mesmo dia...

- Pô, mas eu gosto da banda. O último show não foi lá muito bom, mas os caras têm história...
-Ah, eu também gosto muito. Adorei o último show!
- Taí, acho que gente poderia montar...

(pausa)

(...) uma empresa!

-Ufa, cara! Achei que tu ia querer montar uma banda de garagem a essa altura da vida!

- Eu também fiquei com medo.


*Diálogos fruto dos Encontros Tchurísticos Dominicais entre eu, Geisy e Renata.

domingo, junho 26, 2011

Ahhh, o amor!

Depois de produzida para um casamento, o noivo diz:

-Ahh, então é isso que a maquiagem faz...Deixa a pele lisinha com o Lightroom.
- Isso não é coisa que se diga!

sexta-feira, junho 17, 2011

Fotobiografia “Pelas trilhas que andei”

 
Hoje, sexta-feira (17), às 19h no auditório da Biblioteca da Floresta, em Rio Branco/AC, o PIUM Fotoclube realiza mais uma apresentação da série de fotobiografias. “Pelas trilhas que andei”, vai apresentar através da fotografia, memórias e aventuras das andanças do biólogo Lisandro Juno. A apresentação, além de belas fotos, enfocará também aspectos dos locais visitados.

Cruzeiro do Sul, Rio Grande do Norte, rio Chuchi-chá, Penísula Antártica e Suíça, são algumas das trilhas percorridas por Lisandro. O biólogo, que iniciou seus registros fotográficos com uma câmera “Xereta”, também vai abordar sua experiência com as mudanças tecnológicas, falando das dificuldades e facilidades que obtinha com equipamentos diferentes.

Lisandro Juno é graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos. Atua como docente na Universidade Federal do Acre – UFAC, desde 2000. Sua pesquisa é centrada em ecologia de peixes e ecossistemas aquáticos. Lisandro aproveita suas viagens de trabalho de pesquisa para exercitar o prazer de fotografar.

PIUM é uma associação aberta a fotógrafos, amadores, profissionais e entusiastas, que tenham interesse em compartilhar a fotografia e seus temas transversais. As atividades do PIUM são guiadas pela apreciação, produção e discussão da fotografia. Para mais informações sobre o PIUM, acesse o site: www.piumfotoclube.com.br

 
Serviço
Fotobiobrafia “Pelas trilhas que andei”, por Lisandro Juno
Data:  Hoje, sexta-feira, 17 de junho de 2011
Horário: 19h
Local: Auditório da Biblioteca da Floresta, Rio Branco, Acre
Entrada Gratuita
Realização: PIUM Fotoclube

terça-feira, maio 17, 2011

Diálogos

- Eu tenho uma vó clássica e uma que grita.
- E qual eu sou?
- A que grita.

*Afilhado de 5 anos e a avó (que grita).

domingo, maio 08, 2011

E assim a gente se comunica...

À la "Voz das Selvas".

Tchuras da colocação Rio Branco e do território do Rio de Janeiro,
D. Jamilsa Melo, do Grande Seringal Manaus, informa que vossa amiga D. Juliana passou por uma cirurgia no pé da barriga, no dia de ontem, mas esta já passa bem, só ainda não pode comer carne de caça, por que esta é reimosa. D. Juliana ainda não sabe o dia de seu regresso, mas a mesma diz que assim sabendo, informará e pede para  que suas amigas a esperem na boca do ramal a ser combinado.

segunda-feira, maio 02, 2011

Espelho, espelho meu!


Funciona assim: você compra um espelho grande - desses que dá pra se ver toda gata linda – e instala.
Daí, se em dois meses ou um ano (no meu caso) você decide levar esse espelho para outro lugar, aí ferrou, neguinho!
Nenhuma vidraçaria dessa cidade faz o serviço. E não é favor não, é querendo pagar mesmo.

-Sabe que o que é...É que corre o risco de quebrar...

Jesus Cristo, claro que eu sei que corre o risco de quebrar! Por isso mesmo eu queria contratar uma empresa que tem um carro que leva vidro e espelho o dia inteiro, mas não tem coragem de levar o meu.

Será que ela acha que eu não quero transportar esse espelho por pura preguiça?

Mas retomando, se conhecerem alguém que faça isso, AVISEM-ME!.

quinta-feira, abril 28, 2011

Sobre amizade, apenas três considerações:




Não nasce da noite para o dia;
Não deve gerar muitas discussões (porque pra brigar a gente já tem pai, mãe, irmã e marido);
Pode ser cultivada à distância.

sexta-feira, abril 15, 2011

Bullying


Já pratiquei e fui vítima de bullying em uma época em que isso nem nome tinha. Aliás, a primeira vez que eu ouvir falar nessa expressão foi em 2009, quando viajei pra João Pessoa e conheci uma jornalista lá que me contou a história de como foi fazer uma matéria sobre assunto.

Agora parece que o negócio pegou e em tempos de loucos invadindo escolas e matando crianças, todo cuidado é pouco.

Revendo minha vida escolar, lembrei de umas...

Quando eu tava na quarta série, na hora de um recreio qualquer, nós (eu e uma turma de crianças desocupadas) decidimos que iríamos irritar o Benedito – um garoto da terceira série. Como o Benedito era gordinho, começamos a chamá-lo de baleia e a correr pelo pátio. Numa dessas corridas eu perdi meu fôlego e tava recuperando o ar, encostada na coluna.  Foi nessa hora que o Benedito me pegou desprevenida, veio correndo e me deu um soco no estômago. Se eu ainda sou magra hoje, vocês imaginem aos 9 anos. E imaginem o que isso me rendeu.

De amarela eu fiquei roxa, azul e todas as cores de uma pessoa sem ar. Não consegui respirar e tive que ir pra enfermaria nos braços da Dona Elvira.  Claro que aprendi. Nunca mais chamei nenhum Benedito de baleia.

O mais irônico é que vez ou outra eu ainda o encontro por aí. Mas aposto que só eu me lembro dessa história. E acho até que isso não gerou grandes problemas. Ele me parece um rapaz tranqüilo e maduro, que não anda mais esmurrando garotas ‘pafrentes’ e sem intenção de se vingar. Assim espero.

Um ano depois veio o troco. Na quinta série, quando as pessoas pouco confundiam meu nome e até faziam trocadilhos com ele, os meninos da minha sala resolveram me aborrecer me chamando de Natesta. Mais que isso. Eles decidiram passar um recreio inteiro correndo ao meu redor, me chamando de Natesta e dando um tapa na testa - que nem é assim tão grande. Quando a testinha ficou vermelha e minha paciência foi embora, levei todo mundo pra diretoria e os meninos passaram um tempão sem falar comigo.

