
quarta-feira, agosto 19, 2009
Dos novos projetos...


domingo, agosto 16, 2009
Profissão fotógrafa - 'causos'
-Moça, é você que tava tirando as fotos ali?
- Isso.
- Mas me explica uma coisa, essas fotos vão para onde?
- Para o site.
- Pro site? Pelamordedeus! Moça, é o seguinte: há umas seis fotos mais ou menos vc tirou uma em que eu apareço e eu não posso aparecer, entende?
- É que ele está aqui escondido da mulher dele. (explica o amigo).
- Ah, sim...Vejamos (passando as fotos)
-É essa aqui! Você pode apagar?
- Feito.
- Muuuuito obrigado.
- De nada.
*É cada coisa que me aparece...
segunda-feira, agosto 10, 2009
Das dúvidas cruéis
1º Por que depois que o cantor falar alguma coisa, qualquer coisa, a plateia sempre grita “uhuuuu” logo em seguida?
2º Por que quando a gente junta a turma pra tirar foto, logo depois do clique da câmera a gente fala “aêêê”
E a mais pertinente de todas:
3º Por que nenhum radialista fala “programação” e sim “progamação”?
sexta-feira, agosto 07, 2009
Hey, hey, I wanna be a Rockstar!
A ideia surgiu em uma conversa despretensiosa sobre o cajón que o André Kajarana pretendia comprar e minha predileção por baterias imaginárias. Foi então que ele me apresentou o “Air Guitar Competition”, um concurso de guitarras imaginárias que eu achei o bicho da goiaba.
É um negócio sério, bem organizado e criteriosamente avaliado. Os competidores têm que tocar durante um minuto, dividido entre dois rounds. No primeiro eles tocam uma música de sua escolha, mas no segundo a música é escolhida pelos juízes e eles têm que se virar nos 30. Puro improviso e talento (imaginário, claro).
No começo eu tô pensando em montar uma banda de garagem mesmo. Afinal, só precisarei de uma garagem e mais três ou quatro integrantes que tenham as tardes de sábado livres e referências musicais interessantes.
A partir daí é correr atrás de patrocínio e botar o negócio pra funcionar. Todo mundo vai querer ser um Rockstar Imaginário.
Metalinguagem dos Sonhos
Tava sentada na escada do Mira Shopping e lá vem ele todo todo.
Eu levanto e digo "Oi, José Mayer, tudo bem? Eu sonhei contigo ó".
Ele sorri simpaticamente e continua subindo as escadas. Acho que ia aos Correios ou a Colcci. Não sei bem.
terça-feira, agosto 04, 2009
affair
Uau, hein?
segunda-feira, agosto 03, 2009
Profissão: fotógrafa
segunda-feira, julho 27, 2009
Rotina de horário nobre
quarta-feira, julho 22, 2009
Das cenas de um casamento
Crédito da foto: "Separação", de Eleuza de Morais.Domingos começa com um brevíssimo relato sobre seus cinco casamentos e as consequentes cinco separações que lhe renderam um farto material para escrever o roteiro da comédia romântica, lançada em 2003 pela Caradecão Filmes / Raccord Produções. Ele conta que, a despeito da idade e do tempo em que viveu ao lado de suas mulheres, perdeu a estrutura com o fim dos casamentos vivendo períodos penosos no álcool, boemia, aflição, psicanálise e, acredite, tendo momentos altamente produtivos.
Tenho que concordar que a perda do amor faz aumentar a criatividade, mas isso só funciona para aqueles que conseguem sufocar a saudade com o trabalho. Eu prefiro os antidepressivos e livros didáticos, um me ajuda a relaxar e o outro a direcionar o pensamento para fins mais importantes. A ressaca de cão que costumo ter fez com que eu desistisse de beber nesses períodos...
Dentro desse contexto – voltando ao assunto do texto, separação/sofrimento – Domingos faz vários questionamentos que ele mesmo diz ter resumido em apenas três: Por que o amor (a paixão) acaba? Porque dói tanto quando o amor acaba? O que se perde quando é perdido o amor?
Quem me conhece, sabe que este é meu tema predileto. Vejo amor até em abelha e flor e não há nada que me dilacere mais do que a perda da proximidade. Mas há os que sofrem por outros motivos quando se deparam com a solidão. O esquecimento de si mesmo, redescobrir a sua utilidade, onde e por que dói, quem será seu referencial a partir de então; as dúvidas são incontáveis. Por isso não acredito que uma resposta para cada pergunta resolva. Apenas ajudam a encontrar o norte dos nossos próprios “por quês”. Foi o que Domingos fez, recomendo o texto.
Quando a mim prefiro me ater a uma de suas frases iniciais, que prenuncia a conclusão do assunto: “Há coisas assim, quanto mais se vive ou mais se pensa, mais obscuras ficam".
quarta-feira, julho 15, 2009
São Paulo sem frescura
quarta-feira, julho 08, 2009
E a trilogia se completa!
domingo, julho 05, 2009
"Eu quero me trepar num pé de coco"

Chegando ao Arraial Cultural eu só conseguia me perguntar quem foram os responsáveis por cortar, pregar e pendurar as 317 mil bandeirinhas coloridas. Ficou lindo demais, mas deve ter dado um trabalho desgraçado.
