quarta-feira, março 04, 2015

Sonhar não custa nada

Minha coerência e sensatez se perdem no mundo dos sonhos.
Então ontem eu sonhei que estava na casa da Geisy, ajudando-a com a mudança da alagação (graça a Deus foi só sonho, porque isso ainda não foi necessário).
A água finalmente começou a vazar e eu decidi ir embora, mas “cadê meu carro, cara?".
Não lembrava de jeito nenhum onde eu o tinha deixado e tive que passar pelo quintal de uns vizinhos dela (da Geisy), que estavam fazendo uma festinha.
Nisso, um cofap preto me persegue e me morde.
Descubro depois que ele era da minha amiga de escola Pilar Melgar e que os pais dela estavam super chateados porque eu havia tratado mal o animalzinho.
Voltei e expliquei que eu não tinha feito mal ao bichinho, mas que ele tinha me mordido e zaz zaz zaz. Fecha a cortina.

Cena 2. Take 1. 
Agora estou com minha família em uma feira agropecuária em Capixaba, que não fica exatamente em Capixaba, mas no meio do caminho.
Ficamos um pouco no lugar e decidimos ir ao parque aquático do evento.
Para chegar, passávamos por uma passarela de palafitas, feita com vitórias-régia e, no meio do caminho, eu via uma garça que tinha asas de tule (aquele tecido das saias das bailarinas). Lindo pássaro!
Chegávamos ao lugar, mas só tinha gente desconhecida e antipática. Fecha a cortina.

Cena 3. Fim
Agora estou em um fogo cruzado. Uma espécie de trincheira e o Estado Islâmico metendo bala dicunforça. O resto do sonho foi tentando sair dali viva.

Consegui.

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

Dona da casa



A melhor coisa que eu fiz pra 2015 foi não prometer nada a ele. Talvez essa tenha sido a decisão mais acertada, já que na primeira semana de janeiro, ele (2015) mostrou quem dita as cartas e me deixou 15 dias de molho, decorrentes de uma catapora que certamente não estaria nos planos.
Os dias foram passando, a pepeta pegando vento e as ambições para um ano novinho foram surgindo. Nada muito pesado, pelo contrário. Algo leve e prazeroso.
E aí eu decidi que o primeiro semestre será dedicado ao meu lar doce lar. Com quase três anos instalada, percebi que havia abandonado os projetos de decoração e a intenção de deixar o lugar mais a minha cara. (não, péra, mais “a nossa casa”, já que eu não moro sozinha e o marido tem direito a voz vez ou outra).
Com uma pintada de entusiasmo, um pouco de planejamento financeiro e muito foco pra essa geminiana que adora abandonar projetos, as coisas estão saindo.
Comecei por aqui
E projeto do Carnaval foram os quadros da sala. Dois posters (ou pôsteres) que comprei no Meu Adorável Iglu, emoldurei e que deixaram minha sala mais charmosinha.
Parece bobo (e é), mas tô feliz pra caramba com essa resolução!

domingo, fevereiro 15, 2015

Stay With Me

Sam Smith. 22 anos. Ganhador de quatro Grammys.

"Eu escrevi músicas sobre alguém que me pegou de jeito. E tenho certeza que muita gente que ouve minhas músicas já passou por isso. Música é isso, é terapia”, disse ele em entrevista ao Fantástico.

Mais um que consegue produzir obras-primas com o sofrimento. Quisera eu.


Na intimidade...

Intimidade é quando o “olhador de carros” da sorveteria que você freqüenta aos fins de semana te vê chegando e diz:
-Tu não viu o sinal que eu fiz pra ti não? (porque não estacionei na área que ele cuida e deixei o carro mais pra frente)
-Vi, mas aí é apertado...
-Tu gosta é de andar, né?

Aliás, a relação próxima criada com esse profissional é outro mistério. Antes achei que ele fosse apenas um simpático sem noção, mas não. Ele é um simpático sem noção que pensa quem me conhece de outros estacionamentos.
Dia desses mesmo ele perguntou a mim e a Geisy "Como estavam as coisas por lá" e se já havíamos nos formado. Respondi que sim, que estávamos formadas, mas esse "lá" eu não faço ideia de onde seja.

quinta-feira, janeiro 29, 2015

Simples como um clique

Eu não sei para onde minha fotografia quer ir, mas sei exatamente por onde ela não quer andar. Acho que isso já é um começo.
Parece que tudo tem mesmo a ver com a autodescoberta. Está diretamente ligado ao autoconhecimento e o reflexo disso.
Nada de coroa de flores, corações, balões a gás, cabeças de bichos, letras, números e afins.
Não tem só a ver com originalidade, porque as ideias se movimentam quando são roubadas mesmo, mas tem a ver com autenticidade. Com o que te representa.

Parece confuso. E é.

sexta-feira, janeiro 09, 2015

Do desfoque

Querido diário, parei tudo que tô fazendo só para desabafar aqui com você e dizer o quanto é difícil não ter foco, não fazer uma coisa de cada vez e fazer tudo e nada ao mesmo tempo.
Eu sei que eu sou assim desde muito sempre, mas é cansativo, sabe?
Então eu começo aqui a ler um texto bacana da Eliane Brum, que requer atenção, porque – apesar dela escrever divinamente bem – ela usa muitas referências e escreve bastante.
E numa dessas meu pensamento já se perde, porque ela cita uma filme que eu fiquei curiosa pra conhecer. Então fui ao youtube, vi o trailer (e já esqueci do texto).
Agora eu quero ver o filme e passo a conversar com o meu amigo André, pedindo  pra ele baixar o filme pra mim. Antes porém, estávamos conversando sobre bicicletas ergométricas e os prazos de entregas dos sites.
A conversa voltou para os filmes que eu quero assistir e que não lembro o nome e decidi visitar um blog que falou de um deles. No meio desse caminho, vi um texto interessante (e esqueci do filme).
E agora tô aqui escrevendo pra vocês ao som de Magic, do Coldplay, sem texto de Eliane, sem filme, sem nada, só um post sugestível.
Um beijo
Feliz 2015

quarta-feira, outubro 22, 2014

Mais do mesmo


Num recorte meio desconexo, compartilho aqui um trecho do texto da Fê Neute, do Feliz com Vida.
Já tá virando até assunto batido aqui nesse blog, mas eu sempre consigo um jeito de dizer a mesma coisa, só que de outro jeito entende?


"Hoje, percebo que a distância e um certo isolamento forçado foram excelentes para que eu me tornasse uma pessoa menos ansiosa (embora eu ainda seja muito), para que eu aprendesse a dizer não para aquilo que não vai ser tão importante para mim, para que eu começasse a identificar quem são meus verdadeiros amigos e passasse um tempo de muito mais qualidade com essas pessoas, principalmente quando eu estou no Brasil ou em algum outro lugar onde eles estejam.
Para muitos, isso pode parecer um comportamento egoísta, mas eu prefiro chamar de prioridade. Quero dar o melhor de mim para aqueles que realmente vão apreciar isso e não simplesmente para ser a “legalzona” e acabar tendo de fazer várias coisas que eu não estou com tanta vontade, sabe como é?"

terça-feira, outubro 07, 2014

Pra inspirar

Um livro tão legal, mas tão legal, que dá vontade de presentear todos os amigos queridos. Aliás, esse também ganhei de presente, no encerramento do WS Polivox, da Sharon Even Smith. Obrigada! <3 p="">