Acho que isso também foi superado na época de escola. Hoje em dia a maior parte do meu tempo é dedicado a esclarecer como escrever meu nome corretamente e não pretendo matar ninguém por isso.

quinta-feira, abril 14, 2011

Kit sobrevivência

Três coisas que deveriam vender na farmácia (ou no açougue mais próximo da sua casa):

Paciência (porque "o mundo vai girando cada vez mais veloz, a gente espera do mundo e o mundo espera de nós um pouco mais de paciência");
Noção (em doses generosas e a preço de banana);
Filtro (porque vomitar tudo que pensa nem sempre é prudente).

terça-feira, abril 12, 2011

Mais do trânsito


Não sei o que faz as pessoas acharem que às 20h de sábado à noite os faróis não precisam ser mais obedecidos e saem furando tudo.
Aí a gente tenta encontrar alguma justificativa pra isso, começa a falar que é cultural, que é do acreano...
Cultural é comer baixaria no Mercado do Bosque e coisa de acreano é chamar bola de gude de peteca. Furar sinal vermelho é outra coisa. É imprudência, irresponsabilidade, e, no mínimo, falta de educação.
A gente tem mania de querer justificar o injustificável. Se ainda morássemos em um lugar que é perigoso parar no sinal, porque você corre o risco de ser assaltado, mas não. A gente para porque tem que parar. Porque naquele lance de signo, significado e significância, o vermelho é pare e o verde é siga.
Mas quem liga pra isso num sábado à noite, não é mesmo?
O que me dana a vida é que se a gente bate no carro de um indivíduo desses ou até mata um motoqueiro malucão, a gente é ruim, não?

domingo, março 27, 2011

Pode isso, Arnaldo?

A impressão que dá é que um belo dia as pessoas acordaram e disseram “Ah, tem aquele artista, o Romero Britto. Vamos usar a obra dele como ‘referência’!”.

E assim nasceu a identidade visual do Carnaval 2011 e a capa de um edital da Lei de Incentivo à Cultura.

Não sei vocês, mas eu imagino que, se o Romero não estiver ciente disso e não ganhou nada pra emprestar suas obras, ficaria muuuito chateado, né não? Eu ficaria.

Mas eu também imagino que deva estar tudo certinho, porque as pessoas que trabalham com isso não seriam irresponsáveis em usar a técnica de um artista assim na maior, só porque a gente mora no Acre e ninguém nunca iria descobrir, não é mesmo?

Como eu disse, é só a impressão que dá...

Ah, e pra quem não conhece o trabalho do Romero Britto, aqui vai o site oficial

Um abraço...do Romero Britto



sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Inté

Aos amigos, leitores e psicopatas, aviso que estarei ausente por uns dias.
Tenho um encontro marcado com o mar. Ele sente saudades e eu também.
Beijos.
Hasta.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Golpe baixo

Olha, eu vou dizer uma coisa pra vocês...O que a publicidade anda fazendo esses últimos tempos tá acabando comigo em tempos de TPM.

Não sei se eles dão algum nome pra isso, se é mesmo uma tendência atual ou já praticada há algum tempo, o que eu sei é que essa história de humanizar comerciais tem dado super certo comigo. Se eu tivesse grana, compraria tudo que me oferecessem...

O comercial a seguir foi uma dica da amiga e jornalista Rafaela Schuindt, via Facebook.

Golpe baixo, hein Pantene?!

domingo, fevereiro 13, 2011

3° Festival do Júri Popular

Imagine um festival de cinema que você de espectador vira júri?
Está pertinho disso acontecer.
De 14 a 20 de fevereiro, Rio Branco recebe pela segunda vez a terceira edição do evento
cinematográfico mais abrangente do Brasil, o Festival do Júri Popular,
Festival de curtas-metragens, sem Júri Oficial, onde você decide todas
as categorias, incluindo melhor filme, roteiro, direção, montagem, atriz/ator etc.
O evento ocorre simultaneamente em 21 estados do país, nas cinco regiões
e apresenta uma oportunidade única do público refletir e opinar sobre o que vê
e ter acesso a mais recente produção brasileira de curtas-metragens.

Em Rio Branco, a edição acontece na Filmoteca Acreana, na Biblioteca Pública,
De 14 a 20 de fevereiro, as 19h. Toda programação é GRATUITA.

A realização do evento é da Sobretudo Produções e Tela Brasilis,
Produção Local: Associação Samaúma Cinema e Vídeo, apoio local:
Governo do Estado do Acre, TV Aldeia e Biblioteca Pública.

Convoquem os amigos para as sessões.

Programação de Estréia


Dia 14 de fevereiro (segunda -feira), as 19h.


Competitiva 1 (14 anos) – 93'


- Angeli 24h, de Beth Formaggini, 25’, RJ, doc.

Sinopse: Documentário sobre o cartunista Angeli e as transformações em suaobra.O filme é centrado na sua obsessão pelo trabalho e na crise entre ser um artista da cultura pop, produzindo diariamente novas chargese tirinhas para várias mídias, e ao mesmo tempo exigir de si mesmoradicalidade e capacidade de se renovar, sempre botando o dedo na ferida.


- A Dama do Peixoto, de Douglas Soares e Allan Ribeiro, 12’, RJ, doc.

Sinopse: Ela está aqui, está ali, e os invisíveis são os outros



- Amigos Bizarros do Ricadinho, de Augusto Canani, 20’, Rs, fic.

Sinopse: Amigos Bizarros do Ricardinho conta a história de um rapaz levado ao limite da tensão em um ambiente corporativo. Quando essa crise torna-se insustentável, ele desenvolve uma reação estranha: narra aos seus colegas as pequenas e insólitas histórias de seus amigos e familiares na cidade satélite de Viamão, na grande Porto Alegre.



- Só mais um filme de amor, de Aurélio Aragão, 19’, RJ, Doc.

Sinopse: Entre Janeiro e Julho de 2009, Emanuel e Gabriela estiveram separados. Ela em Paris. Ele no Rio de Janeiro. Durante esse período trocaram dezenas de vídeos que para eles funcionaram com cartas de amor. Ao longo dos 19 minutos do filme eles tentam recontar essa história.


- Contagem, de Gabriel Martins e Maurilio Martins, 18’, MG, fic.

Sinopse: Um acontecimento, quatro pessoas e a cidade de Contagem.

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Sim, (ainda) é uma GARAGEM!

Eu havia decidido me tornar uma pessoa mais tranqüila, paciente, de bem e do bem. E estava conseguindo. Até hoje.

Até hoje quando eu chego do yôga, toda trabalhada na swásthya e na respiração equilibrada e vejo uma moto do Satanás estacionada na minha rua. E, pasmem, atrapalhando a entrada da minha garagem.

Esse assunto já rolou por aqui e até rendeu intriga com vizinho. O tempo passou, a placa ruiu e eu até voltei a cumprimentá-lo. O problema mesmo nunca parou.

Isso porque nós bem sabemos que 98,7% do mundo é habitado por pessoas sem noção e, a maioria delas, adora freqüentar a minha rua.

Agora decidi explicar o problema a fundo, para que vocês entendam que parte dele pode até ser antipatia e incompetência minha, mas a maior parcela é puro karma e uma falta de sorte desgraçada.

A minha é aquela rua estreita. Aquela que deve ter começado como um varadouro, ascendeu a beco e, finalmente, a uma travessa estreita e sem nome.

É uma pacata ladeirinha de tijolos com seis casas, 13 cachorros e sete carros . A minha é a segunda à esquerda e o meu carro é comprido. Loooogo, eu tenho que fazer um girão pra poder entrar na garagem, compreende? Não? (para os que não me entendem, fiz um desenho explicativo).

