quarta-feira, maio 22, 2013

O acaso certeiro



Vejam vocês como o acaso encontra a gente...
Esses dias, caminhando nos corredores do novo trabalho,deparo-me com este envelope no chão.
Poderia ser só mais um envelope com "Acessórios p/ pasta suspensa", mas não, era "o envelope" escrito por mim, há mais ou menos dez anos, que estava ali, naquele chão, naquele dia e naquele momento, só esperando eu passar.
Não havia mais nenhum documento próximo, a não ser uns móveis encostados.
Achei curioso revê-lo. Trabalhei naquele setor aos 18 anos, e, agora, voltando à casa, tive o reencontro.

segunda-feira, abril 22, 2013

Das descobertas literárias

Quando as pessoas vão à livraria, geralmente são apresentadas a novos mundos, novas aventuras e histórias inimagináveis.
Minha última visita à Livraria Cultura, na Av. Paulista, revelou a seguinte obra extraordiária:

Os dois dentinhos de leite mais fofuras do Universo inteiro.
As histórias estão em inglês, mas têm pouquíssimas legendas. Até eu, com meu inglês tupiniquim, consegui entender.
Para conhecer um pouco da obra, vale a visita ao BLOG.







terça-feira, abril 09, 2013

Novos adultos


Sabe aqueles anões disfarçados de crianças? Encontrei uma essa semana no cabeleireiro, acompanhando a avó...Sete anos assustadores, sabe?

- E você tem irmãos? (pergunto)
- Não. E nem quero!
- Por que?
- Porque meus pais vão deixar de atenção pra mim para dar atenção pra ele.
-Ah...Então tá.

- Tá com sono? (pergunto)
- Tô
- Tira uma sonequinha aí...
- Não. Se eu dormir à tarde, não durmo à noite. Aí fico vendo desenho até meia noite, mas não quero isso.

sexta-feira, abril 05, 2013


Registrada como homem, jovem luta para provar que nasceu mulher

Com o nome de Rogério Ramos, jovem está grávida do terceiro filho.Mulher diz ter ouvido insinuações de que era transexual.




Matéria de Raissa Natany publicada ontem (4) no G1 Acre. Até agora, foi replicada no Twitter 284 vezes, recomendada no Facebook por mais de 3 mil pessoas e comentada por mais de 900.
E não há como não falar dos famosos comentaristas de matérias. Aquelas centenas de pessoas que passam o dia na internet fazendo comentários descontextualizados e derrubando a teoria de que ler melhora a escrita.
Numa análise bem no nível "passando o pano", posso afirmar que três ou quatro centenas se prestaram a comentar que o Acre não existe, no máximo cem se compadeceram com a história do Rogério e o restante ficou por conta dos acreanos recalcados que só querem saber de defender o Acre, mas pouco se importam com o que leram.
É isso.
Mereço um chocolate?

quinta-feira, abril 04, 2013

Joelhinho, cabeça, joelhinho, cabeça

"Seja cuidadoso com os joelhos.
Você vai sentir falta deles" 
Filtro Solar - Pedro Bial 

É no que eu tenho pensado todos os dias...
Aliás, sentido.
Meus joelhos já não são os mesmos desde o dia...Desde o dia em que eles começaram a doer sem aviso prévio.
É aquela dorzinha esporádica. O suficiente pra me preocupar, mas não para me fazer ir ao médico.
Vamos acompanhar...

quarta-feira, abril 03, 2013

Do mal


Sobre sistemas só tenho uma coisa a dizer: são do mal!
Tem sistema pra tudo. Pra banco, para atendimento, pro capitalismo e, raramente, você (mortal e pobre) consegue se beneficiar usando algum deles.
Com relação a bancos, por exemplo, considero sempre causa perdida. Se você chega e não pega fila, é mal atendido. Se pega fila pequena, quando chega a sua vez o sistema (sempre ele) está fora do ar. É algo que foi feito simplesmente para testar sua paciência aqui na Terra.
Tipo um teste que você tem que passar pra ver se consegue uma estrelinha dourada e acumula pontos no livro da vida, sabe?
A única parte interessante sobre esse processo todo é a oportunidade que você tem de fazer amigos, já que perde, na melhor as hipóteses, duas horas do dia.