Ainda pensando em números, também queria saber quem foi o sortudo que ganhou a licitação da chita e do TNT, porque haja pano, meu amigo.
Esse ano o Arraial trouxe um ‘velho’ conhecido: Moraes Moreira. Fui ao show pagar uma dívida adquirida nas férias do ano passado, que gerou um ‘quase mico’ no shopping de Recife. Entretanto, só eu parecia ter compromisso com o Moraes. “Pense num público desanimado...”. O homem tentou de tudo quanto foi jeito, mas no fundo ele deveria estar pensando “Esse é o público mais broxante que já vi na vida”.
Não fosse a galerinha do governo dar uma animada lá na frente e ensaiar uns passos de quadrilha, eu diria que o show foi um fracasso em termos de ‘resposta de público’, mas isso certamente não estará nos jornais de terça-feira. São só impressões infundadas de uma pseudo-jornalista, falsa aliada e zaz zaz zaz.
quinta-feira, julho 02, 2009
Enquanto isso, no celular da fiRma...
-Oi, eu queria falar com o José?
- Foi engano, senhora. Esse celular não é do José.
Minutos depois...
-Fia, chama o José aí pra mim só um instantinho, pufavor!
-FIA, ESSE CELULAR NÃO É DO JOSÉ!
-E como ele me deu esse número?
- Deu errado, ora bolas.
Meia hora depois...
-Maninha, chama o José, pufavor. Eu não sou nada dele não, é meu tio que quer falar com ele.
Eu, incrédula:
- Moça, esse celular é do trabalho. Eu não conheço nenhum José!
- E o José é INDIOTA por acaso, pra me dar o número errado?
-É!
-Tu é palhaça....
- Haha
Pensou que ia parar por aí, né? Eu também, mas brasileiro não desiste nunca. Toca o celular outra vez.
- Oi, eu queria falar com o José.
- Tu quer falar com ele? Vou chamar!
Passo o celular para o meu primo...
- Oi...
- NEGO VÉI, QUEM É ESSA MULHER?
- Nega véia, é minha gata!
- Que gata?
-Uma gata de fora aí que eu arrumei...
-E onde é que tu tá?
-Ah, não posso falar não, porque depois tu vem aqui e vai querer dar barraco...
- Hein, onde é que tu tá?
-Ó, vou ter que desligar...Depois eu te ligo, tá?
- Tá.
-Tchau
*Eu daria tudo pra ver o reencontro do José com essa mulher. Tenho pena dele!
quarta-feira, julho 01, 2009
Da injustiças da vida

É ter que pedir uma carteira canhota sempre que entrar em uma sala de aula e ter que suportar imposições sociais constantes, como se submeter a colocar o copo no lado direito da mesinha do avião, porque eles marcam o lugar.
O consolo é que não estou sozinha neste lado das coisas. Imagino as dificuldades que Leonardo da Vinci, Michelangelo e Pablo Picasso tiveram que enfrentar numa época cheia de preconceitos, os malabarismos que Jimi Hendrix e Kurt Cobain fizeram para tocar direitinho e o quanto o mestre Marshall McLuhan teve que se impor para provar que “O meio é a mensagem”.
Em muitas línguas, ‘canhoto’ é sinônimo de desastrado e inábil. Com relação a desastres eu posso até confirmar a teoria, mas eu consigo fazer coisas bem úteis com a mão esquerda. Uma delas delas é usar os talheres como pede a boa etiqueta. Infelizmente a prática só é reconhecida pela Gloria Kalil e pela Fabiana.
Outro benefício que esta vida me proporciona é que minha mãe nunca deixa eu varrer a casa, porque não suporta ver minha total inabilidade com a vassoura.
domingo, junho 28, 2009
Tá contigo!
Semana passada me vi numa daquelas situações em que alguém toca teu ombro, diz “tá contigo” e sai correndo.
E foi nessa mesma brincadeirinha sem graça que minutos depois me vi em frente a um púlpito, com microfone na mão, tremendo mais que vara verde e dizendo “Senhoras e senhores, bom dia!”
Ao contrário dos que muitos pensam, nem toda criatura que faz jornalismo tem vocação para Fátima Bernardes e eu, definitivamente, não me sinto à vontade nesse papel. Estava acompanhando o presidente da instituição que assessoro em uma assinatura de um convênio e o cerimonalista do evento faltou. Em momentos como estes, o que vale é a lei do “Só tem tu, vai tu mesmo”.
Tentei me portar da forma mais cerimonial possível, li tudo o que estava no roteiro, levantando a cabeça simpaticamente para público e consegui fazer (quase) tudo certo.
Nos intervalos das minhas falas, sacava a câmera fotográfica e tirava algumas fotos, porque, como era de se esperar, não havia ninguém para me substituir na função de assessora e eu ia acabar me atrapalhando.