Então, agora me entendem? Compreendem-me e me apóiam?

Vocês entendem que, por mais que o portão da minha garagem seja largo o suficiente pra passar um caminhão, eu preciso de espaço pra manobrar?

Qualquer motorista entende isso (menos os tapados que estacionam aqui).

Isso vem se repetindo pelo menos uma vez por semana. Ultimamente eu tava dando uma buzinadinha de leve, pedindo gentilmente para a visita do vizinho descer com o carro pra eu poder entrar e sempre mantendo um sorriso no rosto. Isso tudo porque eu estava em uma campanha pessoal desde o início do ano de deixar essa rua sem nenhum inimigo. Ir para uma casa nova, começar uma nova vida, com uma rua larga, uma garagem grande e nenhuma amizade. Mas aí vem o cão e atenta.

E se eu coloco uma placa no meu portão - que é mais do que justo, já que as pessoas não entendem mesmo que um buraco deste tamanho seja uma garagem- os vizinhos encaram como afronta, má educação e falta de bons costumes.

Então peço a ajuda de vocês para elaborar uma placa fina, elegante e sincera. Vamos às sugestões:

1ª “Repita comigo: GA-RA-GEM”

2ª “Garagem, porra!”

3ª “Garagem. Cuidado! Motorista brava!”

Conversa séria

-Deda, eu posso ter uma conversa séria com você?
-Pode.
-Você tem algum amigo que você goste?
-Er...tenho alguns...
-Quem?
-Ah, um bocado...
-Mas...E EU?
- Você é o meu afilhado mais lindo do mundo!

*Ganha abração.


- Esse aqui é o seu quarto?
-Sim
-E você dorme com o seu marido aqui?
- Não, ele não é meu marido ainda. Ele dorme na casa dele. Quando eu casar vou pra uma outra casa morar com ele.
-E você não vai ficar mais aqui comigo?
- Não, mas eu vou vir aqui te visitar.
-Quem disse?


*Aflhado tá crescendo e fazendo umas perguntas complicadas...

domingo, fevereiro 06, 2011

Cliques


O que eu queria mesmo era ser com a Allison do Yes Man (2008). Linda, atleta e fotógrafa.
No filme, ela e um grupo de pessoas se reúnem pra correr e fotografar ao mesmo tempo. Não é genial? Eu acho.
Enquanto não encontro parceiros de corrida fotográfica, eu os companheiros do Pium Fotoclube nos reunimos para uma saída fotográfica comum.
Aqui tem algumas fotos.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

No trânsito

Querido diário, hoje uma putinha motoqueira furou o sinal e quase bateu no meu carro. Será, querido diário, que ela tem noção de que numa dessas eu poderia até me machucar, mas dela não sobraria nem a alma?

Oremos.

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Então eu choro...

Minha mãe disse que quando eu nasci o médico teve que dar uma palmada pra eu chorar. Hoje, com muito menos que isso, me acabo em lágrimas.
Sinto mesmo que foi aquela palmada que desencadeou, 25 anos depois, esse choro frouxo (seja de alegria ou de tristeza).

sexta-feira, janeiro 28, 2011

1ª Saída Fotográfica - Pium Fotoclube


Amanhã (29) rola a 1ª Saída Fotográfica do Pium Fotoclube. Não sabe o que é isso? Seguinte: é um encontro de pessoas que gostam de fotografar. Se você tem uma câmera fotográfica (não importa qual) e a mesma paixão, é só se encontrar com a gente lá na 4ª Ponte (aquela ponte nova e bonita. se bem que tem um monte de ponte nova, mas é aquela mais nova, sabe? que chamam de viaduto rs), do lado do Segundo Distrito, às 16h.

Pra conhecer um pouco do Pium Fotoclube, dá uma olhada no nosso perfil do Facebook.

Te espero lá! (E pode falar comigo que eu não sou antipática. Juro)

sábado, janeiro 22, 2011

Das loucuras familiares

Lombinho acha que tem TOC (Transtorno Obssessivo Compulsivo) só porque toda vez que ela vai tomar banho e vê a esponja, se sente na obrigação de usá-la.
Eu chamo isso de 'Surto de Higiene'.

terça-feira, janeiro 18, 2011

do you speak english?

Sabe aquela história de que quando a gente come muito à noite, acaba sonhando loucura? Pois então. É verdade.

Comi tanta pizza ontem que mais tarde fui parar em Connecticut pra estudar inglês. É claro que eu não estava sozinha. Minha inseparável amiga Fabiana de sonhos nonsenses tava comigo.

Não sei dizer direito como chegamos lá, mas era uma escola bem rígida. Antes, demos uma passadinha no shopping e Fabiana comprou um milkshake do Bob’s que tava meio estranho. Tinha bolinhas de farinha de tapioca dentro e não combinou legal.

Sentamos numa mesa com alguns geeks e reclamamos da má qualidade de milkshakes daquele país.

Depois seguimos pra escola e ficamos esperando nos chamarem pra turma de iniciantes, cause we no speak americano very well.

The end.

sábado, janeiro 15, 2011

Pronto. Falei.

Só tenho duas convicções na vida:

1ª Que "né fácil não..."
2ª Mas que "vai dar certo. Sempre dá"

O suficiente pra ir levando até 2098.

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Nada de tutz tutz

Existem pessoas que nasceram para brilhar e aquelas que não nasceram pra andar de bicicleta ( sou eu). Existem as que não sabem nem nadar nem andar de bicicleta e, ainda, aquelas que simplesmente não nasceram para ter uma super Mobile Sound Box – vulgo ‘caixinha de som da Bolívia’(eu de novo). Sim, aquelas com um design ‘retrô’, um barulho infernal e luzes piscantes.

Aquelas que empestaram não só a Bolívia, mas os boxes do camelódromo e, principalmente, o Terminal Urbano.

Pois então, tenho duas. Vejam vocês que não tenho vocação para a galerosidade, porque eu fiz um alto investimento no negócio e quando ele chega nas minhas mãos, simplesmente para de funcionar.

Não vou aqui me justificar. Eu queria uma e comprei, oras. Queria mesmo. Não vou mentir.

Queria pra poder levar para os encontros de meninas e pra fazer a trilha sonora dos meus ensaios fotográficos no estúdio. E elas me pareceram a melhor solução: preço baixo e satisfação garantida.

Engano meu. A primeira que comprei (minha preferida, inclusive), durou um encontro de fuinhas só. Depois disso ela parou e nunca mais carregou.

Voltei à Bolívia. Já que era pra comprar um carregador, melhor mesmo era comprar outra. Fiz mais: comprei uma nova e um carregador – assim eu poderia atacar de DJ tanto em casa como no estúdio.

Nada também. Estão lá as duas paradas. Vai entender...

domingo, janeiro 02, 2011

Day 1

E lá se foi o primeiro dia do ano. E como esta é a época ideal para promessas, metas e afins, desejo escrever mais este ano.