terça-feira, abril 02, 2013

Diálogos do amor romântico




-Amor, olha que legal, o mapa do Brasil emoldurado! (eu)
-Hum. E qual o sentido disso? (ele)
-Decoração, cacete! (eu, óbvio)


quarta-feira, março 20, 2013

Onde? Quando? Por que?

Entre as dúvidas que perturbam minha mente nesta manhã de quarta-feira, listo:

Por que o vizinho corta cerâmica todos os dias depois das 23h?
Como pode um ônibus cruzar duas pistas movimentadas pra fazer sua rota?
Quando vão  terminar a obra de duplicação da rua que dá acesso a minha casa?
Qual é mesmo tamanho das casas da "Cidade do Povo"? (É que as publicidades do projeto mostram famílias felizes com 4 e 5 membros. Espero que caiba todo mundo)
Quando o vizinho vai acabar a obra dele?

terça-feira, março 19, 2013

Meu nome não é Ana – Parte 317



Se eu fosse contar todas as histórias relacionadas ao meu ‘não nome’ daria um livro. Acontece que ninguém ia comprar um livro de uma pessoa não se chama Ana, então eu conto aqui mesmo, que é de graça, e lê quem quer.

A de hoje de manhã:

Chego no cursinho de informática que to fazendo (soou meio colegial isso, né?). Na verdade é um curso de designer gráfico, com aulas uma vez por semana.
Bom, chego lá e o instrutor me cumprimenta:


- E aí, tudo bem contigo?
- Tudo e contigo?
-Bem também...Como é mesmo o teu nome, hein? Pera, eu acho que lembro...
-Acho que não, hein...
- É Ana!
-É, eu tava certa...

quinta-feira, março 14, 2013

Funciona assim...

Ou Isto ou Aquilo

Cecília Meireles

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

quarta-feira, março 13, 2013

Jornalismo Crepúsculo



No jornalismo, diz-se que certo veículo ‘chupou’ uma matéria do outro quando plagiou o texto alheio. Pelo menos era assim que se falava no meu tempo (que não faz muito).
Mas aí, de repente, as pessoas começam a utilizar as expressões a torto e a direito, sem analisar muito o contexto.
A cidade em que moro deve ter uns cinco sites de notícias mais expressivos. Destes, dois ou três se destacam nos quesitos imediatismo, instantaneidade e tal.
Aí acontece o fato. E todos escrevem sobre. E começa um zum zum zum jornalístico, uma série de indiretas no Twitter falando que fulano chupou matéria de fulano, que copiou fulano e zaz zaz zaz.
E aí o sentido de chupar matéria se perde e o que vale é o “quem publicar primeiro ganha a exclusividade do assunto”.
Minha gente, se há um fato, uma fonte, uma história, então é isso mesmo. Todo mundo fez a tarefa direitinho.
Agora se um ou outro veículo decidiu publicar a matéria horas ou um dia depois do outro, com a matéria parecida, isso não se configura necessariamente plágio.
Vâmo devagar que não é bem assim não.

