quarta-feira, maio 20, 2009

O (quase) assalto

Quem diz por aí que ‘a gente não está seguro em lugar nenhum’ não anda mentindo. Estávamos eu e Simone Chalub indo ao estacionamento,que fica ao lado da Secretaria Municipal de Saúde e perto do jornal, pra ver se eu tinha esquecido o cabo do mp4 no carro.
Abri a porta e ficamos conversando. Nesse meio tempo se aproxima um rapaz e ataca a Simone, pedindo o celular.

Eu, muy amiga medrosa, saí correndo, deixei porta de carro aberta, deixei a amiga, deixei tudo. (Minha falta de coragem pode ser justificada pelo meu histórico de assaltos e meu tipo físico nada ameaçador. Ou não. Eu sou covarde mesmo)

O que eu não sabia é que a Simone, além de jornalista, era ninja. A mulher desceu o cacete no cara e disse que não ia dar o celualr coisíssima nenhuma. Tá, eu sei que isso não é aconselhável, mas ele não estava armado, ou, se estava, não teve tempo de usar, porque ela partiu pra cima dele e deu altos socos até o cara se arrepender da graça e fugir.

Depois disso as duas ficaram tremendo igual vara verde e tentando digerir o que acotneceu.
Agora eu tô aqui pensando onde eu vou estacionar o bendito carro. Se a gente não tá livre nem ao meio dia de uma quarta-feira em um estacionamento movimentado, imagina no fim da tarde, a hora que eu saio.

Simone Chalub: ela é ninja


Um comentário:

Igor Martins disse...

Rapaz, se eu tivesse junto, eu teria chegado em Xangai em 2 segundos. Apesar de realmente não ser recomendável a atitude da sua amiga ninja (rs), é louvável. A gente consegue as noisas coisinhas com o suor do nosso trabalho pra vir um desocupado levar o que é nosso? =x
o/ bate... uma foto! kkkkkkkkkkkkkk...