terça-feira, setembro 16, 2008

Eliz não odeia tanto a pós

Eliz, nascida numa cidade do interior do Estado da Florestania, Capixaba, distante 77 da Natt e da Fabi, é filha de Capixabas.
Quando criança seu sonho era ter uma bicicleta, mas enquanto ela não chegava (nunca chegou) se conformava em brincar com seus amiguinhos e amiguinhas de amarelinha, esconde-esconde, “casinha”, coisas que a maioria das crianças da “era hiper-moderna” não conhece.
Em seu primeiro dia de aula, aos sete anos, (começou estudar tarde, né?) só chorava. Uma coisa que não queria era ir pra escola, pois morria de medo de não ter tempo para jogar futebol, uma das atividades que mais adorava fazer, principalmente em dias de chuva. Sua mãe passou alguns meses sofrendo com a rebeldia de sua filhinha. Com o passar dos tempos, já no ensino fundamental, era a aluna mais bagunceira da sala, mexia com todo mundo, a ponto de um aluno levantá-la pela gola da camisa, porém tinha um bom desempenho escolar e já gostava de estudar.
Por falar em chuva, Eliz ama chuva mais que sol. Por Natt e Fabi, ela é estranha por não gostar de sorvetes, por não pentear os cabelos, entre outras coisitas, talvez agora por gostar mais de chuva.
Como em Capixaba não tinha ensino médio, Eliz teve que se aventurar em Rio Branco. Partiu para a capital, mas todo fim de semana pegava o bus das 18hs destino à Capixaba.
Terminou o ensino médio, ficou alguns anos sem estudar. Virou uma porra-loca, só queria saber da night acreana. Se ao mesmo tempo estivesse estudando... mas, não tava. Velho tempo que não queremos nada com a vida, mas que depois vem o arrependimento.
O insight! Graças a Deus, houve um estalo. De repente, ela quis voltar a estudar. Arrumou sua mochila e disse: "queridos pais, vou embora pra Fortaleza estudar". Por que Fortaleza? Simples, ela estava a fim de ir para um lugar que sonhava em conhecer, que não tinha parentes, e a convite de duas amigas, foiii!
Lá, se formou em publicidade. É sério, apesar de ultimamente atuar mais como jornalista, publicidade tem tudo a ver com ela. Estagiou em departamentos de publicidade e marketing, teve vários trabalhos veiculados em revistas locais, inclusive na Veja Fortaleza. Experiência muito bacana.
Como boa filha que é, voltou. Formada, é claro. Hoje, edita o primeiro jornal impresso de Capixaba, a saber, Jornal Capixaba. Sempre teve em mente contribuir socialmente para aquele município.
Atua também como diagramadora da revista Cozinha Amazônica, editada por Nattercia Damasceno, e que tem uma redação impecável: Fabiana Mesquita, Hermington Franco e Francisco Aquiney. Revista esta, publicação da empresa de comunicação integrada: Oficina da Imagem. Então, Eliz não odeia tanto a pós. Olha só o que ela proporcionou ao trio sugestível: uma amizade divertida. Maaasss, "nós não somos divertidas", segundo a Natt, "é só produção". Vai entender! rs

7 comentários:

Fabiana Mesquita disse...

Não toma sorvete, não penteia o cabelo, gosta mais de chuva que de sol, não odeia a pós. Eliz é uma estranha entre nós...

Gilliard Vasconcelos disse...

Tive o grande prazer de conhecer e viver com essa garota, sim eterna garota que trás sempre consigo a poesia de viver se aventurando pelo novo e curtindo cada passo que dá. O ser humano que cede sua vez de ter razão em função do bem-estar do próximo. Te desejo muito sucesso eliz, vc leva sempre consigo minha admiração.
Xero!!

eliz tessinari disse...

surpresa e feliz!

Angela disse...

Muito linda sua história...

Hein,acho que ainda da pra realizar o sonho de ter uma bicicleta. Que tal? rsrsrs

bjos

Lih Oliveira disse...

Hum... conheci uma parte da sua história (que mais pareceu uma estória) lendo isso... Realmente, bem sugestível

eliz tessinari disse...

angel, querida, quero ainda realizar o sonho de ter uma bicicleta... quero uma esportiva verde, verde. engraçadinha. rs

eliz tessinari disse...

lih, que bom que impressiono. rs.
já que é bem sugestível, tenha o prazer de trocar idéias com a gente.
um abraço, saudades de tu e de Fortaleza.