Outra coisa que eu pensei em colocar aqui antes de findar o dia e que vai, no máximo, causar antipaia, é sobre um trecho do último discurso do ex-governador do Acre, Binho Marques, que eu ouvi enquanto estava indo pra casa nessa madrugada.
Ele dizia que sua equipe fez um governo baseado em sonhos...em realizar sonhos. Foram palavras bonitas e eu fiquei pensando naquilo antes de dormir...O único porém é que os sonhos deles são diferentes dos nossos.
O povo tem sonhos simples: rua asfaltada, saneamento básico, uma saúde não tão ruim...
Pontes e monumentos são complementos.
Quando alguém sacar essa fórmula, vai ser bem mais fácil administrar....
Boa sorte!

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Vem, 2011, vem!

De repente a vibe do ‘adeus ano velho, feliz ano novo’ me pegou. E de uma forma até mítica/mística/organizadora/clichê.

Foi depois que eu li um daqueles textos óbvios de mudanças de vida, com coisas que todo mundo sabe que deve fazer, mas precisa ler para acordar.

Por isso, a palavra de ordem é ‘faxina’. Uma limpeza de corpo, mente e quarto sujo. Sem medo de rinite. Porque o momento pede. E porque eu comprei minha agenda nova, oras!

A foto é uma celebração à amizade e aos 365 dias que virão!

Saúde, paciência e dinheiro pra vocês.

terça-feira, dezembro 28, 2010

5 anos de Sugestível


Sugestível fez 5 anos ontem. Só lembrei agora.
Acho que ele não anda muito feliz com a idade. Se eu fosse um blog, também não estaria. Aliás, se eu fosse um blog como ele, escrito por uma dona que segue modinhas, estaria pra lá de insatisfeito.
Mas 'vâmo que vâmo'.
Vida longa...

quinta-feira, dezembro 23, 2010

Reflexões


Fazendo um balanço anual de todas as coisas adquiridas este ano, diria que, fotograficamente falando, minha vida pode ser divida entre antes e depois da aquisição da minha super simpática lente 50mm 1.8 mesmo.

Pense numa lente deliciosa! Coisinha pequena mais eficiente...

Agora falando em mudança de vida e comportamento. Tipo um divisor de águas mesmo, aí eu diria que essa transformação aconteceu depois que eu comprei a minha raquete mata-mosquito. Sou praticamente a maior exterminadora de carapanãs do Acre, quiçá do Brasil.

E que venha 2011!

quinta-feira, novembro 25, 2010

Do que realmente importa

Coisas que me interessam enquanto estou na minha sessão de acupuntura:

Quanto tempo passarei com as aguhlinhas no meu corpo.
A temperatura do ar-condicionado.

Coisas que não me interessam enquanto estou na minha sessão de acupuntura:

O nome do compositor da música chinesa que toca.
Que o colega da cabine ao lado está solteiro, falando isso para moça ao celular e para todos da sala.

quarta-feira, novembro 17, 2010

Da série "Eu moro difícil"

Hoje é mais um dia daqueles em que me irrito por morar no Acre. Se eu fosse contar quantos textos de #mimimi sobre o Acre tem esse blog, daria metade das publicações.
Mas isso só acontece porque eu sou teimosa. Porque se eu fosse conformada, eu viveria em paz. Passaria meus dias sabendo que as coisas são difíceis para chegar aqui e pronto.
O que eu não aceito é quando elas simplesmente não conseguem chegar aqui, entende?
Já estou acostumada a pagar fretes e tarifas exorbitantes, mas o fato de o produto simplesmente não chegar aqui me faz achar que toda aquela briga entre Brasil e Bolívia não valeu de nada. É retroceder além do que eu me permito.
Então eu resolvo levar em frente essa ideia de ser uma empresária/empreendedora de sucesso, mas eu vou falar uma coisa pra vocês, ô coisinha difícil.
Na minha última viagem conheci o trabalho de uma empresa que faz impressões em ótima qualidade. Era e-xa-ta-mente o que eu vinha procurando...
Preparei todo o material, baixei o software pelo site deles e na hora de enviar...“Erro ao calcular frete. Precificacao indisponivel para o trecho informado”.
Há três dias venho entrando em contato com a empresa, explicando que não consigo enviar o material. Ligo, mando e-mail para a central de atendimento, suplico no chat on-line e só recebo respostas vazias.
Eu só queria um pouco de verdade e boa vontade. “Minha filha, você mora num buraco, mas a gente vai tentar de ajudar”.
E não um "O problema está no site dos Correios".
Minha gente, por mais preconceituoso que esse país seja e que os Correios tentem de tudo para nos boicotar, eles nunca nos privam do cálculo do frete. É justamente aí onde eles conseguem nos colocar em nosso lugar.
A empresa é de Santa Catarina e posso apostar meus dentes da frente que nem imaginam onde fica o Acre, por isso mesmo não se preocuparam em incluir o CEP da Floresta em seu software. E é por isso que eu continuo tentando igual uma idiota oferecer um produto melhor para os meus clientes, mas sem sucesso.

A luta continua.

terça-feira, novembro 09, 2010

Da série “Os loucos em minha vida”

Vinha eu nesta terça-feira calorenta, ao som de Celebration da Madonna, quando me para o senhor. Tiro os fones do ouvido e:

- Nem deu hoje...

-Oi?

- É, não deu hoje...

-Er...Tudo bem então (tentando sair)

*Ele continua segurando a minha mão

- Não é a Paulinha não, né?

-É não...

- Mas parece ó!

- Mas nem é ó... Tchau, senhor!

quarta-feira, outubro 27, 2010

Das histórias de doido

Existe o para-raio e o para-doido (no caso, eu) .
Certa vez um amigo me disse que eu atraía os tipos mais malucos. E é verdade
Hoje, voltando para o trabalho e caminhando pela caçada afora, me chama um senhor:
“Ei, psiu!”
Ainda tentei desviar e seguir meu caminho, mas sabe quando a pessoa praticamente pula na sua frente e você não consegue fugir? Então, foi assim.
“Oi...”
“Aquela mulher (que eu não sei qual era) veio me perguntar se eu sabia onde ela podia comprar livros de espiritismo e desse tal de Allan Kardec. Eu disse pra ela ir ali (na polícia) e ela vai ser é presa!”
“O.o”
“Porque nós somos de Deus, né?”
Dei aquele ‘joinha’ e segui meu rumo, rindo e comprovando a lei da atração.

domingo, outubro 24, 2010

2º Concurso de Fotografia do Procon-AC

E eu fiquei em 2º lugar na categoria 'máquina digital'. Segue comprovação fotográfica.



Todo meu grau de desespero pendurado em um só varal. on Twitpic

Todo meu grau de desespero pendurado em um só varal. on Twitpic

Eu esqueço, elas esquecem, nós esquecemos!