As coisas deram certo até o momento em que a opoiei o microfone no púlpito pra tirar uma foto e ele saiu rolando até cair do chão e fazer um barulho tremendo. É claro que nessa hora todos os olhares se lançaram em minha direção, então eu ri amarelamente, todo mundo me acompanhou e a programação seguiu seu curso normal.
sexta-feira, junho 19, 2009
Dos documentos oficiais
Prezadas tchuras,
quarta-feira, junho 17, 2009
Sobre o futuro incerto...
Do G1:
"Em seu voto, Gilmar Mendes sugeriu que os próprios meios de comunicação exerçam o mecanismo de controle de contratação de seus profissionais. Ele comparou ainda a profissão de jornalista com a de chefe de cozinha. “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”, comparou. "
Esse Gilmar conta cada piadinha sem graça. Só porque ele põe um bombom de cupuaçu na boca de uma vez só, acha que tem o direito de lascar a minha vida dessa forma. Fabuloso!
domingo, junho 07, 2009
I wish...
Ou qualquer outra caixa para eu guardar meus DVDs perfeitos

Da Via Marte, só pra eu poder dançar These Boots Are Made For Walkin'

Livros

Pra não perder a hora
* Ou qualquer outra coisa
quinta-feira, junho 04, 2009
Convite
quinta-feira, maio 28, 2009
Planejamento estratégico
Aí o cara começou a lixar a grade devagarinho e disse: "Senhora, é que eu preciso comprar um restinho de material que tá faltando...Mais lixas e tal. A senhora não teria aí R$ 12 reais pra me adiantar? Já vai abater nos 50. Enquanto isso eu chamo meu ajudante e ele vai lixando aqui..."
Minha tia deu R$ 15 e ele foi comprar as coisas.
Umas duas horas depois minha prima sai pra trabalhar e vê aquele rapaz sentando lá na área, cabisbaixo... "Menino, mas teu pai tá é demorando, hein?", ela diz.
Ele nunca mais voltou.
Agora me digam vocês se o cara não tem estratégia? Gente, que visão! O ladrão de galinhas que roubou as penosas da minha avó na mesma semana deveria se envergonhar diante de tanta genialidade! Esse cara tá se perdendo no Acre...
Bienal da Floresta do Livro e da Leitura
Até o dia 7 de junho, a capital recebe escritores nacionais, realiza palestras, painéis, oficinas, mesas-redondas, conferências, exposições de livros, além de exibição de filmes e apresentações artísticas.
A estrutura montada na Praça da Revolução Plácido de Castro conta com 40 tendas que abrigarão editoras nacionais, como a Ática, Companhia das Letras, Contexto e Atlas, e as livrarias locais, Paim, Betel, Universitária, Cultural e Dom Oscar Romero. Outros três estandes foram reservados às sessões de autógrafos.
Palestras e outras atividades
Já na Praça da Biblioteca Pública, acontecem as palestras e os painéis na tenda-bolha instalada especialmente para o evento. As atividades iniciam-se no dia 1º e são abertas ao público.
As oficinas e as sessões de autógrafos, porém, já tiveram as inscrições encerradas. Foram disponibilizadas 40 vagas para cada uma das nove oficinas oferecidas e os interessados puderam se inscrever no período de 19 a 27 de maio.
Quem não realizou a inscrição ainda tem chance de bater um papo com seu autor preferido. É que estão agendadas conversas com 20 escritores que participarão da feira. Os encontros acontecerão no período da manhã e da tarde no auditório colégio estadual Barão do Rio Branco (CEBRB) e na filmoteca e sala de cinema do Sesc-Centro.
Entre os convidados estão os escritores Fernando Monteiro, Marcus Accioly, Luiz Galdino, Fábio Lucas, Jorge Tufic, Francisco Gergório, Ignácio de Loyola Brandão e outros nomes da literatura brasileira. A programação completa estará disponível na bienal.
domingo, maio 24, 2009
Basta!
Cheguei ao cume da minha impaciência e ao ápice da minha boa educação. Não é de hoje que sofro com a minha garagem, mas foi preciso deixar claro que é uma garagem para coisa funcionar. Não sou boa motorista, mas também não ando mentindo por aí dizendo que sou. Tenho dificuldade com manobras, espaços, sou medrosa e dirijo um carro com uma traseira empinada que dificulta ainda mais esse meu problema. Posso não ser boa com essas coisas, mas sempre chego ao meu destino, nunca atropelei ninguém, não jogo lixo na rua e, principalmente, não estaciono em frente à garagem alheia. Coisa de gente com um pingo de sensatez, eu imagino.
Então essa semana eu mandei fazer a faixa explicativa: “SIM, É UMA GARAGEM!” justamente para aquelas pessoas que entram na minha estreita rua, olham meu portão maceta e se perguntam “Será que é uma garagem?”. Como não tinham resposta, colocavam o carro em frente ao meu portão e seguiam suas vidas tranquilamente.
Elas devem achar que mandei fazer um portão daquele tamanho pra passar com uma escada de 4,36 metros sem precisar incliná-la ou para ver quantas pessoas conseguem entrar de mãos dadas sem aperto, mas nunca pra eu entrar com um carro. Por isso, nada mais polido que esclarecer as coisas, não?
