quarta-feira, janeiro 10, 2018

Se eu pudesse e meu dinheiro desse...

Seu eu tivesse dinheiro, muito dinheiro, tipo ganhasse em uma Mega-Sena, por exemplo, eu daria um presente super especial para os meus familiares e amigos mais próximos: um vale terapia.
Não, não tô chamando ninguém de doido não, mas já pensou todo mundo tratando da saúde mental, que beleza?
“Pega aqui esse vale e vai ali dar uma conversada com um(a) bom(a) profissional, resolver umas questões, tratar uns traumas e ser feliz!”.
Acho que todo mundo precisa. Eu mesma gostaria muito.
Tenho consciência de algumas coisas que me atrapalham, mas que se eu tratasse direitinho, saberia lidar bem melhor.
E aí muita coisa ia melhorar, sabe?
Uma brigas por nada,  as picuinhas, as indiretas nas redes sociais. Isso poderia ser evitado. Acho que todo mundo ia saber trabalhar melhor com as frustrações e a vida seguiria mais leve.
Fica aí minha promessa de rica. Anotem e me cobrem em momento oportuno.

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quinta-feira, dezembro 14, 2017

Vem pra cá, 2018!

Apareci hoje aqui para revelar que o ano está acabando e fazer aquele balanço geral do que foi esse 2017.
Foi ano em que a licença maternidade acabou e eu voltei ao trabalho. Esse período foi bem difícil, porque Marina foi pra creche e, desde então, passa o dia todo fora e só a vejo no fim da tarde. Difícil também, porque ser “mãe de creche” requer muito mais paciência para lidar com comentários indesejados e completamente sem noção, que, infelizmente, parecem acompanhar a maternidade para o resto da vida. Mas...Sigamos!
Foi o ano  tambémmm que Marina completou seu primeiro aninho. Então veio toda aquela avaliação dos 365 dias enquanto mãe, dos desafios, os perrengues, o padecer no paraíso e tudo mais.
Para comemorar esse momento especial, decidimos fazer uma viagem à praia. E, acreditem, saiu tudo do jeito que planejamos. E até mais. Vivemos um sonho de descanso, orgia gastronômica e ostentação que a gente lembra até hoje.  Foi maravilhoso!
Foi o ano em que eu cortei o meu cabelo mais curto. Que tive festa de aniversário surpresa em ritmo de arraial, que engordei um pouquinho, que fiz apresentações no tecido acrobático, que participei das lutas em defesa do serviço público e da educação gratuita em um país em crise.
O ano em que passei de zero tatuagens para três tatuagens (porque eu quero ser gata de bairro). Ano em que dei um tempo no pilates e fui pra dança dar umas reboladas.
Ano de amizade, brodeiragem e muito companheirismo!
E 2018?
Olha, pra 2018 eu tenho poucas e simples resoluções. Entre elas: atualizar a playlist do pendrive do carro, porque não aguento mais as mesmas músicas da Galinha Pintadinha;
Ser ryca pra comprar mais filmes pra minha Polaroid Instax;
Alimentar-me melhor, porque essa parte realmente dá errado sempre quando eu piso fora da faixa;
Usar mais a expressão “pera lá”, que eu acho de um charme gramatical inigualável.

Feliz Natal!
Feliz Ano Novo!

Até mais!



segunda-feira, agosto 28, 2017

Não para não para nao para, não!



Entre os arrependimentos diários, elejo o campeão: ter parado de estudar.
Sim, ter deixado isso pra lá, largado de mão, cansado de tudo. Ter só trabalho e estudado o que era do trabalho, não mais que isso.
Aí você tem um filho e as perspectivas mudam. O que, até então, era impensado, passa a ser uma nova meta de vida e ai, meus amigos, haja corrida pra recuperar o tempo perdido.
Um desafio doloroso, que precisa de muita garra pra dar certo. E pode nem dar agora, mas uma hora vai.
Simbora!

quarta-feira, maio 24, 2017

Mas quem foi que disse que a vida é fácil?



Numa escala de "Pessoas Realmente Difíceis de Conviver" existem dois tipos que eu, particularmente, tenho maior dificuldade de engolir. As características até se complementam, mas se manifestam de formas diferentes
A primeira criatura é aquela que faz o trabalho mais importante do universo todo. O mundo gira em torno desse serviço, logo, todo o restante deve parar o que está fazendo para venerar esta contribuição essencial.  Volta e meia a gente topa com gente assim e é bem desgastante ter que colocar cada um no seu lugar.
A outra também tem mania de grandeza, mas manifesta sempre querendo diminuir o outro. "Mas você só faz isso, né?". E olhar para o próprio umbigo ninguém quer, né?
Manter o equilíbrio é um desafio cada vez mais difícil. E olha que eu até tatuei essa palavra no meu próprio corpo pra ajudar...Não tem adiantado.

quinta-feira, dezembro 29, 2016

I Love my Moleskine



Já contei pra você a história de como eu comprei meu Moleskine? Não, né?
Há uns dois anos eu fiz uma oficina de fotografia em São Paulo e vi que a fotógrafa usava um Moleskine pra escrever as ideias dela. Quando eu vi aquilo pensei "vixe, que coisa chique!". E, na minha cabeça,  ali tava o segredo de tudo. Eu precisava de um Moleskine. Pra mim, ter um Moleskine era cool, era cult e bastaria eu ter um que as ideias brotariam adoidado.
E, ai, na continuação dessa viagem (que fui pra fazer o workshop), comentei com meus amigos que precisaria comprar um e, que assim que a gente visse uma livraria Saraiva, eles me lembrassem de comprar.
Então, numa das idas ao shopping, já quase no fim de expediente da loja, nos demos conta de que estávamos em frente à livraria.
Entrei correndo, peguei o carderninho meio sem pensar (tipo, sem ver o valor, bem coisa de gente ryca mesmo) e corri pro caixa. Chegando lá. R$79.90. Engoli seco, meus irmãos.
Eu queria ser cult sendo lisa, sim senhores. Não imaginava, nem de longe, que aquele bicho poderia custar tão caro. E ai, o que se faz numa situação dessas? Fecha os olhos e passa o cartão, não é mesmo?
E até hoje tô aqui com meu Moleskine, quase emoldurado, porque eu morro de pena de usar. E, quando uso, escrevo a lápis, pois o planejamento é que ele dure, por baixo, uns 27 anos.