Se a Bia Falcão diz que pobreza pega, eu digo que esquecimento também é contagioso.
Sim, porque de uns tempos pra cá as pessoas que convivem comigo estão ficando iguais ou piores que eu.
Essa semana, por exemplo, combinei com as tchuras (facção de jornalistas da qual faço parte) de fazermos cachorro quente.
Fui ao supermercado com uma delas e compramos tudo (ou quase tudo) o que era necessário.
Cortei os temperinhos, a salsicha, fizemos o molho e pronto. Cadê o pão?
Esquecemos o pão. Compramos patê e torradas e esquecemos o pão.
Não tem problema, liga pra loira que ela traz o pão.
Chega a loira com uma caixa de chocolate e nada de pão.
“Cadê o pão?”
Procura-se no carro e só está a nota. O pão mesmo ficou no supermercado.
22h, tudo fechado, menos a lanchonete da esquina.
Vai-se à lanchonete, conta-se o drama e compra-se o pão deles.
Quatro estômagos felizes.
Fim

sábado, outubro 23, 2010

Fui e vortei

Voltei de Belo Horizonte. (mas já faz mais de duas semanas)
Se não avisei que fui, pelo menos digo que já voltei.
Fui participar de um congresso de fotografia, o Photoshow. Essa história de tirar fotinha por hobby é muito bonita, mas tem que estudar também, negada.
Foi bem rápido, uma semana.
Uma semana da viagem que eu chamaria de “A mais calma dos últimos tempos”.
Isso porque eu não perdi ou esqueci nada ou não me perdi e me esqueci em algum lugar. Dessa vez fui bem atenta. Afinal, estava sozinha. Se eu esquecesse alguma mala ou carteira na capital mineira, não teria nenhuma Sabrina ou Fabiana para me ajudar.
Na verdade, lá tive uma Giselle, uma Lunara, um André, um Gabriel, uma Carol, uma Eliane e uma moça que conheci no cinema.
Eu tenho essa necessidade de conhecer pessoas em outros lugares, porque estar em outra cidade com rostos nunca vistos me deixa um tanto assustada. Então preciso logo tornar alguns deles reconhecíveis pra poder me sentir melhor.
Por isso mesmo levei um monte de doces tropicais, incluindo bombons e cocadinhas de cupuaçu que são certeiros. Assim, eu compraria amigos.
Mas nem precisei. As pessoas foram legais comigo.
E a comida mineira? Ai, papai, me segura! Ô povinho da mão boa na cozinha.
Cidade agradável e povo genti.
Mas já tô de volta. E com novidades!
Vem tirar foto comigo, baby!

quinta-feira, outubro 21, 2010

Dos sonhos (de sempre)

De: Deda
Para: Fabiana

Sonhei contigo. Eu e vc estávamos em SP, acho, em um shopping
E o João trabalhava em uma joalheria lá. E vc era apaixonada por ele.
Mas ele era diferente...Mais gordo e tinha outro rosto. Na verdade, ela só tinha o nome do João e a história de vcs, mas no meu sonho era outra pessoa.

Eu também sonhei que fazia yoga em uma academia que ficava no meio da floresta e me encontrava com um gato maravilhoso. Desses de novela.

Beijos


De: Fabiana
Para: Deda

Querida Nattércia,

Você é maluca.

Bjs
Fabi

sexta-feira, outubro 15, 2010

domingo, setembro 26, 2010

Tem cara de cavalo, mas é uma querida

A mudança significativa do mês foi incluir visitas diárias ao Te Dou um Dado, blog de entretenimento do R7, na minha rotina. Não me divertia assim desde a extinta coluna Ooops, da Folha Online, escrita pelo Ricardo Feltrin. Esta me fazia companhia nos áureos tempos de estagiária do Departamento de História da Ufac. (Lembra, Íris?)
Fazer fofoca de qualidade não é pra todo mundo não, minha gente, mas o trio tem se saído bem. O bom é que o mundo das celebridades nunca decepciona.
Depois do Te Dou um Dado, até as fofocas com Renata, Geisy e Fabi ganharam um embasamento...er...teórico.

*Ah, sobre o título? É de um dos meus posts preferidos. Espia aqui

É tudo culpa dele, o calor

Hoje Fabiana me chamou de cara de pau. O fato é que eu me convidei mesmo para ir à casa dela amanhã.
O fato é que quando a gente tem 8 anos e tem uma amiga com piscina em casa, a gente tem que inventar uma brincadeira de Barbie pra não ficar muito na cara que a gente tá interessada na piscina da outra.
Mas quando a gente passa dos 20 anos e dos 39º C, o papo é reto.
“Eu tive um ideia incrível! Que tal eu ir pra tua casa no domingo tomar banho de piscina e depois te ajudar no TCC? Genial, não?”

terça-feira, setembro 14, 2010

E o improvável pode acontecer

Acontecimentos sugestíveis me acompanham nas horas mais insólitas.
Imaginem vocês que eu estava na Unimed curtindo um sorinho de leve, na companhia do namorado, quando uma senhora senta ao nosso lado e pergunta se nós iríamos fazer nebulização.
Respondi que não e expliquei que estava sentada naquela cadeira, porque quando cheguei os outros lugares estavam ocupados e não tinha onde eu tomar a bendita medicação.
Ela ficou por ali, caladinha, até o enfermeiro chegar.
Foi o homem chegando e ela se alterando.
"Será que dá pra você (enfermeiro) pedir para ele (namorado) sair daqui, porque eu preciso fazer minha nebulização!!!"
Namorado, que não esquenta com essas coisas, foi logo levantando pra evitar conflitos.
Ela continuou reclamando, dizendo que era paciente e que tinha direito e eu também soltei uns estresses rápidos, mas logo passou.
Virei de costas pra ela e continuei tomando meu soro.
Outra moça chegou e ela começou a chochichar:
"A outra aí tá com raiva de mim porque eu não deixei ela namorar. E ainda virou as costas pra mim!"
Agora me diz, eu posso? Não, eu posso?!
Como é que a criatura mal consegue respirar e ainda vem atrás de arrumar confusão em hospital, com pessoas também doentes e sem paciência?
Jesus, toma conta!

segunda-feira, setembro 13, 2010

Da sinceridade infantil

-Tira isso da mão dele, senão ele vai quebrar - adverte a mãe.
-Ele não vai quebrar... Você não vai quebrar, né?
- Não, não. Eu vou 'distuir'.

*Ele, afilhado, 4 anos.

domingo, agosto 29, 2010

Enquanto isso, na grande Rio Branco...

Rio Branco é aquela cidade que não decepciona, sabe?
É o lugar das coisas improváveis e estranhos hábitos comerciais.
Fomos eu, o namorado e umas amigas tomar um sorvete, comer alguma coisa. Programa trivial de domingo.
O estabelecimento oferece uma diversidade de sabores de milk shakes, vendidos nos tamanhos P,M e G. Porém, para a nossa surpresa e infelicidade, o de açaí só é vendido no copo grande.
Insatisfeitas, perguntamos o porquê. Segue a explicação da garçonete:
“É que esse milk shake é feito do açaí meeeessmo e, antes, nós só fazíamos o açaí, mas agora a gente faz o milk mhake, mas só grande”.
Nessas horas eu faço logo uma cara de entendida e agradeço a atenção.

Passado o episódio do açaí, resolvemos pular pra outra lanchonete e comer algo com mais sustança.
Chegamos, sentamos, garçom trouxe o cardápio, escolhemos.
Garçom volta.
“E então, já decidiram?”
“Já sim. Nós vamos querer isso, isso e aquilo outro”
“Infelizmente não podemos atender esse tipo de pedido agora.”
“Por que?”
“Por que a nossa cozinha só começa a funcionar às 18h15.
(Eram 17h50).