A faixa definitivamente cumpriu seu papel. A convivência social precisa de conflitos de vez em quando para as pessoas reconhecerem que existe um problema e, se eu sou a única com coragem de falar, que falem de mim.
quinta-feira, maio 21, 2009
Do sonambulismo que dorme ao lado
- Ei, tu não vai pra aula não? (pergunto)
- Eu só vou lavar meu cabelo seis e meia!
-O.o...Eu quero saber se tu tem aula hoje?
- EU NÃO JÁ DISSE QUE SÓ VOU LAVAR MEU CABELO SEIS E MEIA!
- Tá, mas são sete e dez e o pai tá te esperando lá na frente!
-Meu Deus do céu, mana, o despertador não tocou!
quarta-feira, maio 20, 2009
O (quase) assalto
Abri a porta e ficamos conversando. Nesse meio tempo se aproxima um rapaz e ataca a Simone, pedindo o celular.
Eu, muy amiga medrosa, saí correndo, deixei porta de carro aberta, deixei a amiga, deixei tudo. (Minha falta de coragem pode ser justificada pelo meu histórico de assaltos e meu tipo físico nada ameaçador. Ou não. Eu sou covarde mesmo)
O que eu não sabia é que a Simone, além de jornalista, era ninja. A mulher desceu o cacete no cara e disse que não ia dar o celualr coisíssima nenhuma. Tá, eu sei que isso não é aconselhável, mas ele não estava armado, ou, se estava, não teve tempo de usar, porque ela partiu pra cima dele e deu altos socos até o cara se arrepender da graça e fugir.
Agora eu tô aqui pensando onde eu vou estacionar o bendito carro. Se a gente não tá livre nem ao meio dia de uma quarta-feira em um estacionamento movimentado, imagina no fim da tarde, a hora que eu saio.
Simone Chalub: ela é ninja
terça-feira, maio 19, 2009
domingo, maio 17, 2009
O salto


O salto de José Gonçalves Neto que pulou da Passarela Joaquim Macedo na sexta-feira (15), por volta de 11h30. Segundo o site agazeta.net, a tentativa de suícidio foi motivada pelo abandono da família. Neto é de Manaus e vive aqui sozinho e sem emprego.
O acontecimento movimentou o centro da cidade. Pessoas por todos os lados e mensagens incentivadoras também, porque o povo adora ver a desgraça alheia. O motivo do pulo só foi revelado depois. Até então, o que corria a boca miúda era que ele havia assaltado um loja e, para não ser preso, ameçava se jogar.
Ameaça não mortal, eu diria, já que os meninos ali do Seis de Agosto fazem isso o tempo inteiro, mas como ele tinha epilepsia, a coisa poderia ficar feia. E ficou. Vi de pertinho (vide seta amarela da última foto) quando ele caiu na água e entrou em choque assim que o bombeiro o pegou. Tiveram bastante dificuldade pra colocá-lo dentro do barco e quando chegaram à margem, quase não conseguiram tirá-lo, porque o corpo tremia bastante. Não tive estômago pra olhar de perto. O que vi me valeu.
*Fotos: Débora Mangrich
quinta-feira, maio 14, 2009
Difícil é existir...
Agora aqueles que acham que o Acre é uma porção de terra cheia de mato e com um punhado de gente reunida no centro, esses sim me matam. Tá certo que há toda uma questão mítica, religiosa, interplanetária, quiçá história sobre a existência do Acre, mas se é pra acreditar que ele existe de qualquer jeito, melhor voltar para o grupo dos descrentes.
A impressão que eu tenho é que essas pessoas imaginam o Estado como uma coisa só, sem a necessidade das convencionais divisões geográficas que determinam cidades, bairros e ruas. Que todo mundo é vizinho, daqueles hospitaleiros, que dividem tortas com recheio de cupuaçu e realizam festas com aquela enorme mesa ao centro, onde todos podem sentar e compartilhar as amenidades cotidianas. E é por causa desse tipo de gente que eu tenho que aturar scraps como esses e em dias seguidos:
Jairo:
oi Nattércia,obrigado por te m aceitado na cumunidade. tenho uma cunhada q mora ai no acre,derepente vc pode até conhecer ela ou as filhas dela.(minha cunhada se chama nane e as filhas marcinha e kiko. me manda noticias
ou ainda este:
Dios es mi refug:
oi moça vc conhece a vanessa ela tbm e dai do rio branco
Minhas considerações:
Quanto ao amigo que habla español, eu conheço umas 317 Vanessas. Vá escrever um livro ou plantar uma árvore que eu também tenho minhas obrigações.
*Coincidência ou não, os ‘sem noção’ parecem não se importar muito com a questão gramatical.
domingo, maio 10, 2009
dos males sonoros
quinta-feira, maio 07, 2009
Da série "Coisas que você deve saber antes de morrer"
Ou você tem ou vc não tem
-Dessa cor não tem ó...
- E aquela que tá na exposição?
- Aquela não posso vender...
- O.o
- ENTÃO VOCÊS NUNCA VÃO VENDER AQUELAS QUE ESTÃO EXPOSTAS? – disse a amiga que me acompanhava.
- É que ta sempre chegando...
- VAMOS, NATTÉRCIA, NÃO COMPRA NESSA LOJA NUNCA MAIS!