sexta-feira, março 08, 2013

Sobre o nosso dia


Uma das poucas satisfações que a profissão de jornalista me proporciona é sair do quadrado. Ter a oportunidade de ouvir histórias reais, daquelas que te puxam pra Terra e te dão um pouco mais de noção nesse mundo de loucos.
Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, fui com a equipe da OAB-AC fazer uma visita à Casa de Abrigo de Rio Branco. Um local que recebe mulheres vítima de violência e com risco eminente de morte.
Lá, existe segurança e uma equipe preparada para receber essas mulheres. Lá existem histórias que a gente nem imagina.
Existe a violência das estatísticas, aquela que pouco sai nos jornais. Existe a fragilidade e a revolta da impunidade.
Mulheres que registraram vários ‘boletins de ocorrência’ contra seus parceiros e nada acontece.
E aí, para não morrerem, elas se abrigam na Casa. Apesar de toda estrutura e atenção recebida, estar na Casa tem um preço: a liberdade.
Não é permitido sair de lá, há pouca comunicação com parentes, tudo isso para que o agressor fique o mais longe possível da vítima.
Mesmo que se façam todas as homenagens merecidas neste dia. Que mencionem nossa importância, nossa força e nosso crescente espaço no mercado de trabalho, nada será suficiente enquanto mulheres forem agredidas dentro de casa.
Entre flores e mimos, o que interessa hoje são políticas públicas e leis devidamente aplicadas. Estas sim nos honram.

Feliz Dia Internacional da Mulher a todas.

sábado, março 02, 2013

Aproveitando o ensejo...



Imaginem vocês que esta semana abro o e-mail e me deparo com uma situação do destino.
Chega na minha caixa de entrada um e-mail de um remetente que eu não conhecia. Achei que era spam e ia apagar sem ler, mas resolvi abrir.
Adivinha de quem era? Do vice-governador do Rio Grande do Norte, que, ao que parece, faz sua própria assessoria de imprensa.No e-mail, um release básico de assessoria que não me serviria muito.
Mas antes de me despedir, não poderia deixar essa oportunidade de ouro ir embora assim, né?
Segue a resposta:

Senhor Robinson, boa tarde.
Gostaria de pedir que retirasse meu e-mail de sua lista de contatos, pois sou jornalista sim, mas atuo no Estado do Acre.
Minha ligação com Rio Grande do Norte foi apenas a visita que fiz a esse Estado há duas semanas. Aproveitando o ensejo, como turista, peço que dêem uma atenção maior ao calçadão da Praia de Ponta Negra. O espaço é muito bonito, mas está deteriorado.

Atenciosamente,

Nattércia Damasceno

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Diário de Bordo - Parte II (do retorno)


A condição de ‘turista’ por si própria já nos deixa em desvantagem. Tudo é gasto. Tudo é vendido.
Quem se propõe a viajar já vai consciente disso. O que acontece é que às vezes cansa, entende? Cansa.
Então, em um city tour dado como cortesia pela empresa de passeios, um rapaz se apresentou como repórter fotográfico de uma revista de turismo da cidade e disse que naquela tarde nós estávamos “como muita sorte” pois “justamente naquele dia” a revista ia fazer uma matéria sobre os pontos turísticos da cidade.
Ele perguntou quem estaria disposto a ceder a imagem para o material, tirou fotos nossas com placas identificatórias para auxiliar o editor na hora de fechar a matéria e passou a tarde inteira nos fotografando. No fim do passeio, perguntou quem ia ficar com o DVD com as fotos, que custava R$50.
Eu já imaginava que isso custaria alguma coisa e imagino também que essa estratégia deva funcionar bastante, mas não é chato?

O que eu espero mesmo é que o equipamento seja do veículo ou que o rapaz tenha noção da desvalorização da sua câmera com esse click click desmedido.
Tirando essa parte, foi mesmo um prazer conhecer a cidade. A visita ao Forte dos Reis Magos valeu a aula de História in loco. É interessante ver onde tudo começou.
Depois passamos pelo centro da cidade e terminamos a tarde vendo aquele pôr-do-sol laranja. Acho lindo o céu tomado de laranja, mas penso que se unisse com o nosso lilás-fim-de-tarde-na-gameleira ficaria mesmo uma belezura, hein?


O hotel mais antigo de Natal
Meu prédio favorito

Peculiaridades

Ponte Newton Navarro


No Forte
Forte dos Reis Magos


Dimensões

Pôr-do-sol-alaranjado


domingo, fevereiro 17, 2013

Diário de Bordo - O Retorno!