Mas é isso mesmo. Pelo menos a gente vai aprendendo os truques do mercado. Futuramente, abrirei meu restaurante às 10h59, mas só começarei às 12h17. E só em grandes porções.

quarta-feira, agosto 25, 2010

"Jornalista ganha, mas não leva"

Essa foi a sugestão de título sugestível da Geisy, super editora do Jornal Gazeta, para nomear o fatídico fato de eu nunca ter ido ao Pakaas.
Isso mesmo, senhores, a sorte (aquela bandida) me sorriu um sorriso falso e até hoje não recebi nenhum dado do prêmio do post abaixo.
Como eu disse, a promoção era do estande de Rondônia, no I Salão de Turismo na Expoacre 2010, que acabou no dia 1º desse mês.
Desde então, venho ligando para Rondônia atrás dessa bendita passagem e da hospedagem.
Primeiro me prometeram passar os dados por e-mail. Esperei uma semana e nada. Liguei de novo. Ameaçaram outra vez. Esperei e nada.
Passei uns dias sem conseguir contato com a moça, então resolvi ligar pra Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer do Estado do Acre (Setul) que foi uma das organizadoras do evento. Eles não souberam me informar outro contato e disseram que se conseguissem falar com alguém, me dariam retorno. Nunca ligaram.
Tentei falar com a moça de novo. Consegui. Ela me passou o telefone de uma empresa de Rondônia que ficou de repassar os dados.
Liguei, mas os responsáveis não estavam. Deixei meu contato. Não retornaram.
Dois dias depois, liguei de novo e o rapaz me iludiu dizendo que mandaria os dados até ontem.
Mais alguns telefonemas e minha conta telefônica paga uma passagem pra Porto Velho.

quarta-feira, agosto 04, 2010

E a sorte me sorriu...

Ela, que estava sumida há algum tempo, chegou e disse: “toma, vai dar uma volta”.Presenteou-me com uma passagem para Porto Velho – RO, pela Trip, e uma hospedagem no Hotel Pakaas, que fica em Guajará Mirim – RO.

Foi bem simples. Fui ao I Salão de Turismo na Expoacre e visitei o estande de Rondônia, que estava com essa promoção. Participei da pesquisa e voilà! Pakaas, aí vou eu!

segunda-feira, julho 26, 2010

Futebolando

Rio Branco x Fortaleza, primeiro tempo de jogo, goleiro do Fortaleza contundido, diálogo entre pai e filha:

- O que aconteceu?
- O goleiro se machucou. Vão ter que substituir.
- Vixeeee! E será que eles têm outro goleiro?
- Minha filha, não deixe ninguém ouvir isso, tá?

O pai é o pai. O meu mesmo. A filha é Lombinho, figura que nunca decepciona o Sugestível.

terça-feira, julho 20, 2010

Ah, eu tocaria...

Eu tocaria cuíca pela introdução de América do Norte, do Seu Jorge. E algo me diz que eu me daria muito bem com esse instrumento.
E dançaria dois pra cá, dois pra lá na introdução de “É, morena, tá tudo bem, sereno é quem tem” do Los Hermanos.
Aprenderia a tocar violão pra tocar, antes de tudo, a introdução de Por onde andei do Nando Reis.
Depois eu partiria pra Hotel California, acompanhada por aquela galera boa do Eagles.
Aprenderia tango só pra dançar ao som de Gotan Project, com Santa Maria Del Buen Ayre. De preferência com Richard Gere, numa sala de dança pouco iluminada.
Aprenderia piano pra tocar La Valse d’Amelie.
Depois aprenderia a tocar sanfona pra tocar La Valse d’Amelie de novo. Não sem antes tocar Asa Branca de Luiz Gonzaga.
No violoncelo, Prelude de Bach.
No violino, algo de Mozart.
Então partiria pro saxofone e arremataria com Forever in Love do Kenny G, tocando em casamentos e batizados.
A guitarra eu não aprenderia. Contentaria-me em ser uma grande rockstar do Air Guitar.

segunda-feira, julho 19, 2010

O estrategista

Rios do Saber

Transformando cenários difíceis em uma boa leitura

O Programa Justiça Comunitária vai realizar em agosto, o Projeto Rios do Saber. A iniciativa tem como objetivo a promoção de ações educativas voltadas à justiça, saúde, meio ambiente, lazer e cultura, visando com isso, a prevenção das vulnerabilidades sociais e ambientais das comunidades ribeirinhas, com foco especial aos estudantes do ensino fundamental.


O Projeto nasceu após uma visita realizada pelo Programa Justiça Comunitária - Núcleo Capixaba - à comunidade Remanso, localizada a 55 quilômetros da zona urbana de Capixaba, às margens do Rio Acre.


Panorama dos estudantes ribeirinhos

Estudar na zona rural requer muito sacrifício. Os estudantes da comunidade, muitos de pés descalços, enfrentam o frio da madrugada, sol ou chuva para terem acesso às aulas. De segunda a sexta, sete da manhã, os barcos (duas horas de viagem subindo e uma descendo) chegam com as crianças e adolescentes de diversos varadouros. Disposição para querer aprender e alcançar um lugar ao sol não falta para esses ribeirinhos. Mas, a vida estudantil naquela região se configura um nado contra as correntezas do rio. Há grande carência de materiais didáticos e literários, falta de incentivo à leitura, ao lazer, à cultura. Não bastando, para maioria dos alunos, segundo a professora Clemilda, "o estudo é interrompido no ensino fundamental, uma vez que a insuficiência de transporte escolar para os alunos continuarem seus estudos nas escolas da zona urbana é enorme". E assim, o mundo caminha assistindo há décadas a devastação dos sonhos desses ribeirinhos.


Meio ambiente
Outro problema comum nas regiões ribeirinhas do Acre é a degradação ambiental. Tanto os sanitários das casas dos cidadãos quanto os das escolas despacham as dejeções humanas diretamente para o rio. Decerto, políticas públicas para saneamento básico na zona rural existem, mas, basta termos disposição para visitar esses territórios, para percebermos que são raramente praticadas.


Igualmente, boa parte dos cidadãos joga todo lixo gerado nas margens dos rios. Daí estampa-se a carência do incentivo à prevenção de doenças e da conscientização ambiental desses ribeirinhos.


Saúde bucal
A saúde bucal das crianças é mais um dilema. Grande parte precisa de atendimento odontológico. É até óbvio dizer que o índice se dá pela falta de material de higienização e orientação sobre a escovação.


Transformando sonhos
Em meio a todos os problemas enfrentados, lembramos que o Rios do Saber nasce para alimentar os sonhos dessas comunidades, levando justiça, saúde, lazer, cultura, sobretudo ações voltadas à educação, como doação de livros didáticos e literários, palestras educativas sobre doenças sexualmente transmissíveis, pedofilia, violência doméstica, Lei Maria da Penha, saúde bucal, cuidados com o corpo e saúde ambiental.


Em primeiro lugar: a educação

É bem verdade que as grandes mazelas da humanidade disseminaram-se porque a prevenção dos problemas veio se tornar prática, um pouco mais presente nas administrações públicas, muito recentemente. O fato é que o investimento nessa área ainda é pouco, principal-mente na zona rural.


