segunda-feira, janeiro 10, 2011

Nada de tutz tutz

Existem pessoas que nasceram para brilhar e aquelas que não nasceram pra andar de bicicleta ( sou eu). Existem as que não sabem nem nadar nem andar de bicicleta e, ainda, aquelas que simplesmente não nasceram para ter uma super Mobile Sound Box – vulgo ‘caixinha de som da Bolívia’(eu de novo). Sim, aquelas com um design ‘retrô’, um barulho infernal e luzes piscantes.

Aquelas que empestaram não só a Bolívia, mas os boxes do camelódromo e, principalmente, o Terminal Urbano.

Pois então, tenho duas. Vejam vocês que não tenho vocação para a galerosidade, porque eu fiz um alto investimento no negócio e quando ele chega nas minhas mãos, simplesmente para de funcionar.

Não vou aqui me justificar. Eu queria uma e comprei, oras. Queria mesmo. Não vou mentir.

Queria pra poder levar para os encontros de meninas e pra fazer a trilha sonora dos meus ensaios fotográficos no estúdio. E elas me pareceram a melhor solução: preço baixo e satisfação garantida.

Engano meu. A primeira que comprei (minha preferida, inclusive), durou um encontro de fuinhas só. Depois disso ela parou e nunca mais carregou.

Voltei à Bolívia. Já que era pra comprar um carregador, melhor mesmo era comprar outra. Fiz mais: comprei uma nova e um carregador – assim eu poderia atacar de DJ tanto em casa como no estúdio.

Nada também. Estão lá as duas paradas. Vai entender...

2 comentários:

O seringueiro Voador disse...

Natercia,

Aconteceu o mesmo comigo!!!

E eu achei que fosse o único nessa cidade a não conseguir carregar esse treco.

Desconfio que essas caixas sejam descartáveis.

Gildson Góes

Raquel disse...

O Roberto que trabalha aqui comigo já consertou um que pifou de lá, se vc quiser trazer aqui pra ele dar uma olhada...só não sei se ele vai cobrar o serviço, mas dar uma passada aqui e faz uma consulta com ele,explica o que aconteceu, ele entende.