Depois dessas últimas férias, resolvi retomar a série “Diário de bordo”, porque a viagem merece.
É certo que os posts não são mais divertidos, porque, ao que parece, eu aprendi a viajar. Não esqueço mais mala em aeroporto, pessoas malucas deixaram de cruzar o meu caminho e me tornei uma adulta um tanto antipática.
O último destino foi Natal, capital do Rio Grande do Norte (sim, o Nordeste de novo).
Gosto do Nordeste, não vou mentir. A água é quentinha, o povo mais acolhedor e eu ainda não conheci tudo.
Quem me acompanhou nesta aventura foi o marido. E a intenção era aproveitar uma intensa semana de praia, sol, praia, shopping, cinema, compras, diversão e, se desse tempo, descanso.
Ficamos hospedados em um hotel na Praia de Ponta Negra, que é 90% tomada pela rede hoteleira.
A praia é linda. O Morro do Careca é lindo e só. O calçadão da praia, além de estar todo quebrado, não oferece estrutura suficiente ao turista. Não encontrei uma farmácia decente (e olha que eu só queria comprar uma loção pós-sol)
À noite o espaço também deixa a desejar e não há como não compará-lo às cidades vizinhas. Fortaleza, Recife, João Pessoa e até Porto Seguro, que é bem menor, oferecem um ambiente mais completo. Então gastávamos mais e íamos jantar no shopping mais próximo.
No segundo dia de viagem fizemos o famoso passeio de buggy pelo litoral Norte do Estado. Passamos por várias praias e conhecemos algumas, mas, para nosso azar, aquele não era o dia do buggueiro(nem sei se o termo existe, mas é assim que passarei a chamar o motorista do buggy)
O passeio, que costuma ser feito com dois casais, foi apenas conosco, porque o outro casal desistiu de última hora. Não sei se esse era o motivo do mau humor do buggueiro, mas ele não se esforçou muito para disfarçar. Fazia breves paradas nos pontos turísticos, não explicava muito bem, nem se disponibilizava a tirar fotos nossas, já que estávamos só nós. Quando o fez, não se deu nem ao trabalho de sair do veículo (daí vocês imaginam a qualidade do clique).
Vi muitos outros profissionais sendo super atenciosos com os clientes e senti inveja do buggueiro deles.
Depois desse dia a coisa desandou. Parece que todos os potiguares decidiram descontar a raiva na nossa frente.
Era buggueiro brigando com buggueiro, taxista com taxista, a moça do balcão da lanchonete com a colega do trabalho. Enfim, todo mundo muito insatisfeito porque estávamos de férias e eles não.
Deu a impressão que o potiguar carrega bem a herança do cabra arretado do sertão e conta com forte influência do jeitinho brasileiro de ser.
Espero mesmo estar errada, mas essa foi a impressão que ficou. Pessoas carrancudas, de cara fechada e que nem bom dia respondiam.

*Continua...

domingo, janeiro 20, 2013

V for Vendetta


De repente meu pior inimigo é um sapo. Sim, um sapo desses verdes que pulam.
Não é  assim um ‘sapo cururu da beira do rio’, mas também não é uma rãzinha qualquer, entende?

Então na semana passada eu abri a porta de casa pra ir buscar algo lá fora e ele estava lá. Fiquei calada.
Saí e quando voltei ele tinha dado um pulo para dentro casa.
Falei:
“Sapo, eu não te convidei pra entrar. Pode ir dando o fora”.
Ele entendeu, deu um pulo de volta, eu fechei a porta e seguimos a vida.

Daí semana passada estava eu assistindo a um filminho, no escurinho do meu quarto, alone, quando vejo o cobertor se mexer.
Achei que meus óculos estavam sujos. Dei uma limpada, olhei de novo e jump, o cobertor se mexeu novamente.
Dei um pulo olímpico, abri a porta e fui chamar o marido, que é quem resolve esse tipo de coisa aqui em casa.
Ele pegou o cabo de vassoura e quando levantamos a coberta, quem era? Isso mesmo, o sapo vingador.
Não sei explicar como ele foi parar embaixo da minha coberta e nem quero pensar em quanto tempo ele passou ali. Sei que marido pegou o sapo e jogou no quintal.

