| O hotel mais antigo de Natal |
| Meu prédio favorito |
| Peculiaridades |
| Ponte Newton Navarro |
| No Forte |
| Forte dos Reis Magos |
| Dimensões |
| Pôr-do-sol-alaranjado |
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"O tempo é o único bem totalmente irrecuperável. Recupera - se uma posição, um exército e até um país, mas o tempo perdido, jamais."
E assim nasceu a identidade visual do Carnaval 2011 e a capa de um edital da Lei de Incentivo à Cultura.
Não sei vocês, mas eu imagino que, se o Romero não estiver ciente disso e não ganhou nada pra emprestar suas obras, ficaria muuuito chateado, né não? Eu ficaria.
Mas eu também imagino que deva estar tudo certinho, porque as pessoas que trabalham com isso não seriam irresponsáveis em usar a técnica de um artista assim na maior, só porque a gente mora no Acre e ninguém nunca iria descobrir, não é mesmo?
Como eu disse, é só a impressão que dá...
Ah, e pra quem não conhece o trabalho do Romero Britto, aqui vai o site oficial
Um abraço...do Romero Britto
Olha, eu vou dizer uma coisa pra vocês...O que a publicidade anda fazendo esses últimos tempos tá acabando comigo em tempos de TPM.
Não sei se eles dão algum nome pra isso, se é mesmo uma tendência atual ou já praticada há algum tempo, o que eu sei é que essa história de humanizar comerciais tem dado super certo comigo. Se eu tivesse grana, compraria tudo que me oferecessem...
O comercial a seguir foi uma dica da amiga e jornalista Rafaela Schuindt, via Facebook.
Golpe baixo, hein Pantene?!
Programação de Estréia
Dia 14 de fevereiro (segunda -feira), as 19h.
Competitiva 1 (14 anos) – 93'
- Angeli 24h, de Beth Formaggini, 25’, RJ, doc.
Sinopse: Documentário sobre o cartunista Angeli e as transformações em suaobra.O filme é centrado na sua obsessão pelo trabalho e na crise entre ser um artista da cultura pop, produzindo diariamente novas chargese tirinhas para várias mídias, e ao mesmo tempo exigir de si mesmoradicalidade e capacidade de se renovar, sempre botando o dedo na ferida.
- A Dama do Peixoto, de Douglas Soares e Allan Ribeiro, 12’, RJ, doc.
Sinopse: Ela está aqui, está ali, e os invisíveis são os outros
- Amigos Bizarros do Ricadinho, de Augusto Canani, 20’, Rs, fic.
Sinopse: Amigos Bizarros do Ricardinho conta a história de um rapaz levado ao limite da tensão em um ambiente corporativo. Quando essa crise torna-se insustentável, ele desenvolve uma reação estranha: narra aos seus colegas as pequenas e insólitas histórias de seus amigos e familiares na cidade satélite de Viamão, na grande Porto Alegre.
- Só mais um filme de amor, de Aurélio Aragão, 19’, RJ, Doc.
Sinopse: Entre Janeiro e Julho de 2009, Emanuel e Gabriela estiveram separados. Ela em Paris. Ele no Rio de Janeiro. Durante esse período trocaram dezenas de vídeos que para eles funcionaram com cartas de amor. Ao longo dos 19 minutos do filme eles tentam recontar essa história.
- Contagem, de Gabriel Martins e Maurilio Martins, 18’, MG, fic.
Sinopse: Um acontecimento, quatro pessoas e a cidade de Contagem.
Até hoje quando eu chego do yôga, toda trabalhada na swásthya e na respiração equilibrada e vejo uma moto do Satanás estacionada na minha rua. E, pasmem, atrapalhando a entrada da minha garagem.
Esse assunto já rolou por aqui e até rendeu intriga com vizinho. O tempo passou, a placa ruiu e eu até voltei a cumprimentá-lo. O problema mesmo nunca parou.
Isso porque nós bem sabemos que 98,7% do mundo é habitado por pessoas sem noção e, a maioria delas, adora freqüentar a minha rua.
Agora decidi explicar o problema a fundo, para que vocês entendam que parte dele pode até ser antipatia e incompetência minha, mas a maior parcela é puro karma e uma falta de sorte desgraçada.
A minha é aquela rua estreita. Aquela que deve ter começado como um varadouro, ascendeu a beco e, finalmente, a uma travessa estreita e sem nome.
É uma pacata ladeirinha de tijolos com seis casas, 13 cachorros e sete carros . A minha é a segunda à esquerda e o meu carro é comprido. Loooogo, eu tenho que fazer um girão pra poder entrar na garagem, compreende? Não? (para os que não me entendem, fiz um desenho explicativo).
Então, agora me entendem? Compreendem-me e me apóiam?
Vocês entendem que, por mais que o portão da minha garagem seja largo o suficiente pra passar um caminhão, eu preciso de espaço pra manobrar?
Qualquer motorista entende isso (menos os tapados que estacionam aqui).
Isso vem se repetindo pelo menos uma vez por semana. Ultimamente eu tava dando uma buzinadinha de leve, pedindo gentilmente para a visita do vizinho descer com o carro pra eu poder entrar e sempre mantendo um sorriso no rosto. Isso tudo porque eu estava em uma campanha pessoal desde o início do ano de deixar essa rua sem nenhum inimigo. Ir para uma casa nova, começar uma nova vida, com uma rua larga, uma garagem grande e nenhuma amizade. Mas aí vem o cão e atenta.
E se eu coloco uma placa no meu portão - que é mais do que justo, já que as pessoas não entendem mesmo que um buraco deste tamanho seja uma garagem- os vizinhos encaram como afronta, má educação e falta de bons costumes.
Então peço a ajuda de vocês para elaborar uma placa fina, elegante e sincera. Vamos às sugestões:
1ª “Repita comigo: GA-RA-GEM”
2ª “Garagem, porra!”
3ª “Garagem. Cuidado! Motorista brava!”