Nunca vi isso na minha vida.
domingo, maio 03, 2009
Dos conflitos da convivência social
terça-feira, abril 28, 2009
Dos conflitos de relacionamentos
- Oi, meu bem.
- Que tava fazendo? (pergunto)
- Vendo TV. Caminho das Índias. A Maya tá tendo bebê.
- ...
-Aí a mãe dela vai trocar o bebê, porque ele tem que ser prematuro pra acharem que é do marido.
- E de quem é?
- Do Bahuan.
- Hum.
- Já pensou, amor, uma mãe fazer uma coisa dessas?
- Não, eu não pensei, PORQUE ISSO É UMA NO-VE-LA!
- (risos)
- Cara, eu tô pra pagar tua Sky pra te tirar dessa vida ó.
- (risos)
segunda-feira, abril 27, 2009
Da série "Coisas que só acontecem comigo"
Enquanto ele fazia o serviço, se aproxima uma mulher loira e grande:
- Maninha, é que e carro pregou de gasolina. Tu podia me dar uma carona até ali?
-Ah, sim, tudo bem... (eu, como sempre, muito fina e educada)
Ela volta com sua garrafa pet cheia de gasolina comum e seguimos em frente. No curto caminho, deu-se o diálogo:
- Eu acho que te conheço de algum lugar... (ela diz)
- Ah, é...Não sei.
- Você já trabalhou em alguma secretaria?
- Sim, na Secretaria tal tal tal
- Deve ser de então...
-Poder ser.
-Eu trabalho no cartório.
- Ah, eu trabalhei no Tribunal de Justiça.
- Então é de lá mesmo!
- Ah...
-Qual teu nome?
- Nattércia.
- É ISSO MESMO!
Eu juro pela vida do Ciço, meu gato, que nunca tinha visto aquela mulher na minha vida. A conversa piorou:
- Ah, pode parar ali, meu carro tá ali.
Dei a seta, estacionei.
- MEU DEUS DO CÉU, CADÊ MEU CELTA PRETO? PELO AMOR DE DEUS, CADÊ MEU CARRO?
-...
- Ahhh, não, é mais ali na frente. Desculpa.
- OK.
- Mas, hein, tu é casada?
- Er...não, MAS TENHO NAMORADO (O.o)
- Vixe, ele deve ser ciumento, né? Mas a gente podia sair pra dar uma volta! Eu gosto de ir ali pro Tabernas.
- Ah, sei (O.o)
*acelerando
- Tá ali o carro.
-Ah, certo.
- Agora vou atrás de alguém que me ajude a colocar.
-Ah, sim, boa sorte. Tchau.
*As pessoas não conseguem mais identificar uma carona tradicional.
quinta-feira, abril 23, 2009
sexta-feira, abril 17, 2009
Confissões de um *foca

terça-feira, abril 14, 2009
Dos encontros marcantes
Ou, ainda, como "O Dia Em Que Não Se Deve Reencontrar Amigas do Colegial Que Pisam No Seu Pé e Quebram Unhas Queridas".
Profissão repórter
Estou fazendo uma experiência na redação de um jornal local para ver se me adapto.
Confesso que trocar meus releases pela correria das matérias jornalísticas não é tarefa fácil. O ritmo é outro, os assuntos diversos e a responsabilidade maior.
Ainda vou errar um bocaco até pegar a manha, mas nem adianta me justificar, porque quando a gente comete um deslize ninguém perdoa. Não dá pra andar com aquela plaquinha da auto escola: "Paciência. Estou aprendendo."
No mais, é aproveitar a oportunidade, os novos contatos e as piadas da redação, claro!
wish me luck!
segunda-feira, abril 13, 2009
conversinhas
- Não, obrigada.
- Então faz chocolate?
*Lombinho e sua extraordiánia coerência.
- Mana, eu tava pensando..."E se tu morrer sem saber andar de bicicleta?"
- Acho que eu consigo viver sem isso...
domingo, abril 05, 2009
Aconteceu de novo
Quem convive comigo sabe a impaciência que me acompanha. Sou aperriada mesmo e estouro fácil. Existem, porém, provações que me fazem respirar, contar até dez e passar por tudo caladinha. Afinal, é um teste e eu preciso vencer!
Agora a pouco, por exemplo, entrei na minha rua e tinha um carro estacionado bem no meio, impedindo a passagem. Dei aquele buzinão que me é peculiar e sai o vizinho.
O suposto Gean sai da casa, dá uma conferida, faz sinal de “peraí um pouquinho” e entra de novo.
Alguns minutinhos depois sai o Gean com toda calma, liga o carro e eu finalmente consigo passar e entrar na minha aconchegante garagem.
Espero muito que isso me valha, pelo menos, dez estrelinhas douradas. Caso contrário, vou me arrenpender amargamente de não ter mandado o imbecil do Gean praquele lugar.
sexta-feira, abril 03, 2009
Relátorio final de bordo
Já faz um mês que cheguei de viagem e ainda não terminei de contar como foi. Não que interesse, mas já que comecei, é bom terminar, né? (ou não)
Aí vai um resumão:
O mar de rico
Sabe aquele mar de rico? Aquela coisa azul que parece uma piscina grande para poucos? Então, é lá.