Ressalta-se que o Justiça Comunitária tem como objetivo a solução rápida e amistosa de pequenos conflitos, por meio da mediação e conciliação. No entanto, os serviços oferecidos à comunidade vão muito além disso. O programa destaca-se também na promoção da cidadania através de atividades educativas e recreativas, como forma de prevenir, reitera-se, as mais diversas vulnerabilidades sociais e ambientais. Desse modo, educação como peça chave do Projeto Rios do Saber porque, sem dúvida, ela é a ponte para evitar tais vulnerabilidades.


Primeira edição do Rios do Saber
A primeira edição do Rios do Saber está marcada para o dia 27 de agosto de 2010, envolvendo três escolas da região: Escola São Francisco, Escola Cinco de Maio e Galpão da Subaia, onde funciona o Ensino de Jovens e Adultos (EJA). As atividades começarão às 8h vão até às 17h.


Atividades programadas
O evento promoverá palestras sobre saúde bucal e prática de escovação com as crianças; cuidados com o meio ambiente e violência doméstica; Apresentações de peças teatrais produzidas pela comunidade local e por parceiros do Projeto com temáticas relacionadas ao meio ambiente e à saúde. Cantinho Rios do Saber (Oficina de leitura e concurso cultural); Cantinho ambiental; Cantinho Rios da Beleza (Corte de cabelo, cuidados com a pele); Torneios esportivos; Entrega dos materiais arrecadados; Atendimento clínico geral à comunidade; Encerramento com recital de poesias produzidas pelas crianças no Cantinho Rios do Saber.


Parcerias
Para realização das atividades, o Rios do Saber pretende arrecadar livros didáticos e literários, brinquedos, alimentos, materiais de higiene bucal, calçados e roupas.


Parcerias realizadas
Atualmente, o Projeto já conta com a parceria da Prefeitura e Câmara de Capixaba, secretarias municipais em Educação, Saúde e Desenvolvimento Social, Boi Ouro Agropecuária, Web Informática, Jornal Capixaba, Belezoca Fashion, Livrarias Betel e Paim, Viveiro Santa Fé, Escola Mundo Encantado, Incra, Projeto Resgatando Vidas, professoras Rozangela Costa e Rozangela Tessinari, acadêmicos da Ufac Neivo Souza e Helena Fernandes, Bazar Vidal, Panificadora Stillu’s, empresário Liberato Filho, Lanche Altas Horas e Hoje Cosmetics.


Transforme cenários difíceis em uma boa leitura. Temos mais de 50 cartinhas com pedidos das crianças. Adote uma! (68)3226-3281/8422-1284/8416-5931. (Eu já adotei a minha!)


Programa Justiça Comunitária - Idealizado e coordenado pela Desembargadora Eva Evangelista, e executado pela Juíza de Direito, Mirla Cutrim, o Programa Justiça Comunitária é desenvolvido pelo Tribunal de Justiça Acreano desde 2002, inicialmente em convênio com o Ministério da Justiça. Desde 2006 o Programa vem sendo executado em parceria com a Prefeitura de Rio Branco e recentemente foi fortalecido por conta dos convênios nº 034/2008, do TJAC com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - Pronasci, do Ministério da Justiça, e nº 700546/2008, com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Esta última parceria tornou-se possível pelas emendas parlamentares apresentadas pelos deputados federais Nilson Mourão, Ilderlei Cordeiro, Sérgio Petecão e Flaviano Melo. Em Rio Branco, o Programa é desenvolvido em 35 bairros carentes, divididos em seis regionais. No ano de 2009, pela primeira vez, o mesmo trabalho realizado com sucesso na Capital começou a ser colocado em prática em outros dois municípios do Estado - Capixaba e Epitaciolândia -, onde também vem realizando bons resultados na solução rápida e amistosa de pequenos conflitos, por meio da mediação e conciliação. Além disso, o programa atua nas comunidades promovendo a cidadania através de palestras educativas, mutirões de atendimentos e dias de lazer.

terça-feira, julho 06, 2010

Yo no creeo

A probabilidade do que me aconteceu ontem se repetir é a mesma do cometa Halley passar hoje à noitinha pelo planeta.
Imaginem vocês que fui ao Banco do Brasil numa segunda-feira e consegui resolver meu problema em menos de 10 minutos.
Difícil de acreditar, né?
Eu mesma fiquei meio desconfiada na hora, achando que era alguma pegadinha, mas a história foi verídica.
Ta certo que não era um big problem, mas banco na segunda-feira é banco na segunda-feira, minha gente. O mundo inteiro resolve as coisas nesse dia e comigo não poderia ser diferente.

O lance foi que eu esqueci minha senha de letras (pasmem) quando fui sacar e acabei bloqueando a parada. É claro que isso só poderia acontecer comigo na sexta-feira à tarde, pra eu passar o fim de semana lisa e começar a semana mal humorada.
Mas não é que a solução veio rápido?

Peguei a senha com o rapaz das senhas, passei pela porta de vidro (que só bloqueou minha bolsa uma vez), subi as escadas, procurei pela mesa 15, olhei para o painel de senhas e pronto: minha vez e minha mesa. Sentei por 4 minutos e meio, redigitei a senha e fui ser feliz de novo.
Paguei minhas contas, fiz grandes transações bancárias, depósitos, aplicações milionárias...Tudo o que uma pessoa comum faz.

Quanto à perda de memória, não se preocupem. Isso já faz parte de mim, da minha história. Segundo um especialista de uma matéria que vi dia desses na tevê, esquecer senhas, números, pessoas e chaves é normal. Ele disse que a coisa só se tornará um problema quando eu estiver com a chave na mão, não souber o que é aquilo e nem pra que serve.

domingo, maio 16, 2010

Ecoou pela mata afora...


O pouco de dignidade virtual que eu tenho me fez vir aqui dar uma justificativa para a falta de atualização do blog.
Não que não aconteçam coisas sugestíves. Acontecem até demais, porque eu faço parte daquele grupo de pessoas da comunidade “Essas coisas só acontecem comigo” e isso é só para os escolhidos.
Mas o que acontece de verdade é que agora eu sou uma blogueira empreendedora. Sim, caríssimos, entrei para o mundo dos negócios e pretendo ficar rica com isso até 2027.
Ultimamente tenho dedicado as horas que me sobram a um novo projeto: o Eco Estúdio Fotográfico - uma parceria com a amiga jornalista Sabrina Soares que me permite fazer o que gosto (fotografar) e ainda tentar lucrar com isso.
Enquanto as ideias se acomodam, vou ficando mais que aqui.
Não me abandonem, gorgeous!

domingo, maio 09, 2010

Das palavras chatas - Parte II

Novamente, temos as finalistas da acirrada disputa a Palavras Antipáticas do Mês. São elas:

Clube da Luluzinha(assim mesmo, como na coluna social mais próxima de você).

Multifacetado (assim mesmo, como er...de novo ela...).