Até aí achava que o problema estava resolvido. Estávamos quites. Eu o magoei e ele me sacaneou. Beleza.

Entretanto, porém, todavia, a situação continua. Ontem, chegando da festa, enquanto o marido abria o portão, o sapo pulou dando uma voadora em mim. Como esperado, dei um grito desses de mulherzinha e falei alguns palavrões de macho.
Meu, duas da manhã, o sapo tava namorando perto do portão (vi a sapinha lá esperando) e o cara para o que ta fazendo pra me atacar?
Dá licença, sapo!
Da próxima vez, cabeças de sapo rolarão. Já está avisado.
*E pelo nível do troll, espero que me siga nas redes, assim já sabe o que te aguarda!

segunda-feira, dezembro 10, 2012

"São tempos difíceis para os sonhadores"



Contrariando as previsões astronômicas que definem pessoas do meu signo como criaturas com forte dificuldade em finalizar projetos e com personalidade instável, eu sigo.
Sigo na teimosia de quem acredita que seja mais que um capricho. Que seja um sonho, desses de vida.
E mais uma vez, sendo a geminiana que sou, ou melhor, que me disseram ser, vou avaliando o caminho e tentando conciliar a inconstância de dormir querendo aprender a andar de bicicleta e acordar querendo jogar vôlei. Não é fácil, mas possível.

'São tempos difíceis para os sonhadores' (Fabuloso Destino de Amélie Poulain) . Até pra reconhecer a diferença entre sonho e insanidade. Entre fazer o possível de forma excelente e dar passos maiores que as pernas. São decisões e escolhas que transformam esse sonho em realidade.

quarta-feira, dezembro 05, 2012

"Tempo, faço um acordo contigo"

"O tempo é o único bem totalmente irrecuperável. Recupera - se uma posição, um exército e até um país, mas o tempo perdido, jamais."
Napoleão Bonaparte

A cada dia me dou conta disso. Depois da saúde, tempo anda sendo uma das coisas que mais prezo. 
Valorizo cada segundo do sinal verde do semáforo e morro anos quando perco horas esperando para ser atendida em uma fila de banco.

quarta-feira, outubro 17, 2012

Os doidos da minha rua


Atraio malucos desde 1957. Para ser mais exata, desde que publiquei um texto chamado “História de Doido".
Isso deve ter ativado uma espécie de para-raio, só que de maluco e, de alguma forma, eles se identificam comigo.
Na rua do novo estúdio, por exemplo, tenho dois amigos. Dão uma passada lá, pedem água, contam as mesmas histórias e vão embora.
Ontem um me pediu uma moeda de um real, ‘daquela redondinha’, pra ele escutar Alexandre (Pires, suponho), na máquina de música do boteco da esquina.
Eu não tinha.
“Vê aí, mulher, só um real!”
“Poxa, to sem moeda aqui...”
“Tá, eu vou ali conseguir”
“Tá bom...”
15 minutos depois passa ele lá na frente me mostrando a moeda, todo feliz.
Dei um ‘joinha’ e seguimos a vida. Ele com Alexandre e eu com o Marco, Miro (pedreiro) e a reforma do estúdio.

sábado, outubro 13, 2012

Como estragar um sábado de manhã


Meu cartão não está fazendo compras no débito. Não consta problema no sistema do BB. Peço outro cartão. Peço pra entregarem no meu endereço novo. Pedem pra eu refazer a ligação e, na opção 6, alterar endereço. Pedem uma senha de 4 dígitos. Não tenho essa senha. Pedem para que eu vá a um caixa eletrônico mais próximo fazer essa senha. Não quero ir. Ligo de novo. Peço para entregarem na agência. Uma fila de banco não pode ser pior que essa maratona. Peço para irem à...(mentira. mas eles bem merecem)