Dessa vez tivemos sorte e fomos de van com outros dois casais: Lara e Michel, de Brasília, e Diana e Daniel de Manaus.
A van era dirigia por Vítor, um guia argentino que mora do Brasil há 13 anos e acha que sabe falar português. “Vocês sabem porque és Porto Galina?”
E assim ele ia contando a história dos lugares onde passávamos.
Vítor foi o melhor guia que já conheci. Cara discreto, prestativo e super bem humorado.
Chegou ao Brasil em 1994 e escolheu João Pessoa pra fixar morada. Já foi dono de restaurante, teve buggy e agora tem uma van.
Morou seis anos nos Estados Unidos, mas precisou voltar para o sossego da Paraíba.
Quando chegamos a Porto de Galinhas a maré estava baixa. Dava pra ir andando até os corais. Decidimos ir a pé, mas sem levar a câmera, porque não dava pra confiar na maré desse jeito. Sábia escolha. Na hora de voltar quem disse que tinha chão pra pisar?
Eu e meu pulmão de não-nadadora quase pedimos arrego ao salva-vidas, mas com esforço chegamos à praia.
Depois da graça, pagamos R$ 10 e fomos de jangada mesmo.
Porto de Galinhas tem um centro comercial de deixar qualquer mulher falida, mas como tínhamos que voltar cedo, só me deram 20 minutinhos para andar nas lojas e ainda me sobraram uns trocados.
Comprei umas camisetas com galinhas simpáticas estampadas, mais um chaveiros de galinhas e pronto.
Na quinta-feira fizemos o litoral sul de João Pessoa. Era pra irmos com um casal, mas eles desistiram de última hora e fomos só nós e o Vítor. A primeira parada foi na Barra de
Gramame. Um encontro do rio com o mar que dá um visual incrível. Nesse dia também teve sol e fomos felizes.
Depois fomos à Praia de Coqueirinho, umas das mais gostosas. Pensa naquele conceito de sombra e água fresca! Era Coqueirinho. Ao contrário do ano passado, que me deixou com uma má impressão do lugar, esse ano Coqueirinho mostrou tudo o que tem de melhor.
Passamos três horas relaxando e depois fomos à famosa Praia de Tambaba, uma das primeiras praias naturistas do Brasil.
É claro que EU NÃO TIREI A ROUPA. Eu fingi que tirei.
Na sexta fomos para o litoral norte da João Pessoa, também com o Vitor. Dessa vez quem nos acompanhou foi um trio de portugueses. Um casal aposentado e uma amiga.
“Pois então...”
No meio da conversa, quem me aparece? Quem? Ele mesmo: o guia mala. Chegou como quem não quer nada, sentou na mesa e não quis mais sair de jeito nenhum. Tinha levado outro casal pra passear, mas enquanto eles se divertiam, ele alugava a gente.

Ele, "O Guia"
Depois fomos para outras praias que eu já não lembro o nome ( faz um mês, né? Paciência...) e o dia acabou feliz.
Até o próximo verão.
quarta-feira, abril 01, 2009
segunda-feira, março 30, 2009
Show (Meia) Boca de Mulher 2009
Comprei a mesa de R$ 60 com as amigas, esperando a mesma tranqüilidade dos shows anteriores, mas foi isso que vimos (foto). O erro não foi a idéia de fazer um baile dançante pra comemorar (até achei legal), mas de não saber executar.
Havia mesas e ingressos à venda. Quem trabalha com eventos em qualquer parte do mundo sabe que essa é uma combinação perigosa se não há pessoal suficiente para supervisionar o local, porque o que mais tem é neguinho querendo se dar bem e foi aí que entramos na história.
Como houve uma falha na entrada, pessoas roubaram as mesas de outras pessoas e estas, por conseguinte, se sentiram no direito de ficar em pé justamente em frente a nossa mesa. Pedimos licença como pede a boa educação e elas se justificaram com o roubo. As outras que permaneceram em pé eram só mal educadas mesmo.
O problema dos eventos em Rio Branco é que quando organizadores percebem que falharam, se escoram naquela de que “a cidade é pequena, todo mundo é amigo e no final tudo vira festa”. Não é assim. Existe um público que precisa ser respeitado (e eu nem conhedia toda aquela gente). Quem compra a bosta de uma mesa espera, pelo menos, comodidade no começo do espetáculo.
Depois disso, tudo desandou. Achei a produção fraca, o local inadequado e o som ruim. Em algumas músicas mal se ouvia a voz da cantora, mas pra muita gente daqui o que vale é a intenção.
Moçada, o negócio é feito há vin-tê-â-nos. É claro que não se espera um show impecável, mas já dava pra ter aprendido alguma coisa, não?
Já que a intenção era fazer um baile, que só tivessem vendido ingresso. Assim povo se esbaldava no salão e quem quisesse manter a pose de sentar em mesa, que ficasse em casa, oraporra.