No ranking de Expressões Saudosistas e de Origem Desconhecida temos:

"De primeiro", (como na frase a seguir: "De primeiro eu não gostava de bife")

domingo, abril 18, 2010

Pra casar

Ao casarem, por gentileza, optem por som mecânico.
Fui a um casamento ontem, desses com toda pompa, protocolo e música ao vivo.
Tudo correu como deveria, mas o que me pareceu foi que os noivos não participaram da escolha do repertório da banda, então ela se encarregou de dar o seu melhor.
Preparou uma playlist super animada e coerente:

“Eu queria ser bem maaaiiis, que amantesss”

“Festa na roça é pra lá de bom [...] mulher casada troca de marido. O engraçadinho apaga o lampião e o 'amassa mamão' fica mais divertido”

“Já tive mulheres de todas as cores, de várias idades, de muitos amores...”

“Vem minha safada
Vem minha bandida
Minha descarada
Quero um beijo gostoso
Dessa boca molhada”

segunda-feira, março 29, 2010

And so it is...


Eu havia decidido dar uma segunda chance a ele. Afinal, ninguém termina um relacionamento de anos sem antes dar oportunidade de mudança, não é mesmo?
Foi então que eu decidi ir ao Cine João Paulo no sábado à noite, mesmo depois da última decepção (Avatar Dublado).
Para minha surpresa estava em cartaz um filme que tô bem a fim de ver. Um olhar do Paraíso. Tava lá marcado para às 21h. Eram 19h48.
Tentei comprar ingresso, mas a moça explicou que ainda não estava à venda e que só exibiriam o filme para no mínimo cinco pessoas. Entendi.

Fui pra casa. Revi o comecinho d’O Curioso Caso de Benjamin Button e voltei às 20h48.
“Ah, não vamos exibir esse filme hoje. A máquina deu um problema e... ”
“Então tá!”

Não satisfeita, achei que jantar seria a solução para todos os problemas, principalmente de sessões de cinema canceladas. Fui comer um espetim de gato ali no Segundo Distrito.
Quando acho que a noite já não tinha espaço para mais desastres, chega o cantor. Ele senta e convida outro, vestindo bermuda e chinelo.
O garoto da praia senta, se acomoda e puxa um “Quando o inverno chegarrrrr”.
Fiquei mais um pouco. O suficiente para saber que o rapaz não cantava. Minha deixa foi quando de uma mesa próxima, amigos dele puxavam, em coro, um backing vocal de “É primavééééra, te âmu!”.
Eles pareciam estar em uma festinha particular, um pub londrino ou em Rio Branco mesmo, uma pequena comunidade de muitos amigos.

Cidade sem cinema que preste e com um bando de cantores sem noção é dê-más pra um só fim de semana.

quarta-feira, março 24, 2010

Pilhas, pra que te quero...

Enquanto não caso com um magnata da indústria de pilhas, que banque meu consumo pelo resto da vida, resolverei meu problema com as usadas desta forma:

Difusora faz campanha para recolhimento de pilhas e baterias

Escrito por Golby Pullig
22-Mar-2010


Programa Espaço do Povo, de Nilda Dantas, troca material por cupons para sorteio de brindes


Nilda Dantas faz campanha de recolhimento de pilhas e baterias trocando o produto por cupom que dá direito a prêmios (Foto: Luciano Pontes/Secom) O consumo de pilhas na casa de dona Francisca Carvalho, moradora do Km 9 da AC-40, é de três unidades ao mês, quantidade suficiente para manter em funcionamento, durante quase o dia inteiro, o único rádio da família. Ouvindo o programa Espaço do Povo apresentado por Nilda Dantas nas manhãs da rádio Difusora, ela descobriu que poderia trocar as pilhas usadas por cupons para concorrer a prêmios e ao mesmo tempo parar de jogar este resíduo altamente tóxico no quintal de casa. É a promoção Diga não à contaminação lançada no dia 8 de março e que termina em 7 de maio com o sorteio de diversos brindes aos ouvintes que trocarem 5 pilhas ou baterias por um cupom.
Acostumada a realizar promoções de educação ambiental Nilda Dantas conta que, ao visitar colônias da região, observou um número grande de pilhas jogadas perto da vegetação. "Um dia esperando na fila de um banco notei que havia um sistema de coleta de pilhas e decidi expandir essa ação para que não ficasse restrita a apenas algumas pessoas", explica a locutora que recebeu apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) e de pequenas empresas da capital com a doação de brindes que vão de CD, utensílios domésticos, confecções e até o banho, tosa e imunização para animal.

O secretário de Meio Ambiente do município, Arthur Leite, diz que ainda não há estatística sobre o volume de consumo ou descarte de pilhas e baterias na capital. O órgão faz um levantamento preliminar junto à Secretaria de Fazenda do Estado para acompanhar a entrada desse produto na intenção de fazer um cruzamento com o que é recolhido. Arthur Leite lembra que é dos fabricantes a responsabilidade sobre a coleta das pilhas e baterias usadas.

Em Rio Branco há atualmente quatro pontos de coleta de pilhas e baterias: um no Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), em duas unidades dos Supermercados Araújo e agora, um na rádio Difusora. Os recipientes indicados para acondicionar o material são tambores azuis com tampas. Depois de cheios e lacrados, um protocolo é feito e o produto é encaminhado para uma associação de revendedores de pilha localizada no sudeste do país.


* Não é possível que com esse tantão de pilha eu não consiga ganhar pelo menos um banho pro Rick, né?

quarta-feira, março 17, 2010

Papo de índio

Antes de qualquer coisa, confesso que tenho essa mania feia de prestar atenção na conversa alheia. Mas também, quem manda esse povo falar alto?
Se fala alto é porque quer compartilhar o assunto, oras.
Então eu estava almoçando em um restaurante que sempre vou e na mesa ao lado tinha uma galera da floresta. O rapaz explicava empolgadamente aquilo que, de longe, me parecia a programação de algum festival indígena.
Hora para o almoço, contação de histórias indígenas, danças típicas e uma sessão de filme.
“Aí, txai, às 16h vai ter uma sessão de filme. Avatar. Já viu? Txai, esse filme vai mudar a cabeça dos índios!”
É nesses recortes inusitados do cotidiano que a minha mente afetada logo imagina uma tribo indígena tingindo o corpo de azul e querendo fazer sexo pelo rabo.

segunda-feira, março 15, 2010

Dos projetos de vida - Parte II


Neste momento ando me dedicando inteiramente a uma pesquisa que deve mudar o destino de todas as mulheres do mundo inteiro. Ainda não é a cura da TPM, mas algo de igual importância.
Tenho me mantido longe do blog, porque ando procurando a fórmula perfeita para desenvolver um anestésico momentâneo de virilha. Isso mesmo.
Há dias ando trancafiada em meu laboratório buscando desenvolver aquilo que dará cabo às torturantes sessões de depilação.
Não consigo aceitar que em um mundo onde o Twitter consegue mudar a vida das pessoas, a cera quente ainda consiga ser inimiga.
Se tudo sair como planejado, o anestésico será vendido em todas as farmácias, lojas de conveniência e bancas de bombom. Deverá ser comercializado em spray ou gel, para aquelas que não querem agredir o Meio Ambiente. Aí, é só passar o bicho (no bicho), esperar a dormência deliciosa e deixar a cera quente fazer o serviço.
Inovador, não?
Enquanto não consigo executar esse meu projeto de vida, deixo o blog na responsabilidade das traças.
Avante, companheiras!