A noite foi salva pelo sábio DJ que desenterrou os melhores sucessos, incluindo “Meu amor, vamos lá, vamos tomar sol, na Praia do Amapá” de Jorge Cardoso. Não há quem resista!
sexta-feira, março 27, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
Das mudanças
São elas:
Crepe de chocolate da Tia do Crepe lá da *Praça dos
Tocos/Praça Antônio Júlio Maia de Queiroz/Praça da Catedral que me foi aprensentado nos áureos
tempos da Ascom do TJAC e mudou meu conceito de crepes doces e minha visão
de mundo.Caneta ecologicamente correta da Unimed, presenteada
forçadamente pelo meu amigo André Cajarana. Ela tem um azul diferente das Bics
habituais e uma escrita macia que deixa a minha letra uma gracinha. Posso
dominar o mundo com essa caneta.Óculos da Carol. A mudança mais significativa, eu diria. Foi através deles que eu descobri que estou ficando cega, mas como não assumo, ele só muda a minha vida por poucos segundos. Só quando encontro a Carol e consigo ler anúncios distantes.
* Foi durante as oficinas que tiva a idéia do post, mas eu aprendi coisas úteis lá. Juro.
* Descobrir que a praça tem três nomes foi interessante, mas nada que mudasse a minha vida. Na verdade, mudou a vida de uma moça que marcou um encontro na Praça da Catedral e o moço nunca chegou, porque pensou que aquela fosse a Praça dos Tocos.
terça-feira, março 24, 2009
das ocupações diversas
quinta-feira, março 19, 2009
terça-feira, março 17, 2009
Diário de bordo - Parte III
‘Vamos caminhando pela praia, deve estar perto’
Foi uma pernada de pelo menos 20 minutos até avistar aquele aglomerado de bares e pessoas na praia. Eu já tava tão cansada que não quis nem saber de golfinho. Sentei na primeira barraca que avistei.
O dia seguiu lindo e feliz. Água de coco, camarão, peixinho...Tudo como deveria ser. À tarde decidimos ir ao shopping. Eu até que não faço muita questão de ir ao shopping, mas quem mora no Acre sabe a diferença que uma Americanas ou um Bob’s faz na vida da pessoa. E faz justamente porque não temos, senão perderia logo a graça.
Ainda naquela minha sina de montar minha dvdoteca, cheguei a uma prateleira cheinha deles. Todos em promoção e doidinhos para pular na minha cestinha. Não resisti, trouxe 16 filhinhos pra casa.
Outra coisa que torna o shopping assaz atrativo é um bom cinema e lá também tinha. Por mim, teria ido todos os dias e assistido sessões seguidas, mas a vida não funciona do jeito que a gente quer. Mesmo assim, ainda consegui ver dois: Sim Senhor, com o Jim Carrey, que eu morri de rir para sempre, e Operação Valkiria, que eu fui mais pelo Tom, afinal o cara veio ao Brasil, trouxe a família e fez toda aquela campanha...Fiquei curiosa, né?
Aliás, ir ao shopping era uma das coisas mais prazerosas, porque nós sabíamos exatamente qual ônibus pegar, onde parar e como voltar, e em uma cidade desconhecida isso conta muitos pontos na vida do turista.
Da curiosidade que matou o gato
As pessoas já nem me cumprimentam mais, vão logo perguntando "E ai, menina, quando tu casa?"
Por um lado eu até entendo a preocupação desse pessoal. Afinal, eles irão me ajudar a comprar a casa, os móveis, pagar as contas...Precisam estar preparados para a decisão, né?
Ontem mesmo uma vizinha me contou que a outra contou pra ela (tá acompanhando, né?) que eu 'abri o jogo' e revelei que me caso ano que vem.
Na verdade, foi uma tática para me manter sossegada por mais um tempo, mas pelo visto ainda é pouco.
Da próxima vez digo que será em 2317 e que ela não será convidada!
domingo, março 15, 2009
Das festas
quarta-feira, março 11, 2009
recortes (2)
- Ah, foi? Quando?
- Naquele dia que mataram aquele cara...Te vi no meio da confusão.
- Não era eu...
- Era sim...
- Não era eu...
- Era sim, eu vi.
-Não-era-eu!
-Ah, nera não, era a Neide, menina! Confundi...
______ * * * * ______
- Boa tarde, linda, vamos tomar uma Kaiser comigo?
*Não é todo dia que se é convidada pra tomar uma Kaiser, né gente? Mas não, não fui...Eu não curto Kaisers nem convites de tiozinhos desconhecidos.
Do zodíaco
terça-feira, março 10, 2009
Diário de bordo - Parte II
A segunda-feira amanheceu nublada e eu não quis aceitar que o sol estava se escondendo de mim. Fomos assim mesmo. Chegando lá começa a chuva. A Praia da Areia Vermelha é um banco de areia que fica a uns 800m da praia. Pra chegar até lá tem que pegar uma espécie de balsa, chamada catamarã e curtir a viagem de 15 minutos até o montinho com areia avermelhada.
Após uma longa pressão, aceitamos ir. Assim que subi no catamarã me vem o guia mala com dois celulares, uma carteira e já enfiando na minha bolsa diz: “Guarda aí pra mim”. Ótimo, agora eu teria que comprar uma bolsa para guardar as nossas coisas e a do guia.
Tentei manter um semblante de turista satisfeita, mas o tempo não ajudava. Andamos pela areia molhada e sem graça, tiramos umas fotos com péssima luz, tomamos um refrigerante e chegou a hora de voltar. E foi justamente nesse momento que caiu o maior pau d´água do mundo inteiro. Eu de biquíni e tremendo de frio. Era inônico demais para o primeiro dia de viagem...
Mesmo com o mau tempo o guia sugeriu que fôssemos a outra praia e que era só R$ 10 a mais. Estrategicamente minha rinite entrou em ação e eu não parava de espirrar.
“Ihhh, será que vai gripar?”, perguntou ele.
“Pois então...Essa chuva é fogo. Melhor eu voltar pro hotel e tomar alguma coisa logo!”
“É verdade...”
E foi o caminho inteiro me ensinando receitas caseiras inéditas para curar o suposto resfriado.
No hotel, acertamos o passeio e me despedi sem muitas esperanças de vê-lo novamente. Infelizmente ele não tinha a mesma intenção. Sempre que chegávamos ao hotel havia um recado que eu propositalmente esquecia de retornar.
sábado, março 07, 2009
Da crise
Essa semana um mês que estou desempregada. Tenho a impressão de que faz mais tempo, assim como também me parece que trabalhei lá a vida toda, quando só foram sete meses.
Além da falta do salário, sinto falta das pessoas. Éramos dez em uma sala com ritmo acelerado todos os dias. Muito trabalho, mas muita alugação e lanchinhos à tarde.
Nossa despedida foi sem despedida, só um tchau como quem diz ‘até logo’.
Fora isso, o restante está superado. Durante a viagem pude pensar em muitas coisas e várias possibilidades de emprego:
* Dar aulas de fotografia para os guias turísticos do Nordeste e viver bronzeada.
* Tirar fotos de turistas fazendo passeios de jangada em Porto de Galinhas e cobrar R$ 9,99 por foto.
* Virar lambe-lambe e tirar fotos dos casamentos que acontecem todas as sextas no Fórum Barão do Rio Branco
* Ser a gostosinha do shortinho que irá lavar carros no futuro posto que meus primos irão abrir (por enquanto é a opção mais atraente).
Enquanto isso estou no chamado ‘trabalho de março’. Um freelancer que consegui na Coordenadoria Municipal da Mulher e irá pagar minhas contas do fim do mês (pelo menos desse mês).
quarta-feira, março 04, 2009
I love my pet
Ó só...

* A foto foi tirada na festinha de aniversário de 10 anos do Rick.
* O que eu ganho? Um blusa "Eu amo meu pet", ora bolas!
segunda-feira, março 02, 2009
A senhora aceita balas ou Diário de bordo
Depois de cansáveis horas de voo, chegamos a João Pessoa. Não sei o que aconteceu, mas desconfio que levei uma dose de chuva do Norte, porque tava o maior toró quando chegamos.
“Deve ser apenas uma grande nuvem”, pensei. Ledo engano. Os dias seguiram chuvosos, mas deram uma folga pra eu dar uma douradinha na pele. Não deu pra voltar da cor do pecado, como bem sugeriu a tchura Geisy, mas até que fez diferença.
Como minha família esteve na cidade recentemente, se encarregou de pegar todos os contatos e principais pontos turísticos que eu deveria visitar, ou seja: praia, shopping, praia e praia.
No aeroporto, um guia indicado por minha prima ficou de nos apanhar. Desembarcamos, nos apresentamos e seguimos para o hotel. Durante o trajeto ele foi me explicando que havia feito um roteiro ‘massa’ e que era bem a minha cara. A programação incluía praias, uma visita ao centro histórico, a uma aldeia indígena, ao centro de criação de peixes-boi e uma série de programas que, segundo ele, eram justamente o que eu estava procurando para este carnaval.
Apesar de ter 14 tribos indígenas morando aqui e não demonstrar nenhum interesse inicial por peixes-boi, eu não me importaria em fazer esses programas, mas isso se eu fosse passar pelo menos uns 20 dias na cidade.
Depois de apresentar todo o roteiro que ele fez pensando em mim, cheguei a um daqueles momentos cruciais da vida em que questionamentos sobre a existência humana e sobre o universo são inevitáveis, como “Afinal, que imagem eu passo?” e o mais importante de todos “Por que eu sempre atraio guias turísticos malas?”
Eu não sei o que diabos minhas primas falaram para aquele homem, mas ele já havia traçado um perfil de super-jornalista-fotógrafa-cult-e-podre-de-rica que eu não conseguiria derrubar por nada nesse mundo. Todos os programas que ele sugeria era bem ‘o que eu gosto’ e, talvez, se eu tivesse tentado provar o contrário, ele tentaria me convencer de que eu gosto mesmo do que ele havia sugerido. Ia criar um conflito de personalidade.
Em sete minutos e meio de conversa eu já percebi que não seria feliz no Carnaval se tivesse aquele guia por perto, então fui bolando uns planos para despistá-lo, mas essas são cenas do próximo capítulo, porque amanhã eu acordo cedo para ir ao meu ‘trabalho de março’.












